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segunda-feira, janeiro 11, 2016

BELÉM 400 ANOS: Estado e Exército inauguram Colégio Militar em Belém




No aniversário de Belém é anunciada a revitalização do Ver-o-Peso
Na comemoração do aniversário de 400 anos de Belém teve parabéns, bolo de chocolate, abraço fraterno, orações e, claro, vários presentes como o convênio assinado na manhã desta festiva terça-feira, 12, entre o governo do Estado e a prefeitura municipal, para a reforma e revitalização completa do complexo do Mercado do Ver-o-Peso. “Esse é um presente da população do Pará para a capital paraense”, destacou o governador Simão Jatene.
O projeto tem investimento total de R$ 34 milhões, sendo R$ 25 milhões repassados pelo governo estadual e o restante de contrapartida da gestão municipal. O governador Simão Jatene fez questão de lembrar que os recursos são oriundos da população. “Estamos juntos tomando a decisão que revitaliza um símbolo da cidade de Belém, que também é um símbolo do Pará. Quero deixar claro que essa não é apenas uma atitude do governo ou da prefeitura, porque o dinheiro é da população que arrecada os impostos. Então esse é um presente para Belém de todo o povo do Pará, que mora nos quatro cantos desse estado”, reiterou Jatene.
O projeto de revitalização da Feira do Ver-o-Peso inclui a implantação de nova cobertura com telhas termo-acústicas, que vão garantir maior conforto aos feirantes e usuários, além de propiciar um novo visual para um dos principais cartões postais da cidade. O projeto contempla ainda mudanças e melhorias no piso, revisão e implantação de novas instalações hidrossanitárias, entre outras ações como a restauração do Solar da Beira e a reurbanização da área do estacionamento.
O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, informou que o projeto está em fase final de análise no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Com o recurso garantido, a obra deve começar assim que for aprovada pelo instituto. “É um projeto lindo, com as instalações hidrossanitárias adequadas, com tudo que se exige de qualidade e higiene para uma feira que vai ser referência internacional. Basta o Iphan autorizar e a gente vai fazer a contratação da obra para começar o mais rápido possível”, afirmou o prefeito ao lembrar que o Mercado de Ferro e o Mercado de Peixes já foram completamente restaurados.
O projeto de reforma e revitalização completa do complexo do Mercado do Ver-o-Peso é uma construção coletiva, fruto de várias reuniões realizadas pela Prefeitura com os feirantes que apresentaram as principais reivindicações e sugestões para melhorias. A proposta seguiu também as diretrizes do Iphan e as exigências da Vigilância Sanitária, garantindo a comercialização e armazenamento dos artigos alimentícios de forma segura, limpa e organizada.
O projeto foi anunciado logo após os parabéns cantado em volta do bolo de 100 metros, que foi dividido com a população que estava na Castilho França, em frente ao Ver-o-Peso.
Homenagens - A cidade acordou com as badaladas dos sinos das diversas igrejas da capital. Uma missa realizada na Catedral da Sé marcou o início das comemorações do aniversário da cidade localizada no coração da Amazônia. O Arcebispo Metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira, disse que é sempre uma alegria comemorar o aniversário da capital paraense. Ao pedir que todos rezassem o Pai Nosso, o clérigo fez uma benção especial para a cidade. “Que Deus abençoe a cidade de Belém e todos que aqui vivem”.

A capital paraense também ganhou um abraço simbólico, formado por sete mil pessoas que de mãos dadas enlaçaram parte do complexo histórico da cidade. A ação foi uma iniciativa da Assembleia de Deus que fez uma campanha de 400 dias de oração pedindo paz e bênçãos para a cidade. O pastor Antônio Carlos Silva disse que estava feliz de ter participado de mais esse presente para Belém. “Estou muito feliz em participar desse momento. Eu me sinto orgulhoso de ser um cidadão de Belém e acredito que não existe uma cidade mais bonita e mais aconchegante que Belém, que tem um clima maravilhoso e um povo amável e hospitaleiro. Nós podemos dizer que somos um povo abençoado por morar em Belém do Pará”.
Diversas programações serão realizadas ao longo do dia em comemoração aos 400 anos de Belém.
Texto:
Dani Filgueiras


Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 11/01/2016 14:32:00


Será inaugurado nesta terça-feira, 12, dentro da programação do aniversário de 400 anos de Belém, o Colégio Militar de Belém (CMBEL). O colégio será o 13º estabelecimento de ensino do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB), que atende a 15 mil jovens em todo o País. A implantação do projeto que vinha sendo discutida desde 2011, foi formalizada em agosto do ano passado, após um protocolo de intenções assinado, entre o governador Simão Jatene e o general de Exército Oswaldo Ferreira, comandante do Comando Militar do Norte (CMN). O projeto de instalação do CMBEL também teve a parceria da Prefeitura Municipal de Belém e articulação do senador Flexa Ribeiro.
Para o governador, o Colégio Militar traz mais que um projeto pedagógico para Belém. “Esse colégio ajuda também a formar uma sociedade com valores e princípios. Trazer essa instituição para Belém é realizar um sonho, ela é uma escola de referência e com muita demanda de vários estados. Tivemos que ir algumas vezes a Brasília no comando do Exército para fazer dar certo. Mas tenho certeza que, se não fosse o esforço de muitos envolvidos, não realizaríamos esse sonho”, declarou.
A sede do colégio será no prédio centenário que abrigava a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), na avenida Almirante Barroso. O colégio atenderá, a princípio, 120 jovens, filhos de civis e militares, selecionados para o 6º ano do Ensino Fundamental.
A proposta pedagógica do CMBEL seguirá a do Sistema Colégio Militar do Brasil, única em âmbito nacional, o que garante a excelência, por estar consolidada nos demais estados da Federação. O modelo adotado é o moderno ensino por competências, oferecendo ferramentas para que o aluno possa resolver situações da vida real, tendo como base a experiência adquirida desde 1889, quando foi criado o primeiro Colégio Militar do Brasil, no Rio de Janeiro, também denominado “Casa de Thomaz Coelho”.
O CMBEL será inserido no contexto educacional paraense, e terá por base os valores éticos e morais, os costumes e as tradições cultuados pelo Exército Brasileiro.
Com informações da Assessoria de Comunicação do Exército
Bruna Campos
Secretaria de Estado de Comunicação



