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quinta-feira, março 10, 2016

ESCOLA DE SAMBA RANCHO NÃO POSSO ME AMOFINÁ PROCURA UM PRESIDENTE

A Escola de Samba, Rancho Não Posso Me Amofiná, 82 anos de história no carnaval paraense, a 4ª Escola mais antiga do Brasil, deve colocar uma placa na porta de sua sede própria depois do dia 20 de março próximo, caso não apareça um presidente para assumir a mesma.
Jango Vidal, que e encontra no comando da mesma há 8 anos, sendo este último comandando a Junta Governativa, deve mesmo se aposentar depois de 36 anos de vida dedicada à sua Escola de coração. Só para se ter uma ideia, a sede atual do Rancho, totalmente revitalizada por ele em dois dos oito mandatos, tem na sua construção principal 40%, sendo 60% dividido entre o saudoso Bosco Moyséis e Zé Manoel Lhamas.
Os projetos sociais que atendem não só a Família Jurunense, mas também famílias até mesmo de outros bairros da Região Metropolitana, podem ficar desassistidas a partir do dia 20 de março, quando está marcada a data das eleições na Escola.
Na reunião de Assembleia Geral do último dia 8 de março, a mesma foi tomada de comoção com as explanações de Jango Vidal, quando prestou contas de sua administração como presidente da Junta para o Conselho Fiscal e também o Conselho Deliberativo e colocou as cartas na mesa:
“Da forma como a Fumbel conseguiu colocar em definitivo a falta de credibilidade do carnaval perante os patrocinadores, será impossível, se fazer carnaval em 2017 como foi em 2016. A nova Lei Fiscal, que graças a Deus o Rancho segundo informações, já está a cerca de 8 anos a frente das demais acompanhando o que determina a Lei, faz com que as Escolas caminhem com seus próprios pés, embora possa retirar ajuda institucionais. Mas para o carnaval, enquanto nada se normaliza no País, está difícil.”.
Jango disse também que estava com dois patrocinadores na ‘ponta da agulha’ para acertar para ser enredo do carnaval, porém, eles mesmo recuaram diante do presenciaram no resultado do carnaval de Belém de 2016, quando Rancho foi penalizado com a perda do título, onde os jurados deram 10 para Escola e a Fumbel, que apenas administra o carnaval, penalizou o Rancho com dois pontos, sem direito de defesa, diante de provas absurdas.
“Como pode um empresário investir pesado no carnaval e vê o resultado sendo manipulado. Acredito que até os jurados nesta estória toda, ficaram desacreditados, pois de nada adiantam ficar a noite inteira assistindo os desfiles das Escolas, analisando-as minunciosamente, e veem no final a sua própria nota sendo excluída, penalizada, mas uma ideia o empresariado que mesmo em meio a crise, manifestava a vontade de ajudar”, comentou Jango Vidal. O Rancho recorreu na Justiça a conquista do título de 2016.
Conselheiros da Escola a exemplo de anos anteriores, faziam abaixo-assinado para pedir a permanência de Jango Vidal, tentaram fazer novamente a lista, porém o próprio Jango Vidal pediu para que não o fizesse, pois “a situação realmente é crítica: a falta de credibilidade do carnaval de Belém dificultou cem por cento qualquer passo a ser dado pra o carnaval de 2017, por pelo menos para o Rancho que faz um carnaval de luxo e caro”.

As eleições estão marcadas para o dia 20 de março. Quem se propor a ser presidente, a vaga está aberta.
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