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sexta-feira, maio 20, 2016

Concurso da Policia Militar do Pará oferta 2194 vagas + 2 MIL VAGA



AUTOAJUDA: Para o momento da dor
 



VAMOS RIR UM POUCO COM O GATO?




ATENÇÃO!

Estado abre mais de duas mil vagas no concurso da PM
O Governo do Pará publicou, no Diário Oficial do Estado do último dia 20 de maio, o edital do concurso público que dá continuidade à política de renovação do quadro efetivo de servidores da Polícia Militar. Serão abertas 2.194 vagas, distribuídas para dois mil soldados (200 para o sexo feminino), 160 para oficiais e outras 34 para a área de saúde (oficiais). Para concorrer às vagas é necessário ter concluído, no mínimo, o Ensino Médio.
As provas serão aplicadas em quatro municípios: Belém, Santarém, Marabá e Altamira. A primeira etapa será na data provável do dia 31 de julho de 2016, das 8h às 12h (horário de Belém). Serão questões objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os candidatos. As outras etapas serão a avaliação de saúde, o teste de avaliação física e, por fim, a avaliação psicológica.
As inscrições poderão ser feitas no site www.portalfadesp.org.br, no período de 24 de maio a 23 de junho, com taxas no valor de R$ 70 para o cargo de soldado, R$ 80 para oficial e R$ 100 para oficial na área de saúde. A organizadora do concurso é a Fundação de Amparo e Desenvolvimento de Pesquisa (Fadesp).
Para se inscrever no concurso, o candidato deverá ser brasileiro, ter idade mínima de 18 anos na data de matrícula do curso e máxima de 30 anos no último dia de inscrição no concurso; ter concluído o Ensino Médio até a data de matrícula no Curso de Formação de Praças da PM; estar em dia com as obrigações eleitorais e militares; gozar de saúde física e mental; não ter antecedentes criminais; ter altura mínima de 1,65 metro, para homens, e 1,60 metro, para mulheres; ter reputação ilibada na vida pública e privada; ter sido licenciado da organização militar a que serviu com, no mínimo, comportamento bom; e ser habilitado para conduzir veículos automotores.
Por um período de um ano, os candidatos aprovados participarão do Curso de Formação de Praças e Oficiais. Durante o Curso de Formação de Praças, o aluno soldado receberá remuneração de R$ 788, e após a conclusão, de R$ 2.836,80. Já durante o Curso de Formação de Oficiais, o aluno receberá remuneração de R$ 1.005,71. Na condição de aspirante a oficial, ele permanecerá com o mesmo vencimento. Durante e após a conclusão do Curso de Adaptação de Oficiais, o oficial aluno (área de saúde) receberá remuneração de R$ 5.781,31. Todos os cargos farão jus ao auxílio-alimentação mensal no valor de R$ 650, durante e após a conclusão do curso.
“Quem vai ganhar mais com esse compromisso do governo do Estado é a população paraense e seus oito milhões de habitantes. Essa nova tropa que será formada irá para as ruas combater a criminalidade e também atender na área de saúde”, ressalta o comandante da Polícia Militar, coronel Roberto Campos.
“É o compromisso do Estado de reforçar a prevenção e o combate à criminalidade, mas também é um excepcional incremento ao efetivo dos quase 16 mil policiais militares que já integram a corporação. O ingresso de novos militares aos quadros da PM reforçará sobremaneira a atuação integrada das forças de segurança na capital, área metropolitana e interior paraense”, reforça o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Jeannot Jansen.
O concurso é esperado com muita expectativa por jovens de 18 a 30 anos que buscam empregos com estabilidade. Eveline Rodrigues, 28 anos, acadêmica de Pedagogia na Universidade Federal do Pará (UFPA), aguarda pela oportunidade há dois anos. “Minha maior motivação para fazer esse concurso é a oportunidade de ingressar na carreira pública e, ao mesmo tempo, participar ativamente da segurança da nossa população”, assinala.
Expectativa – A secretária de Estado da Administração, Alice Viana, afirma que há uma expectativa muito grande por parte dos candidatos. “Nossa estimativa é que 70 mil pessoas devam se inscrever para o concurso. O último certame da PM foi em 2012, com 2.180 vagas ofertadas e cerca 50 mil inscritos”, informa, explicando ainda que o processo de licitação mais qualificado e a mudança na lei de ingresso para os policiais militares contribuíram para que o edital fosse liberado agora com bastante qualidade na seleção.
Segundo Alice Viana, lançar o concurso em um momento tão delicado, quando se discute a segurança pública, é mais um compromisso do governo com a sociedade paraense. “A efetiva ampliação do quadro de policiais militares é totalmente necessária para melhorar os índices da segurança pública no Estado. Eles serão lotados nas diferentes regiões do Estado e passarão por um processo de qualificação bastante amplo, além da seleção. É uma medida voltada à melhoria da qualidade da segurança pública no Pará e à valorização dos policiais militares”, afirma.
Além do concurso do Corpo dos Bombeiros, já em andamento desde janeiro deste ano, outros certames serão abertos pelo Governo do Estado. “Estamos em fase final de elaboração da seleção para policiais civis, que ofertará 650 vagas, entre delegados, escrivãos, investigadores e papiloscopistas. O edital deve ser lançado no próximo dia 31. Todas as outras áreas da administração passam por revisão do quantitativo de vagas e redimensionamento da real necessidade, para que não se assumam maiores despesas na folha de pagamento que não sejam para reposição da força de trabalho. Ainda este ano ofertaremos diversos concursos públicos para as secretarias, fundações e autarquias da administração pública do Executivo Estadual, honrando compromissos em termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público”, finaliza.