Nota sobre desabamento do forro no Ophir Loyola
A direção do Hospital Ophir Loyola informa que a funcionária que sofreu o incidente na noite de segunda-feira, 11, passa bem e recebeu todos atendimentos de urgência imediatamente. Ela também realizou exames de diagnóstico como tomografia e raio-x.
Sobre o fato, a direção informa que ocorreu um descolamento de reboco da área antiga do Hospital, área construída há mais de 50 anos, e que não apresentava nenhum indício de risco, como rachaduras e outros sinais. Esses itens são sempre monitorados pelos engenheiros do próprio hospital.
O setor de engenharia do Hospital assegurou que a lage principal está totalmente íntegra sem oferecer maiores riscos.
Texto:
Rodolfo Souza


Santa Casa valoriza a memória do primeiro hospital de Belém



Ele chega a passos bem lentos, com a ajuda inseparável de uma bengala. Com 83 anos, a idade de Alípio Bordalo já não o permite andar por toda a Santa Casa, como fazia antes. Mas é só começar a falar do Museu, fundado por ele, que traz a história do hospital mais antigo de Belém, a voz ganha vigor e imponência. “O que me motivou a criar esse museu foi o idealismo. Sentia a necessidade de reunir todo o acervo histórico em um local determinado, que pudesse ser visitado, estudado e pesquisado, como realmente está sendo feito. Foi um trabalho de formiguinha, porque a maioria do material estava abandonado. Mas hoje, me sinto realizado porque isso aqui é um patrimônio histórico e cultural. Quem não tem memória, é um povo apagado”, diz.
O médico, que durante 45 anos trouxe ao mundo milhões de bebês paraenses na Santa Casa - o primeiro hospital de Belém -, hoje se realiza ajudando a contar, com a ajuda do acervo do museu, cada detalhe da história do lugar, que se confunde com a própria história de Belém. Fundado em junho de 1987, em uma sala do antigo pavilhão das “Filhas de Santana”, o museu traz um acervo constituído por 15 coleções, entre elas a de louças e utensílios, farmácia antiga, esculturas, documentos, mobiliário artístico, lápides e fotografias. Entre os bustos de alguns ex-diretores da Santa Casa, Alípio vai falando, com altivez: “ Todos eles são de mármore maciço, feitos, em sua maioria, na Itália”.
História - A Santa Casa foi o primeiro Hospital de Belém. Construído 34 anos depois da fundação da cidade, no dia 24 de fevereiro de 1650, com o nome de Irmandade da Santa Casa de Misericórdia do Pará, o Hospital sempre foi referência no atendimento de pessoas carentes. Atualmente o museu/arquivo Alípio Bordalo guarda parte dessa memória da saúde e da medicina feitos no século passado.
Após longa polêmica, tudo faz crer que a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia do Pará foi fundada aos dias 24 de fevereiro de 1650. O fundador é desconhecido. A princípio, a igreja e o albergue eram de taipa e pilão e se localizavam na antiga rua Santo Antônio dos Capuchos, com o Largo da Misericórdia, hoje, Praça Barão de Guajará, onde está o prédio da loja Paris n' América.
D. Afonso VI, rei de Portugal, conferiu em 12 de julho de 1667 à Irmandade da Misericórdia paraense, o diploma concedendo as mesmas isenções, graças e privilégios de que gozava a Irmandade da S C da Misericórdia de Lisboa.
Após sérios desentendimentos políticos entre o Bispo do Pará, D. Manoel d' Almeida Carvalho, e as autoridades civis da província, especialmente com o Juiz de Resíduos e Capelas, José Marques da Costa, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia tomou posse de todos os bens da Confraria da Caridade, instituída pelo grande benemérito D. Frei Caetano Brandão, 6° Bispo do Pará, inclusive o Hospital "Senhor Bom Jesus dos Pobres", inaugurado em julho de 1787, pelo referido Bispo, no antigo Largo da Sé. Isso aconteceu no dia 18 de abril de 1807.
O Hospital "Senhor Bom Jesus dos Pobres", se pode considerar o 1° nosocômio de alvenaria do Pará, e atendeu a população carente durante as epidemias de cholera-morbus, varíola e febre-amarela, durante o século XIX.
Durante o primeiro governo republicano de Justo Chermont, conforme o Decreto Estadual n° 291, de 20 de novembro de 1890, houve, pode-se dizer, a 1° intervenção do Estado junto à Irmandade da Santa Casa, com ampla reforma dos estatutos regimentais, passando a se chamar - Associação Civil de Caridade Santa Casa de Misericórdia do Pará. Motivos político-religiosos diminuíram a influência da Igreja Católica e aumentaram a do Estado.
Em janeiro de 1990, com apoio do Governo do Estado, a instituição passa ao regime jurídico de Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, sendo nomeado Presidente, Clodoaldo Ribeiro Beckman.
Além dos dois hospitais de caridade, a Santa Casa de Misericórdia do Pará, dirigiu também o antigo Lazareto do Tocunduba, o Hospital Domingos Freire, Serviços de Loterias e Funerário.
Em 2013, foi inaugurada a Unidade Materno Infantil “Dr. Almir Gabriel”, dotada de uma moderna estrutura.
Orgulho - Há 29 anos funcionando como centro de valorização da memória da Santa Casa e de Belém, o Museu/Arquivo histórico da Santa Casa tem o objetivo de preservar, pesquisar e divulgar o valioso patrimônio científico, histórico e cultural do Estado. O orgulho do fundador Alípio é dividido também com a servidora do Estado Tammy Bernal, coordenadora do museu. “Eu me sinto muito feliz, contribuindo, como servidora e moradora de Belém, podendo guardar, fazer algo em prol da nossa própria cidade, da nossa criação, nossa história”. 
Texto:
Syanne Neno



