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quinta-feira, dezembro 01, 2011

Hemopa fará programação especial de Natal

A Fundação Hemopa organizou uma programação especial para marcar a confraternização do Natal, que será realizada de 14 a 16 de dezembro e que contará com atrações variadas para proporcionar momentos de integração e reflexão para funcionários e a comunidade em geral.
De acordo com a programação, nos dias 15 e 16, haverá “Feirinha de Artesanato”, com acessórios produzidos por funcionários e familiares que participaram de oficinas promovidas pelo hemocentro durante este ano. A comercialização dos produtos será de 8h às 15h, na área de estacionamento do hemocentro.
No dia 15, às 10h, está programada a visita de filhos de servidores às instalações do hemocentro, palestra interativa e atividades dinâmicas com as crianças que também terão a oportunidade de conhecer melhor as atividades de seus pais e a sua importância para o êxito das ações da instituição. No dia 16, a partir das 19h, funcionários, doadores, pacientes, familiares e a sociedade em geral estão convidados para assistirem o “I Recital do Hemopa”. Às 19h30, cerca de 20 servidores que se aposentaram em 2010 e 2011 receberão homenagem da instituição. Logo em seguida, às 20h, haverá apresentação do “Auto de Natal” com peça teatral composta por funcionários do hemocentro. Tudo isso, na área de estacionamento do Hemopa.
Serviço:
O Hemopa está localizado na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118

Texto:
Vera Rojas-Hemopa

UR oferece tratamento especial para pacientes portadores do vírus HIV

Ele tinha muitos planos. Estava prestes a realizar um de seus sonhos, que era se tornar guia turístico e viajar pelo mundo. Mas, o rumo dessa história mudou quando descobriu que era portador do vírus HIV. “Meu mundo desabou. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo. Essa doença era algo muito distante da minha realidade, nunca sequer tinha conhecido alguém que tivesse contraído o vírus. Foi um choque”, diz Thoor Alves, 41 anos.
Na época em que o resultado de seu teste deu positivo, Thoor, que é mineiro, morava no interior de São Paulo com a irmã. Sem saber o que fazer e nem por onde começar o tratamento, ele entrou em desespero e começou a desenvolver outras doenças de forma bem agressiva. Algum tempo depois, os dois mudaram-se para o município de Nova Ipixuna. Ao chegar no Pará, Thoor foi encaminhado para tratamento em Belém, na Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecciosas e Parasitárias Especiais (Uredipe).
Foi lá que tomou conhecimento da Unidade de Apoio e Acolhimento Terapêutico da Sespa (UAT/ HIV/ AIDS) para pessoas portadoras do vírus HIV. “Fui recebido de uma maneira excepcional pelos profissionais da UAT. Encontrei aqui um local ideal para ser tratado. Mesmo não sendo paraense, fui recebido de braços abertos por todos”, conta Thoor, que faz tratamento há seis anos no local.
A UAT é uma unidade de referência gerida pelo Governo do Estado que acolhe vítimas da doença, em especial os pacientes que moram no interior e precisam vir a Belém para se tratar, porém na maioria das vezes não tem onde ficar. “Passo 15 dias na unidade e depois volto para Nova Ipixuna. Não fosse este lugar, eu não teria condição nenhuma de continuar meu tratamento. Aqui eu recebo alimentação com apoio de nutricionista, tenho acompanhamento com terapeuta e o melhor, convivo com pessoas que não tem preconceito algum com a doença”, ressalta Thoor.
A terapeuta ocupacional Fernanda Lobato conta que Thoor é um exemplo de determinação e superação. “Ele chegou aqui bastante debilitado. Andava em cadeira de rodas e usava fraldas. Hoje, ele segue rigorosamente o tratamento, participa de todas as nossas atividades e está tendo uma melhora considerável a cada dia”, afirma.
Atualmente há 22 leitos disponíveis na UAT, sendo oito para os pacientes do sexo masculino, oito para o sexo feminino e quatro leitos pediátricos. Em média, os pacientes permanecem entre oito e quinze dias na unidade, onde são atendidos por uma equipe multidisciplinar formada por assistentes sociais, psicólogos, terapeutas, enfermeiros e farmacêuticos. “Estamos com um projeto de aumentar a capacidade da nossa unidade e oferecer mais leitos, principalmente no térreo, para que os pacientes cadeirantes tenham mais facilidade de acesso”, diz Andrea Nunes, diretora da instituição.
Números - Atualmente, existem cerca de 4.500 pessoas em todo o estado fazendo o tratamento nos 58 Centros de Testagens Itinerantes e 15 Unidades de Tratamento espalhadas em todo o estado. A meta da Sespa é dobrar essa capacidade até o final do ano de 2012. Dados da Secretaria de Estado de Saúde do  Pará mostram que o Pará apresentou uma redução no número de casos novos de HIV. No ano de 2010 foram 1.476 casos novos. Em 2011, até o mês de junho, já são 589 casos.

