Alunos em recital nas Terças Musicais
Alunos do Conservatório Carlos Gomes fazem apresentação nesta terça-feira, 18, na Sala Ettore Bósio, a partir das 18h, acompanhados ao piano pelas professoras Angela Dergan e Hilda Azulay. Poderão ser assistidas as performances de estudantes de piano, violino e saxofone, que executarão peças dos compositores Mattos Vieira, Gino Marinuzzi, Johann Sebastian Bach, Antonio Vivaldi, Souza Lima e Arnaldo Rebello.
As audições de alunos acontecem ordinariamente às terças-feiras e a prática de recitais faz parte do aprendizado do futuro músico, que com isso exercita o contato com o público, com programas específicos que tem como objetivo o seu desenvolvimento técnico. No programa de hoje, valsas, danças e peças concebidas especialmente para determinado instrumento. O recital é aberto ao público com entrada franca.
Líbero Luxardo recebe mostra
Cinema e Direitos Humanos
na América do Sul
Começa nesta quarta-feira, 19, no Cine Líbero Luxardo, a programação da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que chega à sua sexta edição em 27 cidades brasileiras, incluindo a capital paraense. No total, 46 filmes estarão em exibição. Nas estórias, o enfoque é a superação das adversidades, a busca da própria identidade e a esperança de uma vida melhor. Segundo Suanny Lopes, produtora local da Mostra, todos os longas e curtas são selecionados de festivais pela Cinemateca Brasileira. e tem o cineasta Francisco César Filho como curador.
Mas a tolerância não está apenas nos enredos: as sessões garantem a acessibilidade. “Estamos intensificando o uso do closed caption e da áudio-descrição”, diz Suanny. No dia 27, por exemplo, haverá uma sessão para deficientes visuais. Apesar de serem especiais, elas são abertas ao público em geral. É legal até para quem não possui necessidade especial, que poderá ver o filme de uma forma diferente”, completa.
As sessões são à tarde e à noite, com os filmes divididos em três categorias: Contemporâneos, Programas Especiais e Retrospectiva Histórica, com espaço para documentários. A programação vai desde inéditos, como a animação colombiana “Pequenas Vozes” (de Jairo Eduardo Carrillo e Óscar Andrade) e o longa “Céu Sem Eternidade” (de Eliane Caffé), até os famosos “Central do Brasil” e “Bicho de Sete Cabeças”.
Destaque para “Morango e Chocolate” (de Tomás Gutiérrez e Juan Carlos Tabío), a única produção cubana que chegou a concorrer ao Oscar. E quem for ao Líbero conferir a Mostra ainda pode pegar uma cédula de votação e escolher um filme da programação para concorrer ao Prêmio Exibição TV Brasil. “Porém, o mais importante mesmo é que a Mostra abre um espaço não só para que o público possa assistir aos filmes, mas também para que essas temáticas sejam levadas aos lares, às comunidades, aos bairros e mobilize cada vez mais pessoas a participarem desse debate”, opina Suanny.
Serviço: 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. De 19 a 23/10 e de 26 a 30/10. Sessão de abertura nesta quarta-feira 19, às 19h. Sessões regulares: Quarta, 17h. Quinta e sexta, 17h e 19h. Sábado, 15h, 17h, 19h e 21h. Domingo, 15h, 17h e 19h.
Hélio Granado - Ascom/FCPTN
Belém recebe 6ª Mostra de
Cinema e Direitos Humanos
na América do Sul
A sexta edição da Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul será realizada de 19 a 23 e de 26 a 30 de outubro, no Cine Líbero Luxardo, em Belém. Durante 10 dias, a mostra realiza 55 exibições de filmes. Deficientes auditivos poderão acompanhar filmes legendados. A programação também conta com sessões de audiodescrição, que são destinadas aos deficientes visuais. O espaço, localizado na Av. Gentil Bittencourt, em Nazaré, disponibiliza 90 lugares. A entrada é franca.