Hemopa reforça convocação de voluntários para conter queda no estoque técnico










Nesta terça-feira, 12, dia em que Belém completa 400 anos, a sede da Fundação Hemopa, no bairro de Batista Campos, estará de portas abertas, das 7h30 às 17h, para receber os voluntários dispostos a aliar a solidariedade às comemorações pelo aniversário da capital paraense. A iniciativa busca restaurar o estoque de sangue do hemocentro, que já está abaixo de sua capacidade de atendimento com apenas 50% e reserva técnica. Como presente para Belém e para os pacientes das redes pública e privada que necessitam desse apoio, o Hemopa espera fechar o dia com pelo menos 400 bolsas de sangue coletadas.
Texto:
Pâmela Assunção


Novo sistema operacional do Ciop vai ampliar cobertura do serviço 190
Desde o início deste ano o Centro Integrado de Operações (Ciop) está operando com um novo sistema tecnológico operacional, o I/CAD Intergraph/Computer-Aided Dispatch (Despacho Auxiliado por Computador),que funciona como controle de ocorrências registradas pelo tridígito 190 e utiliza dados de georreferenciamento.
“Com o novo sistema, o atendente busca no monitor a localização exata da ocorrência e a viatura mais próxima, que é acionada de imediato. E se o local estiver próximo de uma de nossas câmeras ainda podemos acompanhar o que se passa em tempo real. Antes não tínhamos essa possibilidade, apenas recebíamos a ligação e repassávamos pelo rádio para acionar a viatura. Não era possível fazer esse monitoramento que o sistema nos permite agora”, explica o diretor do Ciop, coronel PM Heyder Calderaro Martins. 
O I/CAD é o mesmo sistema usado como referência pelo núcleo de segurança pública dos Estados Unidos, e ainda pelas polícias de Nova York e Washington. Para implantá-lo no Estado, o governo do Pará investiu R$ 5,75 milhões. Além de garantir maior rapidez na geração de informações e na comunicação, o software também serve como uma espécie de portal online para gerar relatórios estatísticos, mapas, e dispõe ainda do dashboards (painel de controle que permite ser customizado).
“Uma outra característica do Sistema é que ele pode ser usado por todos os órgãos que compõem o Sistema de Segurança Pública do Estado, permitindo que cada um o explore de acordo com as suas demandas. Isso garante mais eficência, rapidez e direcionamento na utilização dos recursos para melhor atender a população”, diz Calderaro.
Além dessa, outras inovações estão previstas para este ano, como a implantação de uma nova central telefônica, que permitirá aumentar o número de atendentes e ampliará a cobertura do serviço 190. “O objetivo com essa mudança é melhorar o atendimento e garantir maior eficiência ao trabalho do Ciop. Já foi aberto o processo de licitação para terceirização do Call Center, o que nos possibilitará aumentar o número de atendentes e dar uma resposta mais rápida e positiva à população. Com isso, o policial que antes ficava aqui na Central fazendo esse trabalho vai poder voltar para as ruas e reforçar o contingente operacional”, finalizou Calderaro.
O investimento em tecnologia empregada no Sistema de Segurança Pública do Estado não beneficia somente a capital e Região Metropolitana. As licenças do Sistema I/CAD  também permitem que os Núcleos Integrados de Operações (NIOps) e os Centros de Atendimento e Despachos (CAD) em diversos locais no interior do Estado possam também utilizar este tipo de monitoramento.
I/CAD e Sisgrapgh
A Hexagon Sisgraph é uma empresa representante do grupo Intergraph, para o Brasil e América Latina, responsável por desenvolver o I/CAD, que é um sistema de referência para solução de automação de recursos de segurança pública. Referência em gestão pública na área de segurança, o software funciona em cerca de 20 países, além do Brasil, onde já opera nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Maranhão, Rondônia, Amapá, Sergipe, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
Texto:
Tatiane Dias