Texto:
Bruna Campos-Secom

Secti e Martinica planejam acordos de cooperação técnico-científica

Uma comitiva da Martinica, ilha localizada no Caribe e pertencente à França, esteve no Pará visitando alguns órgãos públicos na última semana de novembro. Na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o grupo discutiu possíveis acordos de cooperação, sobretudo na área de energia renovável e eficiência energética.
Devido à crise econômica na Europa, a Martinica vem enfrentando dificuldades no setor de energia, por isso busca soluções para se tornar auto-suficiente. A parceria com o Estado do Pará pode ser consolidada, principalmente, no aproveitamento da biomassa. O projeto inicial prevê o aproveitamento de resíduos de madeira como fonte alternativa de geração de energia para a ilha.
A parceria com o estado também será importante para a formação e capacitação de profissionais ligados ao setor energético e também no desenvolvimento de pesquisas na extração e produção de energia, principalmente de mecanismos alternativos. A Martinica está desenvolvendo um projeto piloto para extrair energia hidrica (oceânica) e o intercâmbio de conhecimento entre as instituições locais pode contribuir para o desenvolvimento dessa empreitada.
Pará e Martinica já mantêm relações comerciais. De janeiro de 2010 a outubro de 2011, o estado já exportou para o país caribenho quase 8,5 milhões de produtos, como madeiras, pescado e móveis. O objetivo agora é ampliar a parceria por meio de acordos de cooperação técnico-científica.
Até janeiro de 2012, uma equipe de técnicos da área energética virá ao estado para conhecer o Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, grupos de pesquisas em energia da UFPA e projetos desenvolvidos pela Secti, para elaborar um estudo de viabilidade e de custo-benefício que efetive a futura parceria.
Além do titular da Secti, Alex Fiúza de Mello, estavam presentes o diretor e a assessora de Assuntos Europeus de Cooperação da Martinica, e os professores João Pinho, Roberto Limão e Emília Tostes, especialistas no estudo de energia pela Universidade Federal do Pará (UFPA).