O evento é apresentado pelo Ministério da Cultura, e recebe o apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh). Desde 2006, a organização da mostra busca utilizar a linguagem cinematográfica a fim de promover a cultura de direitos humanos, e hoje, é tida como o maior evento do gênero no mundo e, pela primeira vez, será realizada em todas as capitais brasileiras. Os títulos escolhidos refletem a pluralidade dos Direitos Humanos. Dentre algumas das temáticas abordadas estão: direitos de Crianças e Adolescentes; da Cidadania LGBT; da Educação em Direitos Humanos; das Populações Tradicionais, Quilombolas e Afrodescendentes; das Pessoas com Deficiência, dentre outros tantos.
Programação
19/10 - (Quarta-feira) - às 19h: Sessão de Abertura
Doce de Coco - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
Tempo de criança - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
Máscara negra - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 10 anos
20/10 - (Quinta-feira)
às 17h: Tempo de criança - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
Arquitetos da natureza - Cléa Lúcia (Peru/ Brasil, 25min, 2011, doc).
Tava - Paraguai terra adentro - Lucas Keese/ Lucía Martin/ Mariela Vilchez (Argentina/ Brasil/ Paraguai, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
às 19h: Bala perdida - Maurício Durán Blacut (Bolívia, 52 min, 2010, doc).
No futuro - Mauro Andrizzi (Argentina, 60min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 10 anos
21/10 - (Sexta-feira)
às 17h: Orquestra do som cego - Lucas Gervilla (Brasil, 13 min, 2010, doc).
Poliamor - José Agripino (Brasil, 15 min, 2010, doc).
Camponeses do Araguaia - guerrilha vista por dentro - Vandré Fernandes (Brasil, 73 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
às 19h: Araguaya - A conspiração do silêncio - Ronaldo Duque (Brasil, 105 min, 2005, fic). Classificação indicativa: 12 anos
22/10 - (Sábado)
às 15h: Doce de coco - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
Cortina de fumaça - Rodrigo Mac Niven (Brasil, 88 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
às 17h: Cabra cega - Toni Venturi (Brasil, 107 min, 2005, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
às 19h: Bicho de sete cabeças - Laís Bodanzky (Brasil, 74 min, 2000, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
às 21h: Central do Brasil - Walter Salles (Brasil, 112 min, 1998, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
23/10 - (Domingo)
às 15h: Sobra uma lei - Daiana Di Candia/ Denisse Legrand (Uruguai, 36 min, 2011, doc).
Pequenas vozes - Óscar Andrade e Jairo Eduardo Carrillo (Colômbia, 76 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
às 17h: Chuvas de verão - Carlos Diegues (Brasil, 93 min, 1977, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
às 19h: Morango e Chocolate - Tomás Gutiérrez Alea/ Juan Carlos Tabío (Cuba/ México, 110 min, 1993, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
26/10 - (Quarta-feira)
às 17h: Sessão de Audiodescrição
Doce de coco - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
Tempo de criança - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
Máscara negra - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
A grande viagem - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
Garoto barba - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
O plantador de quiabos - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
às 19h: Garoto barba - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
Assunto de família - Caru Alves de Souza (Brasil, 13 min, 2011, fic).
Copa vidigal - Luciano Vidigal (Brasil, 75 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
27/10 - (Quinta-feira)
às 17h: Sessão audiodescrição
Diário de uma busca - Flávia Castro (Brasil/ França, 105 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
às 19h: D.O.R - Leandro Goddinho (Brasil, 4 min, 2010, doc).
Silêncio 63 - Fábio Nascimento (Brasil , 23 min, 2011, doc).
E a terra se fez verbo - Erika Bauer (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
28/10 - (Sexta-Feira)
às 17h: A grande viagem - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
Avós - Carla Valencia Dávila (Equador/ Chile, 93 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: Livre
às 19h: Café aurora - Pablo Polo (Brasil, 19 min, 2010, fic).
Confissões - Gualberto Ferrari (Argentina/ Brasil/ França, 90 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
29/10 - (Sábado)
às 15h: Barras e barreiras, retrato de Kelly ALVES - Riccardo Migliore (Brasil, 38 min, 2011, doc).
Quatro litros por tonel - Belimar Román Rojas (Argentina/ Venezuela, 70 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
às 17h: Do outro lado do muro - Eleonora Menutti (Argentina, 12 min, 2010, doc).
Entre Vãos - Luísa Caetano (Brasil, 20 min, 2010, doc).