Emater trabalha para melhorar a base produtiva na região das ilhas de Belém
Belém completa 400 anos nesta terça-feira (12) contando com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) no processo de desenvolvimento da base produtiva. O escritório da Emater no município está instalado em Icoaraci, atendendo cerca de mil famílias de agricultores familiares, das mais diversas categorias, que desenvolvem atividades como manejo de açaizais nativos, cultivo de hortaliças e mandiocultura, entre outras.
O público-alvo é a população ribeirinha das ilhas sul da Grande Belém (Maracujá, Grande, Jussara e Combu) e das ilhas norte (Cotijuba, Tapanã, Outeiro e Mosqueiro). A consolidação dessas áreas como ambiente rural produtivo gerou demandas por assistência técnica e financiamentos, fomentos, comercialização, processamentos e beneficiamento da produção, além da facilitação de acesso aos programas agrícolas. A Emater atua em parceria com diversas instituições que ajudam no crescimento sustentável dos pequenos produtores, na perspectiva da consolidação do conceito agroecológico das cadeias produtivas.
A orientação técnica dada aos pequenos produtores inclui o segmento produtivo constituído pelas mulheres. A mão de obra feminina tem sido decisiva no setor produtivo, principalmente nas áreas de açaizais e no artesanato, nas quais elas participam ativamente do processo produtivo familiar. As instruções adequadas recebidas da Emater ajudam a elevar os ganhos na produção familiar.
As intervenções técnicas para o manejo dos açaizais nativos obedecendo aos princípios agroecológicos para conservar as espécies nativas, que proporcionam a alimentação dos animais, além do benefício econômico para as famílias, contam com expressiva participação feminina. As mulheres são orientadas a acessar instituições de assistência e agentes financeiros. Quase 50% dos acessos a créditos rurais, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são de mulheres.
A Emater busca integrar também a juventude, que mostra certa descontinuidade das atividades rurais, como fenômeno decorrente do êxodo rural, agravado nas zonas periurbanas, devido à proximidade dos atrativos urbanos oferecidos aos jovens, arriscando a continuidade das atividades agrícolas, responsável por mais de 70% da produção dos alimentos consumidos pelos brasileiros. Aos jovens, filhos dos pequenos produtores rurais, a Emater desenvolve ações de estímulos, para que a sucessão familiar seja contemplada.
Nos projetos desenvolvidos na Ilha Grande, por exemplo, dezenas de jovens são estimulados a entender a importância e potencialidade da produção extrativista do açaí. Eles participam de visitas, cursos, palestras, excursões e treinamentos de manejo, entre outras atividades. Segundo o engenheiro agrônomo Lucival Solim Carvalho Chaves, “as famílias gradualmente despertam para tal necessidade e, nós, num trabalho de beija-flor, estimulamos os jovens interessados nessa integração”.
Texto:
Edna Moura


Ophir Loyola implanta Laboratório de Biologia Molecular
Data da Pauta:
14/01/2016 00:00:00
Expira em:
14/01/2016 0h00
Local:
Hospital Ophir Loyola
Endereço:
Av. Magalhães Barata nº 992, São Brás, Belém - PA
Contatos:
Ascom HOL 98814-4608/984033670/32656643/6609

O Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Ophir Loyola inaugura nesta quinta-feira (14), às 9h, uma ala especializada com alta tecnologia para a classificação de leucemias - doenças que tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. O Laboratório de Biologia Molecular vai identificar as alterações genéticas responsáveis pelo aparecimento dos tumores e fornecerá informações necessárias para montar esquemas de quimioterapia para obter resultados mais precisos no tratamento de pacientes com câncer.
Junto a este grande empreendimento, o hospital referência em Ensino e Pesquisa, também será pioneiro em disponibilizar a primeira Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia do Pará, em parceria com o Hemopa. Com a residência, o hospital vai reparar a carência nessa área, além de oferecer mais oportunidade de qualificação para os residentes de medicina, que contarão com apoio do laboratório Manuel Ayres para o desenvolvimento de pesquisa científica.
Segundo Luiz Cláudio Chaves, diretor geral do Ophir Loyola, o laboratório representa um grande avanço no tratamento oncológico, a medicina personalizada, que permite o direcionamento clínico e do tratamento quimioterápico específico para cada paciente. “Os ganhos obtidos com a inauguração de um laboratório deste nível serão tanto quantitativos como qualitativos, permitindo maior rotatividade de leitos. Os pacientes vão contar com as técnicas de biologia molecular que unem rapidez, confiabilidade e precisão no diagnóstico”, ressaltou Chaves.
Doutor em Genética, o pesquisador Rommel Burbano explica que o laboratório permitirá a assistência diagnóstica dos pacientes a partir do reconhecimento das alterações genéticas que levaram ao aparecimento dos tumores. Segundo o pesquisador, a implantação da biologia molecular é de extrema importância para a assistência à oncologia, porque permitirá indicar qual a terapia mais adequada para um determinado paciente de acordo com a alteração genética que o mesmo apresentar no seu DNA tumoral.
A implantação do laboratório foi possível devido aos repasses de recursos de ações trabalhistas pelo Ministério Público do Trabalho. A decisão ocorreu após uma visita do procurador do trabalho, Dr. José Carlos Azevedo durante o primeiro semestre de 2014, à ala pediátrica, onde a maioria das crianças fazia tratamento contra leucemia. O espaço físico atende aos padrões e portarias estabelecidos pelo Ministério da Saúde com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Tecnologia - O laboratório possui um termociclador e um sequenciador genômico de última geração, este último capaz de realizar o genoma completo do paciente, em seis horas. Os testes de alta tecnologia trarão resultados precisos em três horas. Inicialmente será voltado exclusivamente para leucemia e posteriormente será estendido aos tumores sólidos, com uma capacidade de mais de 100 testes de diagnósticos e de monitoramento por dia.
Na área de ensino, pesquisa e extensão, o laboratório vai incentivar a pesquisa e produção científica com os resultados obtidos. “Não serão pesquisados apenas prontuários, mas como se originaram as alterações clínicas. As ferramentas de monitoramento e a análise genética abrem um banco de dados bem maior de pesquisa, contribuindo para a disseminação de informações e o planejamento das ações de saúde pública”, explicou Alberto Ferreira, Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa.
Serviço:
Lançamento do Laboratório de Biologia Molecular
Data: 14 de Janeiro
Hora: 9h
Local: Auditório Luiz Geolaz