Texto:
Raphael Freire-Secti

Carimbó: ritual contagiante de sedução que expressa a força musical do Pará


Mesmo com todo sucesso da atual música paraense no cenário nacional e internacional, como é o caso do tecnobrega, não há como negar que a maior referência musical do Pará é ainda o carimbó. O segredo talvez esteja na tradição: desde que foi criado pelos índios Mundurucu, o carimbó já recebeu influência dos brancos portugueses e dos negros africanos. Muito antes de ser apenas um ritmo paraense, o carimbó é uma das mais expressivas manifestações culturais do estado.
A palavra é de origem indígena, sendo o nome tirado do Tupi-Guarani “Curimbó”, de curi (pau ôco) e m'bó (escavado). A junção desses sons dá origem à expressão “pau que produz som”. A dança quase sempre segue o mesmo ritual: forma-se uma fileira de homens e outra de mulheres, um de frente para o outro. Com o início da música os homens vão em direção às mulheres e batem palmas chamando para a dança. Formam-se, então, os pares que giram continuamente em torno de si mesmos e faz-se a roda. A partir daí há várias formas da dança, que foram incorporadas ao ritmo ao longo de séculos de história. Apreciar o carimbó, um mix de sedução e expressão cultural, é sempre contagiante.
O carimbó é uma manifestação tão importante que já é reconhecida por lei.  Em 3 de dezembro de 2009, uma lei estadual declarou a dança do carimbó patrimônio histórico e artístico do Pará. Além disso, já há uma mobilização desde 2006 de grupos de carimbó e entidades culturais de vários municípios para tornar esta manifestação paraense patrimônio cultural imaterial do Brasil.
Atualmente um importante representante desta manifestação no Pará é o município de Marapanim, localizado no polo turístico Amazônia Atlântica. Distante 170 km da capital Belém, Marapanim carrega orgulhosamente o importante título de capital mundial do carimbó, afinal  foi nesta região que, trazido por pescadores marajoaras, o ritmo se solidificou e ganhou o nome que tem hoje.  É neste município, ainda, que ocorre o mais importante festival dedicado ao ritmo, o Festival do Carimbó de Marapanim - o Canto Mágico da Amazônia, que acontece anualmente desde 2004, atraindo cerca de 30 mil visitantes. O evento inclui, entre outras atrações, os concursos de música nas mais variadas vertentes do carimbó, mostras coreográficas, festival gastronômico e o concurso da mais Bela Sereia do Festival.
Ranilson Trindade, um apaixonado pelo carimbó e por seu município idealizou o festival. Sua luta dá orgulho a qualquer paraense. “Eu nunca fiz uma composição, não sou mestre, não toco muito bem. Mas tenho o carimbó em meu coração e luto para que ele sobreviva em nossas raízes culturais, passe de geração a geração”, conta Ranilson. Ele recorda que a primeira vez que Marapanim apresentou um grupo organizado de carimbó fora das fronteiras da cidade foi em 1950. “Eu tinha 11 anos de idade e uma família de Marapanim me abordou no Centro Cultural Brasil Estados Unidos. Queria uma apresentação especial para o cônsul americano da época, o “Mister Colman”. Organizei a vinda do grupo e dancei com eles”, relembra Ranilson, emocionado com  a missão que recebeu ainda menino, na época com apoio do folclorista Paulo Maranhão Filho, que tinha elos com o jornal a Folha do Norte. “Esse jornal deu ao carimbó de Marapanim muito apoio”, relata o presidente da Associação de Carimbó de Marapanim (Amatur), entidade guardiã dessa tradição cultural, que pode ser vista em outros municípios, de todo o Pará, seja no estilo “de raiz”, seja o ritmo “livre”, com interferências de instrumentos e arranjos estilizados mais modernos.
Oficinas
Visando fortalecer o Festival de Carimbó como produto turístico de Marapanim e como um forte atrativo do Pará, a Companhia Paraense de Turismo (Paratur) firmou parcerias com algumas instituições para oferecer oficinas de qualificação profissional no município, entre elas de audiovisual, moda com a temática do carimbó, fotografia, gastronomia e instrumental, neste caso percussão e criatividade.  Através do Instituto de Artes do Pará (IAP), foram ofertadas as oficinas de audiovisual, que aconteceram em duas etapas (uma em outubro e a segunda no início de novembro) e a oficina de moda “Veste Carimbó”,  realizada na segunda quinzena de novembro. Já a oficina de fotografia, realizada no final de novembro, resulta de uma parceria com a Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Estado do Pará (Abrajet Pará).
A Abrasel – Associação Brasileira de Bares, Restaurantes e Similares do Pará é parceira na oficina de aprimoramento à gastronomia de Marapanim, que tem como carro chefe o arroz marapaniense, feito à base de mexilhão e ingredientes locais. Cerca de 40 estudantes de escolas públicas municipais participaram da oficina de percussão, aprendendo a construir, assim como os índios um dia fizeram, seus próprios instrumentos musicais, que dão vida ao carimbó.
A jovem Tainá Gomes Trindade, 13 anos, apesar de dançar vários ritmos desde criança se identifica muito com o carimbó. “Amo dançar. Consigo expressar toda a minha alegria quando eu danço e isso é muito importante pra mim”, explica a jovem, que faz parte do grupo Uirapuru, um dos mais tradicionais de Marapanim.
Jean Barros durante muitos anos foi guia de turismo de Marapanim. Apresentava aos turistas o que há de melhor naquele município, cujo significado do nome é borboleta branca ou borboleta do mar, tendo em vista a grande quantidade de borboletas que viviam na região, em especial às margens do rio Marapanim. Com o tempo passou a dançarino profissional de carimbó. Em 2006 descobriu que podia ir além inspirado pelo carimbó e se apaixonou pela fotografia. “Hoje sou fotógrafo profissional, graças ao apoio de um fotógrafo trazido ao festival pela Paratur”, conta Jean, que fez do carimbó, da fotografia e do turismo importantes instrumentos de trabalho, lazer e realização profissional, assim como muitos outros habitantes da cidade.
O Festival de Carimbó de Marapanim está previsto pra correr no mês de janeiro de 2011. Saiba mais em WWW.carimbodemarapanim.blogspot.com