Vocacional, uma aventura humana - Toni Venturi (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
às 19h: Dama do Peixoto - Allan Ribeiro/ Douglas Soares (Brasil, 11 min, 2011, doc).
Quem se importa - Mara Mourão (Brasil, 96 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
às 21h: A terra a gastar - Cássia Mary Itamoto/ Celina Kurihara (Brasil, 6 min, 2009, animação).
Os inquilinos (os incomodados que se mudem) - Sérgio Bianchi (Brasil, 103 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
30/10 - (Domingo)
às 15h: Acercadacana - Felipe Peres Calheiros (Brasil, 20 min, 2010, doc).
A ocupação - Angus Gibson/ Miguel Salazar (Colômbia/ EUA/ França, 88 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
às 17h: O plantador de quiabos - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Máscara negra - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Uma nova dança - Nicolás Lasnibat (Chile/ França, 23 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
às 19h: Graffiti que mexe - Coletivo Graffiti com Pipoca (Brasil, 13 min, 2011, animação).
Licuri surf - Guilherme Martins (Brasil, 15 min, 2011, doc).
Céu sem eternidade - Eliane Caffé (Brasil, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
Ellyson Ramos – Ascom Sejudh
Projeto Chuva de Livros
volta ao Centur a
partir desta terça
Conhecida como a cidade das mangueiras e também da chuva com hora marcada - embora nem sempre certa -, Belém agora será palco de outra chuva, dessa vez cultural. Começa nesta terça-feira, 18, promovido pela Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, o projeto que promove a troca de publicações, batizado de “Chuva de Livros”. A iniciativa estimula a leitura e a participação do público em geral na criação de uma cultura de leitura
O projeto é organizado pela Gerência de Promoção à Leitura e acontecerá todas as terças-feiras do mês de dezembro no andar térreo da Fundação Tancredo Neves, sempre das 14h às 19h. Os coordenadores da programação fazem apenas um pedido: que os materiais a serem trocados estejam em boas condições. O 'Chuva de Livros' começou há três anos e consistia apenas na troca de livros. Com o passar dos anos, os participantes acabaram incorporando outros elementos e, hoje, esse 'escambo cultural' inclui produtos audiovisuais como CDs e DVDs.
O processo da troca permite que o público tenha contato com novos conhecimentos e passe adiante o livro que já leu, o filme que viu ou aquele álbum tocado tantas vezes. Dividir o conhecimento com outras pessoas, reforçar a ideia de compartilhar sentimentos, e garantir o acesso à cultura são a premissa do “Chuva de Livros”.
Que quiser participar só precisa ir ao prédio do Centur e levar um livro, um DVD ou um CD usado. Cada um desses produtos dará direito a um bilhete, que o participante poderá trocar por outro de qualquer tipo. Ou seja, quem levar um livro, se quiser, pode voltar pra casa com um DVD e vice-versa.
Serviço: O evento acontecerá todas as terças até dezembro, das 14h às 19h, no andar térreo do prédio da Fundação Tancredo Neves (Centur).
Hélio Granado - Ascom/FCPTN
Fundação Carlos Gomes
apresenta dois recitais
nesta quarta-feira
A Fundação Carlos Gomes promove nesta quarta-feira, 19, dois recitais em diferentes espaços culturais da capital. Na Sala Ettore Bósio do Conservatório Carlos Gomes, a partir das 18h, alunos e professores do Bacharelado em Música da Uepa/FCG apresentarão obras de Bach, Dubois, Mertz, Gnatalli, Mignone e a famosa "Summertime", de Gershwin. Destaque, ainda, para a apresentação de uma composição de Jacinto Kahwage, aluno do curso de composição. E a partir das 20 horas, na Igreja de Santo Alexandre, mais uma homenagem a Nossa Senhora de Nazaré com o recital "Ave Maria Paraense", que traz a participação da soprano Madalena Aliverti e da pianista Adriana Azulay. No repertório, composições genuinamente paraenses datadas dos séculos XIX, XX e XXI. A entrada para ambos os eventos é franca.