Entrevistados:
Luiz Cláudio Chaves - Diretor geral do Ophir Loyola
Alberto Ferreira – Chefe do Departamento de Pesquisa
Rommel Burbano – Coordenador do Laboratório de Biologia Molecular
José Carlos Azevedo – Procurador do Trabalho
Texto:
Leila Cruz


Estudantes da rede estadual participam de atividades em homenagem a Belém
Desde os primeiros momentos deste mês de janeiro, estudantes de escolas públicas estaduais na capital paraense protagonizam atividades comemorativas pelos 400 anos de fundação de Belém. Em programações organizadas pelos gestores e professores, os alunos se mostram conscientes de que a data precisa ser assimilada como um momento singular na história da “Cidade das Mangueiras”. Assim, visitas programadas de turmas, exibição de números de dança e outras iniciativas têm sido colocadas em prática e ocorrerão também ao longo de 2016.
Estudantes da Escola Estadual Justo Chermont, do bairro da Pedreira, participaram de visita monitorada à Estação das Docas para conhecer um pouco mais sobre a trajetória histórica da cidade. Os estudantes também visualizaram os guindastes históricos do cais do porto. A própria transformação dos antigos armazéns da Companhia Docas do Pará (CDP) no complexo turístico é um indicativo das transformações que a Cidade de Belém sofreu e vem sofrendo nos últimos anos, ou seja, presente, passado e futuro se encontram diante da Baía do Guajará.
Sentimento – Um dos atrativos de Belém para quem aqui mora ou chega de viagem é a dança. Meninos e meninas da Escola Estadual General Gurjão, do bairro histórico da Cidade Velha, organizaram números de danças típicas, como o carimbó, siriá e lundu. Os ensaios foram na própria sala de aula. Os alunos também fizeram cartazes sobre a cidade onde moram. Em um deles estava escrito: “Belém é a cidade do açaí”, expressando o carinho dos pequeninos pela cidade fundada em 12 de janeiro de 1616.
No interesse e nas manifestações dos estudantes de idades e anos escolares diferenciados, ao longo dos últimos dias, os 400 anos de Belém cumprem sua função de reforçar o sentimento de alegria e pertencimento de meninos e meninas da rede pública estadual de ensino por fazerem parte da capital do Pará.
Texto:
Eduardo Rocha


Hemopa convoca doadores e alia solidariedade às comemorações pelo aniversário de Belém
Nesta terça-feira, 12, dia em que Belém completa 400 anos, a sede da Fundação Hemopa, no bairro de Batista Campos, estará de portas abertas, das 7h30 às 17h, para receber os voluntários dispostos a aliar o gesto solidário de doar sangue às comemorações do aniversário da capital paraense. A iniciativa ajudará a restaurar estoque de sangue do hemocentro, que está abaixo de 50% de sua capacidade de atendimento. Como presente para Belém, o Hemopa espera receber cerca de 400 coletas.
“É uma forma simbólica e muito representativa de demonstrar seu amor à Belém e ao seu próximo”, destaca assistente social Juciara Farias, titular da Gerência de Captação de Doadores, agradecendo ainda as parcerias para promoção da doação de sangue, especialmente, neste período do mês, quando o volume de coletas está bem abaixo do normal, em virtude das intensas chuvas e elevação dos casos de doenças ocasionadas pelo “inverno amazônico”.
Ainda no dia 12, paralelamente, o hemocentro também estará recebendo, membros do Sindicato Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Pará (Sescon/Pa), que estão realizando a campanha  “Empresário contábil, você que estende a mão ao negócio, estenda o braço a quem precisa: doe sangue”, até o dia 15 deste mês.
Conforme a programação do Sescon/Pa, a terça-feira, 12, será o dia “D” para celebrar a data da categoria, comemorada junto com o aniversário de Belém. De acordo com a gerente sindical Jaciara Patrícia Neves Sousa, diretores, gerentes e demais membros, familiares e amigos devem reunir-se na sede do Hemopa para festejar o Dia do Contabilista com muita solidariedade, doando sangue
Carnaval – Com o início da folia carnavalesca, a gerente Juciara Farias também aproveita para convidar os potenciais doadores de sangue para campanha “O Carnaval está no sangue do paraense. A solidariedade também. Doe sangue”, que será promovida do dia 30 deste mês até o dia 6 de fevereiro. Na abertura do evento, a meta será  de 500 coletas, e de 250 doações, no decorrer da campanha. A ação tem a finalidade de reforçar o estoque estratégico para atendimento da demanda transfusional da festa de momo, quando as solicitações hospitalares aumentam em torno de 40%, devido o aumento das intercorrências hospitalares, provocadas pelos excessos do período festivo.
A assistente social antecipa que a campanha do carnaval será estendida à Unidade Hemopa Castanheira, na BR 316; e nos municípios de Castanhal, Marabá, Santarém, Abaetetuba, Altamira, Tucuruí, Redenção e Capanema. “Então, antes de cair na folia, doe sangue”, pede a titular da Gecad.
Durante a campanha, os voluntários vão dispor de lanche especial, cantinho da selfie, bloco da solidariedade; desfile com blogueiras de moda, oficina de customização de camisetas, distribuição de material educativo sobre AIS/DST’s,  entre outros.
Devido o expediente ser facultado nas repartições públicas do Estado nesta terça-feira, a Gecad informa que o serviço não funcionará somente na Unidade de Coleta do Castanheira, na Br 316, KM 01.
Quem pode doar sangue: Qualquer pessoa bem de saúde, com idade entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos podem doar somente com autorização dos pais ou representante legal. O candidato deve pesar acima de 50 quilos É necessário apresentar documento de identidade original e com foto, e estar bem alimentado.
Serviço: O Hemopa fica na Trav. Padre Eutíquio, 2.109, em Batista Campos.
Texto:
Pâmela Assunção