Texto:
Syanne Neno



VALE A PENA LER DE NOVO


“Vamos fazer um ajuste duro, sem abandonar os investimentos"



Quais são os principais investimentos previstos para 2016?

Simão Jatene: A gente conseguiu, em 2015, além de garantir um equilíbrio nas contas no sentido de pagamento de pessoal, investir alguma coisa em torno de um bilhão e trezentos mil. A orientação para 2016 é manter o equilíbrio das contas, até porque o Governo Federal não só reduz a transferência, como cria despesas para que os Estados paguem. Exemplo disso é a questão do novo piso dos professores. Como você cria despesa para que os Estados ou Municípios paguem? Então, a orientação é manter o equilíbrio e garantir a continuidade das obras que estão em andamento. Agora, há investimentos que a gente deve continuar tocando em 2016 e devem ficar prontos.
Quais são os principais exemplos?
Simão Jatene: Por exemplo, o Hospital Abelardo Santos. São nove andares, em Icoaraci, é um belo hospital, faz parte dessa rede que a gente vem montando desde o primeiro governo e, cada vez mais, está ganhando musculatura e corpo. Tem o Hospital de Itaituba, porque era uma região distante e não tinha nada próximo de alta e média complexidade. A nova  Perimetral, que está faltando um “pedacinho” só para acabar, mas a gente tem que trabalhar naquele trecho da avenida que foi praticamente ocupado pela população. A mesma coisa é a João Paulo II, que já está toda aberta e com a base feita. O Hospital de Castanhal deve continuar com os investimentos. As UIPPs (Unidade Integrada do Pro Paz), nós devemos avançar em pelo menos umas 20, que estão em construção. Há ainda  escolas, são várias escolas, algumas inclusive tecnológicas, que estão ficando prontas. O Mangueirinho, que será entregue também . No que diz respeito a projetos fora, nós devemos fazer uma ponte que é um sonho antigo, que é a do Meruú, que completa e que vai ajudar muito a chegada pra Cametá. A outra é garantir a manutenção da nossa malha viária. Tem um projeto audacioso que é uma ferrovia que procura ligar o sul do Pará até Vila do Conte. A primeira etapa é de Marabá até Vila do Conde. Vai contribuir muito pra integração do Estado e dinamização da economia dessa região. Estamos trabalhando de forma discreta e cuidadosa pra não criar expectativas.
O senhor tem planos de continuar a expansão do Banpará?