'1/4 de Música' do
Schivasappa homenageia
Nelson Cavaquinho
Nelson Cavaquinho foi um sambista que viveu a alegria da vida cantando desilusões e criou um estilo próprio de tocar o violão. Esse gênio da música brasileira completaria 100 anos de vida em 29 de outubro, por isso recebe uma merecida homenagem no espetáculo “Quando eu me chamar saudade”, que o músico Yuri Guedelha e o Sarau Brasil apresentam nesta quarta-feira, 19, às 20 horas, no Teatro Margarida Schivasappa, como parte do projeto “1/4 de música”. Os ingressos custam R$ 10, com meia-entrada para estudantes.
Yuri Guedelha montou o roteiro do show com músicas que ajudaram a consolidar a carreira de Nelson Cavaquinho, como "Juízo Final", "Folhas Secas", “Rugas”, “Quando Eu Me Chamar Saudade”, "Luto", "Pranto de Poeta”, "Pode Sorrir", "A Flor e o Espinho", “Vou Partir", "Degraus da Vida", "Notícia", “Sempre Mangueira”, “Luz Negra” e “Palhaço”.
Para Yuri, que também é um pesquisador da música popular brasileira, Nelson foi um dos grandes poetas do samba. “Suas musicas são melancólicas, falam muito de traições, amores perdidos e da morte. Nelson não era obcecado pela morte, mas a efemeridade da vida era tema recorrente em suas composições. Ele fez músicas belíssimas sempre com toque poético. Exemplo disso é ’A Flor e o Espinho’, que tem um dos versos mais belos da MPB (‘Tire o seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor’)", relembra o cantor.
O Sarau Brasil, que acompanha Yuri nos espetáculos, é formado por Bruno Mendes (percussão), Carlos Meireles (cavaquinho), João Berere (bateria), Marcelo Ramos (teclado, bandolim e violão), Mauro Ricardo (violão), Maurício Brito (trombone), Mário Jorge (contrabaixo) e Moises Santa Rosa (percussão), além de Élida Campos e Léo Meneses.
Serviço: Espetáculo “Quando eu me chamar saudade”, de Yuri Guedelha e Sarau Brasil, em homenagem ao centenário de Nelson Cavaquinho. Nesta quarta-feira, dia 19, às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa, do Centur, dentro do projeto '1/4 de Música. Contatos: 3202-4315.
Hélio Granado - Ascom/FCPTN
Recitais promovidos pela
FCG oferecem o melhor
da música erudita
A Fundação Carlos Gomes promove nesta quarta-feira, 19, dois recitais em diferentes espaços culturais da capital. Na Sala Ettore Bósio do Conservatório Carlos Gomes, a partir das 18h, alunos e professores do Bacharelado em Música da Uepa/FCG apresentarão obras de Bach, Dubois, Mertz, Gnatalli, Mignone e a famosa "Summertime", de Gershwin. Destaque, ainda, para a apresentação de uma composição de Jacinto Kahwage, aluno do curso de composição. E a partir das 20 horas, na Igreja de Santo Alexandre, mais uma homenagem a Nossa Senhora de Nazaré com o recital "Ave Maria Paraense", que traz a participação da soprano Madalena Aliverti e da pianista Adriana Azulay. No repertório, composições genuinamente paraenses datadas dos séculos XIX, XX e XXI. A entrada para ambos os eventos é franca.
Theatro da Paz reabre as
portas ao público
Há mais de sete meses fechado para serviços emergenciais, um dos espaços culturais mais importantes do País reabre as portas no dia 8 de novembro para receber o X Festival de Ópera do Theatro da Paz. As atividades foram interrompidas em fevereiro deste ano devido ao comprometimento da estrutura física causada pela infestação de dois tipos de cupins: o arborícola e o de madeira seca.
A decisão pelo fechamento provisório partiu de um entendimento entre a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo disponibilizou técnicos especializados em madeira para fazer o serviço de descupinização, assim como a sinalização da proteção das obras de arte relacionadas.
Com a finalização do serviço, o Theatro da Paz reabre suas portas, por coincidência quase dez anos depois da maior restauração a que foi submetido. Volta modernizado e imponente para receber mais uma edição do Festival de Ópera, agora com a estrutura de sustentação recuperada, assim como o forro da plateia pintado por De Angelis, além do mobiliário, balaustradas, divisórias e outros artefatos que compõem o monumento tombado, orgulho maior do patrimônio cultural do Pará.
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