Cosanpa instala novos hidrômetros para estimular o uso racional de água
Antes, o cavalete que media o consumo de água nas residências era encontrado dentro das casas ou condomínios. O morador precisava autorizar a entrada do leiturista (funcionário encarregado de ler as marcações de consumo de água) e algumas vezes, corria o risco de assalto com alguns oportunistas se fazendo passar pelos agentes da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa). Essa situação vai ficando cada vez mais pra trás. Desde 2007, a Cosanpa começou a instalar hidrômetros para a medição do consumo de água nas calçadas em frente às casas e prédios e não mais dentro das residências. 40% das residências de Belém já foram hidrometradas. De janeiro a abril deste ano, mais 2.400 novos hidrômetros serão instalados em alguns bairros de Belém, para uma população de 12 mil habitantes.
A ação faz parte do planejamento 2016 da diretoria de mercado da concessionária, que visa regularizar a cobrança do fornecimento de água com base naquilo que os clientes consomem e ainda incentivar o uso racional da água. “O que é bom para o consumidor é que com o hidrômetro novo, o cliente só vai pagar o que usar. E dessa forma, a prática de evitar o desperdício vai implementar um dos grandes objetivos da Cosanpa, que é o uso racional da água”, disse o diretor de mercado da Companhia, João Barral.
O trabalho da instalação de novos hidrômetros recomeçou no dia 4 de janeiro e agora está sendo coordenado pela Unidade de Negócios Norte da Cosanpa em parte dos bairros da Pedreira, Marco, Sacramenta, Souza e Telégrafo. “Antes, a diretoria de mercado fazia a troca dos hidrômetros com base no estoque e nos equipamentos. Agora, os aparelhos foram repassados para as unidades de negócios, que estão mapeando as áreas com maior necessidade”, ressaltou João Barral.
Na manhã desta segunda-feira, 11, a ação de instalação dos hidrômetros foi realizada na travessa Mariz e Barros, entre a Av. João Paulo II e Av. Rômulo Maiorana. Nos bairros de Nazaré e Umarizal, o trabalho vem sendo feito desde o mês de dezembro.
A coordenadora da ação, Adriana Cardoso, reforça as questões do controle do consumo e da segurança da medição: “O consumidor agora vai passar a ter a chave da caixa do hidrômetro, para que possa acompanhar a leitura quando quiser. O leiturista do consumo também vai ter a cópia da chave para obedecer ao cronograma mensal de medição de consumo de água em cada residência”, informou a coordenadora. Com a instalação dos hidrômetros, o consumidor vai ficar atento a possíveis canos quebrados que proporcionam gasto abusivo de água. “Antes, se houvesse esse problema, o consumidor não se importava tanto porque pagava uma taxa mensal. Agora, com o controle maior do consumo de água, feito pelos hidrômetros, ele vai pagar realmente o que consumir”, reforçou Adriana Cardoso.
A meta da Cosanpa é instalar os hidrômetros futuramente em todos os bairros de Belém e dentro de quatro anos atingir a marca de 150 mil leitores de consumo de água.
Texto:
Syanne Neno