Texto:
Benigna Soares-Paratur

Emater divulga produção científica extensionista em Congresso de Pesca

A produção científica da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) está sendo representada por dois artigos sobre atividades em Moju e São Domingos do Capim, no nordeste do estado, e por um resumo expandido acerca de um trabalho em Oriximiná, no Baixo Amazonas. Amvos foram apresentados durante a programação do XVII Congresso Brasileiro de Pesca, que acontece no Hangar, em Belém, desde o último dia 27 de novembro, encerrando nesta quinta, 1° de dezembro.
Apresentados em forma de painel na quarta-feira, 30, os artigos “Piscicultura em Tanque-Rede como Alternativa para Agricultores Familiares Ribeirinhos no Município de São Domingos do Capim, Pará” e “Breve Análise da Piscicultura no Município de Moju, Pará” são de autoria dupla, assinados pela técnica em aqüicultura e zootecnista Simone Silva e pelo técnico em aqüicultura Geovanny Farache. O primeiro artigo relata um trabalho da Emater, desenvolvido em 2008, com 10 famílias da comunidade Santíssima Trindade, em São Domingos do Capim.
Tradicionalmente extrativistas de açaí e criadores de pequenos animais (como porcos e galinhas), com o incentivo da Emater os agricultores familiares que vivem às margens do rio Capim passaram a  cultivar tambaqui em tanque-rede, com fins de diversificação da produção, segurança alimentar e fonte complementar de renda.
A partir de capacitação, inclusive para a confecção de tanques-rede artesanais e estímulo à organização social, depois de dez meses os então recém-piscicultores colheram quase meia tonelada de peixe da unidade demonstrativa (UD) da Emater. “O artigo detalha a experiência, especificando as metodologias e tecnologias empregadas e refletindo o sucesso obtido e os desafios enfrentados”, explica Silva. Segundo ela, o principal problema foi a resistência dos piscicultores em se agregar, produzindo e comercializando coletivamente.
Já o projeto da Emater em Moju diz respeito a um levantamento socioeconômico sobre a piscicultura de pequeno porte no município, realizado ao longo dos anos de 2009 e 2010, cujos resultados, baseados na análise situacional de 110 famílias, apontam o potencial das propriedades, a preferência por sistemas de viveiros escavados com tilápia e tambaqui e a dificuldade para custear insumos, sobretudo ração e alevinos.
Já o resumo expandido “Levantamento dos Entraves da Piscicultura em Tanque-Rede no Lago Sapucuá”, foi apresentado em formato de pôster na segunda-feira (28) e é de autoria do engenheiro de pesca da Emater Edimar Costa e do biólogo Evandro Soares, da Mineração Rio do Norte. Trata do detalhamento das características da atividade de cerca de 40 famílias de cinco comunidades de Oriximiná, localizadas às margens do lago Sapucuá, cujos ecossistemas sofrem impacto ambiental por conta da extração de bauxita.
De acordo com a pesquisa, entre outras informações relevantes, o cultivo de tambaqui na região é prejudicado pelos custos com a ração industrial e os alevinos, pela inexperiência dos piscicultores em gestão empresarial e pela seca do lago (que costuma durar até seis meses), o que obriga a instalação dos tanques-rede a quilômetros das comunidades, atrapalhando a manutenção. “Por anos, a atividade foi subsidiada pela Mineração Rio do Norte. Quando esse apoio findou, poucos produtores permaneceram no projeto. Hoje, apenas dois continuam, com oito tanques-rede no total. A Emater os acompanha”, diz Costa.

Texto:
Aline Miranda-Emater

Seminário Estadual de Educação Fiscal discute cidadania

O Governo do Estado e a Delegacia da Receita Federal do Brasil (RFB) em Belém promovem, nesta sexta-feira, 2 de dezembro, no auditório do Convento dos Mercedários, à Rua Gaspar Viana, a partir das 8 horas, o Seminário Estadual de Educação Fiscal voltado para professores, alunos e pessoas interessadas no tema.
O encontro é organizado pelo Grupo Estadual de Educação Fiscal,  composto por servidores da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Secretaria Estadual de Integração, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Seidurb), Centro de Treinamento Regional da Esaf no Pará (Centresaf) e RFB.
O Seminário vai contar com a presença do gerente do Programa Nacional de Educação Fiscal e auditor da Receita Federal do Brasil, Eugênio Celso Gonçalves, que vai falar sobre Educação Fiscal para Cidadania. Também será discutido o tema Educação Fiscal e a Qualidade do Gasto Público, com o diretor geral da  Escola de Administração Fazendária (Esaf), Alexandre Ribeiro Motta. Na ocasião haverá a premiação dos alunos e escolas vencedores do Concurso Estadual de Redação.
Os vencedores do concurso são:
Categoria I - Ensino Fundamental
2º Lugar - Escola “EEEF Profª Ida Oliveira”, aluna Adrielle Cardoso Paiva, Série: 4ª etapa / Professor/Orientador: Dilza Nascimento Silva
1º Lugar – Escola: “EEEF Sementinha do Saber” - Município de Bragança, Aluno Renivan Farias Alves, Série: 8ª Série / Professor/Orientador: Eliana de Nazaré Ramos de Souza
Categoria II - Ensino Médio
2º Lugar – Escola: “EEEFM  Profª Isabel Amazonas”, Aluna Talissa Cristina Matos dos Reis, Série: 1º ano / Professor/Orientador: Ângela Maria Feitoza
1º Lugar – Escola: “EEEFM Vilhena Alves”, Aluna Karolyne Mendes de Melo, Série: 1º ano / Professor/Orientador: Marlúcia Martins Carneiro