Projetos de infraestrutura priorizam mobilidade e qualidade de vida na capital
Um dos maiores desafios das grandes metrópoles é a mobilidade urbana, condição que impacta diretamente sobre a saúde e a qualidade de vida da população, exigindo dos governos uma revisão permanente do planejamento e das políticas de infraestrutura na busca por soluções para o caos no trânsito. Na capital paraense não é diferente. Belém também enfrenta o dilema 'reorganização da atividade urbana x melhoria do sistema de transporte'. Somente os investimento do governo do Estado nesse setor somam mais de um bilhão de reais, aplicados em obras.
Maycon Douglas Silva, 23 anos, é barbeiro e mora há 15 anos na passagem Coração de Jesus, no bairro Curió-Utinga, em Belém. Ele lembra bem como era a realidade do lugar há cerca de 10 anos. “Isso aqui era só mato, além de perigoso o trânsito nessa área não fluia. E desde pequeno ouvia boatos de que iriam abrir a João Paulo II. Os anos foram passando e eu já pensava que isso ia ficar só no boato mesmo, mas há coisa de uns quatro anos eu pude constatar que realmente a obra iria sair. Agora a gente consegue ver melhorias concretas, e é isso que nós, cidadãos, esperamos dos governos”, enfatizou Maycon.
A opinião de Maycon é a mesma de milhares de pessoas que esperam para ver sua rua, seu bairro e sua cidade contemplados com projetos que assegurem, além de melhorias urbanísticas, de saneamento e infraestrutura, a tão propalada mobilidade. A Avenida João Paulo II foi prolongada até a passagem Mariano para desafogar o trânsito na Avenida Almirante Barroso, uma das principais vias de entrada e saída da cidade. “Agora a gente vê modernidade e progresso por aqui, não é mais sonho, é realidade”, finalizou.
O prolongamento da Avenida João Paulo II, que constitui a segunda etapa do projeto Ação Metrópole, totaliza investimentos na ordem de R$ 300 milhões. O diretor geral do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), Cesar Brasil Meira, fala destaca o esforço do governo em solucionar a questão, mesmo em meio à crise que atinge o país. “O Pará investiu, em 2015, um valor aproximado de R$ 1,3 bilhão para a entrega de obras essenciais em vários municípios. Entre as que contemplam a questão da mobilidade destacam-se a da Avenida Independência, da PA-150, que foi praticamente reconstruída, e as das ponte sobre os rios Curuá e Igarapé-Miri. Já as obras das Avenidas João Paulo II e Perimetral estão em andamento. Agora estarmos aguardando apenas a autorização do Ministério dos Transportes/DNIT para iniciarmos o BRT Metropolitano”, informa.
A nova avenida será uma via metropolitana de duas pistas para tráfego geral, no sentido Passagem Mariano/ BR-316, separadas por canteiro central de largura variável, com acostamentos, ciclovias e calçadas projetadas para garantir a acessibilidade. Também contará com drenagem, iluminação pública e monitoramento de segurança. Sete passarelas para pedestres serão implantadas ao longo da via, às proximidades dos seis pares de pontos de ônibus urbanos. O prolongamento compreende uma extensão de 4,7 quilômetros do trecho que vai da Passagem Mariano à Rodovia Mário Covas, e contará com duas pontes.
“A João Paulo II é mais que uma obra de mobilidade urbana, ela também trará benefícios ambientais e sociais. Durante a fase de elaboração do projeto da avenida procuramos priorizar o aspecto da sustentabilidade, pela proximidade da obra com o Parque do Utinga, de forma a beneficiar a população que vive nos bairros do entorno - Guanabara e Castanheira - e para isso incluímos ações e projetos que minimizassem os impactos socioambientais da obra”, pontuou Meira. A área de abrangência do projeto soma 271,41 hectares e abrange os bairros do Curió-Utinga, Guanabara e Castanheira, que juntos têm aproximadamente 40 mil habitantes.
Outra importante obra de mobilidade urbana de Belém é a duplicação da Avenida Perimetral, que começou a ser executada em janeiro de 2014 e alcança uma área de quase cinco mil quilômetros de extensão entre os bairros da Terra Firme e do Guamá. Na primeira fase, que compreende os trabalhos no perímetro que vai da avenida João Paulo II ao parque tecnológico da Universidade Federal do Pará (UFPA), já foram entregues 3.100 metros para a circulação de veículos com pista dupla, canteiro central, meio fio e calçada, faltando apenas a sinalização da via e da ciclofaixa.
Os trabalhos da segunda etapa, com 1,4 km, que compreende o trecho que vai do parque tecnológico ao terminal de ônibus da UFPA, já estão em andamento. Um alívio para a dona de casa Suely Trindade. “Eu moro aqui há 26 anos e posso dizer que hoje finalmente vejo o meu sonho se realizando. A Perimetral é uma via de escoamento da cidade e por ela passa centenas de pessoas diariamente. Essas melhorias vieram em boa hora, tanto para quem mora como para quem precisa passar por aqui todos os dias”, destaca Suely, que também faz um trabalho de conscientização ambiental com a vizinhança. “A mudança não tem que partir apenas do governo, mas também dos moradores. Pra conservar a via sempre bonita é preciso que cuidemos dela, começando por não despejar lixo ao longo da via, e eu luto por essa causa”, enfatiza.
A obra na avenida Perimetral també é acompanhada de perto pelo comerciante Augustin Davi. Ele é coordenador da Comissão de Acompanhamento de Obra – CAO, criada exclusivamente por moradores da área com a finalidade de fazer a intermediação entre governo e população. “Temos uma boa relação com ambos os lados: governo e comunidade. Atuamos como porta-vozes, somos os fiscais da obra, e como qualquer morador eu espero que ela seja bem feita, como está sendo até o momento. Esperamos que quando for concluída ela sirva de referência não só para nós, moradores da Terra firme, mas para toda a cidade”, diz.
Para a especialista em trânsito e diretora executiva do Ação Metrópole, Marilena Mácola, os projetos de infraestrutura impactam principalmente sobre a qualidade de vida, condicionante cada vez mais enfatizada nas políticas públicas. “Antes mesmo de colocar em execução uma grande obra procuramos projetar como ela vai impactar no dia a dia das pessoas. Se vai trazer benefícios, se comportará a dinâmica da região em que se encontra. No caso do prolongamento da João Paulo II e da Perimetral, um dos cuidados que tivemos foi com relação à mobilidade. A abertura de novos corredores dotados de um planejamento de ocupação urbana e integração de transporte, por exemplo, faz com que o tempo de espera dos motoristas e dos passageiros no trânsito diminua, gerando menos stress, reduzindo a emissão de gases na atmosfera e melhorando a qualidade do ar que se respira. É o que buscamos para a cidade. Belém merece essa transformação”, defende.
A obra completa de duplicação da Perimetral deve ser concluída até o final de 2016.
(Com colaboração de Manuela Viana - Ascom NGTM)
Texto:
Tatiane Dias


Pro Paz promove ação de cidadania nos 400 anos de Belém











Neste terça-feira, 12, a Fundação Pro Paz em parceria com as Secretarias de Estado de Assistência, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Defensoria Pública do Estado e parceiros, como o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE/PA) e Prefeitura de Belém, promove uma grande ação de cidadania em homenagem aos 400 anos de Belém.
Durante a programação serão ofertados serviços de emissão de documentos como Carteira de Trabalho, Carteira de Identidade, 1ª e 2ª vias de Certidão de Nascimento, emissão de foto 3x4, atendimento jurídico, serviços de saúde - incluindo vacinação contra a gripe, febre amarela e hepatite B, testes rápidos de hepatites virais, Sífilis e HIV e atendimento médico por meio da unidade móvel da Sespa. A Prefeitura de Belém fará, ainda, o cadastramento para emissão do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e do programa Bolsa-Familia. Já o Instituto Embelleze ofertará serviços de maquiagem e corte de cabelo gratuitos.
Documentos exigidos – Para aquisição do RG é importante apresentar comprovante de residência, Certidão de Nascimento ou de Casamento originais e duas fotografias 3x4. Para encaminhamento de 1ª via de certidão basta comprovante de maternidade e de 2ª via, cópia da primeira certidão ou RG original. Para ter acesso à Carteira de Trabalho os documentos exigidos são a Certidão de Nascimento ou RG originais mais uma fotografia 3x4.
Texto:
Mayara Albuquerque


Pesquisa produzida no Metropolitano é destaque nacional na Revista Prática Hospitalar
Pesquisa produzida pela equipe de Residência Multiprofissional de Fisioterapia do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), situado na Região Metropolitana de Belém, ganhou repercussão nacional após a publicação de artigo científico na 102ª edição da Revista Prática Hospitalar, dos meses de novembro e dezembro. O tema abordado foi o impacto da fisioterapia na reabilitação de pacientes submetidos à drenagem de tórax, atendidos na unidade. De acordo com o levantamento, o trauma foi responsável por 37,5% das internações em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cirurgia torácica, com 13,2% dos casos culminando em óbito. A partir deste cenário, foi concluído que durante a internação do paciente submetido a tratamento cirúrgico por meio de drenagem torácica com atendimento de fisioterapia, houve predomínio do sexo masculino. O principal diagnóstico foi de hemotórax, e o tempo de dreno de aproximadamente seis dias, além de internação hospitalar de nove dias.
O crescimento das internações por causas externas, especialmente entre os adultos e jovens, tem aumentado o interesse pelo desenvolvimento de estudos na área de traumatologia. De acordo com a pesquisa, mais de 90% dos pacientes eram do sexo masculino e a média de idade foi de 29 e 19 anos. Diversos fatores contribuem para os maiores índices de trauma, entre os quais, destacam-se as condições de tráfego nas grandes cidades e a adoção de comportamentos de risco, principalmente, entre os mais jovens. Nos últimos anos, tem sido observado o aumento da ocorrência de traumas torácicos, que chegam a provocar 25% dos óbitos em casos de politraumatismo.
A pesquisa foi conduzida pelo fisioterapeuta coordenador de Ensino e Pesquisa do HMUE, Leonardo Ramos, e pela supervisora da Reabilitação, Gabriela Lima. Houve ainda a colaboração dos profissionais Kéven Gonçalves, Rafaela Macedo, Fabiano Boulhosa, Ana Karoliny Santos, a residente Juliana Amaral e o professor da Universidade Estadual do Pará (UEPA), Renato Teixeira, além das estagiárias Bárbara Wariss e Monique Silva. A coleta de dados envolveu aproximadamente 200 prontuários de pacientes de ambos os sexos, com faixa etária de 18 a 59 anos de idade, por meio do Serviço de Arquivamento Médico e Estatístico (SAME) do HMUE.
Pesquisa
O Departamento de Ensino e Pesquisa (DEP) do HMUE tem como principal objetivo oferecer apoio ao ensino e a pesquisa, com a responsabilidade de gerar e disseminar o conhecimento, além de proporcionar qualificação acadêmica e científica aos novos profissionais da saúde. Em média, 50 pesquisas científicas são realizadas anualmente no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), nas áreas de medicina, enfermagem e fisioterapia. A viabilidade do projeto de pesquisa é avaliada pela a coordenação de Ensino e Pesquisa e a diretoria da área. 
O Hospital
Neste primeiro semestre de 2016, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência completa dez anos de funcionamento. Unidade pública e gratuita pertencente ao Governo do Pará, o hospital é gerenciado pela Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar. 
Texto:
Nilson Cortinhas




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