Texto:
Ana Márcia-Sefa

Idesp e Defensoria lançam “Redescobrindo o Assistido no Pará”

Na manhã desta quinta-feira, 1º de dezembro, o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) e a Defensoria Pública do Estado lançaram oficialmente a segunda fase do projeto “Redescobrindo o Assistido no Pará”, estendendo para todo o território paraense o estudo realizado em 2010, fruto de um Termo de Cooperação Técnica entre os dois órgãos.
No primeiro ano do trabalho, técnicos, pesquisadores e bolsistas do (Idesp) analisaram os núcleos da Defensoria na Região Metropolitana de Belém (RMB) – especificamente Belém e Ananindeua – ressaltando a situação socioeconômica dos assistidos, a qualidade de atendimento e serviços ofertados pela Defensoria, através de um olhar externo sobre o órgão. O novo projeto tem o objetivo de estender a pesquisa por todo o Estado.
Durante a cerimônia, ocorrida no auditório do Idesp, o Procurador Geral do Estado, Antônio Cardoso, demonstrou grande satisfação com o resultado do primeiro ano do projeto, afirmando que a “informação a respeito do nosso trabalho é importante para podermos nos aperfeiçoar. Para nós é fundamental, porque temos consciência de que problemas existem e devem ser solucionados”, explicou, ressaltando que o órgão trabalha no planejamento e na qualidade do servidor a fim de garantir os direitos e o bom atendimento dos usuários.
O Coordenador do Núcleo de Planejamento da Defensoria, Marcus Holanda, ressaltou que o produto do primeiro ano de projeto – uma coletânea de cinco relatórios sobre o trabalho da Defensoria na RMB – está sendo levado a todo o Brasil como referência de monitoramento do serviço público no país. “Essa análise externa com uma visão isenta é uma informação preciosa para a instituição”, completou. Já o coordenador acadêmico do projeto, Josep Vidal, expressou sua função profissional, destacando que os pesquisadores trabalham para mudar o mundo, no caso, o Pará. Dessa forma, as críticas foram e serão feitas a fim de mudar a realidade.
O diretor de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação do Instituto, Sérgio Gomes, apresentou a  equipe que trabalhará no projeto, reafirmando a  importância da pesquisa para o Idesp, que tem por missão produzir, articular e disseminar conhecimento e informação para subsidiar o planejamento de políticas públicas e o desenvolvimento do Pará.
Produto
O projeto “Redescobrindo o Assistido”, 2010,  teve como produto final uma coletânea de cinco volumes de análises sobre a Defensoria Púablica do Pará. O primeiro volume analisa os conceitos de “assistido”, “atendimento” e “qualidade de atendimento” utilizados pelos Defensores Públicos na RMB. O segundo relatório averigua a complexidade interna e externa da Defensoria Pública, com base na análise dos relatórios do sistema SCPJ Web.
O terceiro volume traz o Mapa de Exclusão de Direitos dos Municípios, elaborado através da análise crítica de dados secundários relativos aos indicadores socioeconômicos, como Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), população por município de região de integração, indicadores de violência urbana entre outros. Já o quarto relatório identifica a imagem da Defensoria Pública no Estado e o quinto trata dos resultados empíricos do perfil institucional do órgão.

Texto:
Fernanda Graim-Idesp

REVISTAS MEDIUNIDADE

JESUS: "Choro por todos os que conhecem o Evangelho, mas não o praticam...”

Ofuscado pela grandeza do momento, começou a chorar. Viu, porém, que Jesus chorava também... E, Eurípedes, falou – Senhor, por que ch...