Simão Jatene: Sim, a gente deve avançar na política de interiorização do Banpará.  Para você ter uma ideia, nos últimos quatro anos, praticamente dobramos o número de agências. Na história, o Banpará tinha chegado a quarenta e poucas agências, nós já superamos 80 agências. Em quatro anos conseguimos construir mais agências do que o banco ergueu em toda a vida. Esses investimentos devem continuar e a expectativa é que isso continue gerando emprego, contribuindo para que a gente tenha renda e enfrentando essa questão do desemprego, que é uma questão séria.
Em 2015, o Pará fechou no azul. E em 2016, o senhor conseguirá manter o equilíbrio fiscal do Estado?
Simão Jatene: Eu pretendo e espero que a gente consiga manter o equilíbrio, mas é bom que fique claro o seguinte: de 2014 para 2015, nós conseguimos virar o ano com algum recurso, mesmo sendo um ano eleitoral, por uma questão de responsabilidade. Obviamente, nós tínhamos a ideia de que 2015 seria um ano difícil, então nós trabalhamos muito no sentido de garantir uma certa poupança que nos permitiu compensar as perdas das transferências federais, que caíram muito, de forma recorrente, no ano de 2015. Nós conseguimos também alguns recursos extras, trabalhando com novas receitas para 2015.  Em 2016, vamos ter que trabalhar num ajuste mais duro, pelo lado da própria despesa. Eu acho que tem algumas medidas de contenção que precisam ser tomadas para que a gente não termine vivendo o que lamentavelmente alguns outros Estados estão vivendo. Alguns atrasaram pagamento de pessoal, pagaram com atraso o 13º salário.
Que ajustes são esses?
Simão Jatene: São ajustes na área da assistência, na área da previdência, porque consomem um volume grande de recursos. Tomamos muito cuidado também com a questão das contratações. O importante é que se nós não tivéssemos feitos isso, certamente teríamos estourado nossas contas, porque nós tivemos um crescimento dos gastos com pessoal grande no nosso Governo, mas esse crescimento não foi pelo aumento do número de pessoal, mas pelo aumento da remuneração das pessoas. Quando assumimos o segundo governo, em 2011, tínhamos alguma coisa em torno de 105 mil servidores e continuamos mantendo esse número. Agora, o crescimento em torno dos gastos com pessoal foi muito em função da melhoria da remuneração. Mas a gente precisa agora, cada vez mais, ter cuidado. O que é importante que a sociedade saiba? O Brasil, em 2015, é um Brasil mais pobre que o Brasil de 2014. Se isso é fato, como alguém pode imaginar que vai ter ganhos reais. É uma loucura imaginar isso e acho que a sociedade está atenta para essas coisas e está entendendo o cuidado que a gente está tendo.
A reconstrução da ponte sobre o Rio Moju foi uma das últimas obras de 2015, mas começou em 2014. Por que demorou tanto?
Simão Jatene: A demora não era o recurso para reconstruir a ponte. O problema era avaliar como nós iríamos retirar os restos do impacto sem destruir completamente a estrutura. Bateram no pilar, ele caiu e ficaram dois pedaços de ponte pendurados. Com isso, as duas laterais (uma de cada pedaço) foram puxadas, houve uma dilatação. A primeira discussão era a seguinte: se essas duas peças penduradas não estavam funcionando como contrapeso, se na hora que a gente tirasse elas não voltariam completamente e consequentemente ao voltar destruiriam tudo. Segunda: como é que se corta esta parte pendurada? Eram peças enormes, como é que você retira do fundo o pilar que estava submerso? Então, foi isso que tomou tempo. As pessoas passavam por lá na balsa e falavam: “Ah! Não estão trabalhando, não estão fazendo nada”. Não estava ali, mas tinha uma fábrica em São Paulo fazendo um equipamento que foi necessário para garantir a segurança do serviço. A demora foi essa. Feito isso, pra fazer o restante da ponte foi rápido.
Como o Pará está enfrentando o fantasma do desemprego? Os concursos são uma alternativa?
Simão Jatene: Aí, é preciso dizer uma coisa. Nós não vamos aumentar o número de servidores, até porque o Estado não aguenta isso. Nós temos lei de responsabilidade fiscal e vamos seguir a regra. O que os concursos vão fazer é substituição. Não dá pra imaginar que o Estado seja o responsável pela geração de emprego diretamente. Ele pode ser indiretamente, porque o Estado não pode ser o fim de si mesmo. Eu sempre uso um exemplo: de tudo que o Estado arrecada, mais ou menos 60%  são gastos com o pagamento do pessoal. Essa é a maior conta do setor público. Significa dizer o seguinte: de cada R$ 1 que o cidadão paga de impostos, 60 centavos vão para custear o pessoal do Estado. Alguma coisa em torno de 20% vai para custeio mesmo, como cafezinho, água, manutenção da energia. Já foram aí R$ 0,80 daquele um real. O que vai ficar para investimento é uma partezinha cada vez menor. Se o Estado não investir, você não tem infraestrutura, você não tem equipamentos, na verdade você não tem nem como prestar serviço. Então, a gente precisa ter muito cuidado com isso. Já tivemos uma época em que  se gastava tudo que arrecadava com pessoal: 94%! Quando o Almir Gabriel assumiu o governo a situação era mais ou menos essa. Quando o ex-governador Carlos Santos assumiu, o Estado já tomava dinheiro emprestado de banco pra pagar folha de pessoal.
Mas como enfrentar a questão do desemprego, então?
Simão Jatene: Primeiro é mantendo o investimento. Na hora em que a gente está, por exemplo, mantendo os investimentos pra concluir o Mangueirinho, mantendo os investimentos pra concluir os hospitais, concluindo as pontes, esses investimentos estão gerando emprego. Então, o Estado de certa forma, de modo indireto, está contribuindo para a geração de emprego. A velha lógica da politicagem de inchar a máquina não é um bom caminho.
Têm ocorrido muitos assaltos a bancos no interior do Estado. O senhor acredita que a polícia está preparada para este tipo de crime?
Simão Jatene: Você tem um avanço da criminalidade, que se equipa melhor, e o avanço da polícia, que se equipa muito melhor. Pra mim, é grave a questão da inexistência de uma política nacional que trate sobretudo das fronteiras. Essas coisas estão ligadas, não são coisas soltas. E o que é fato: o tempo em que a gente tem tido o assalto, a capacidade de resposta da polícia tem sido bastante razoável, tem sido de prender esses assaltantes, como recentemente aconteceu em Moju.
E quanto à segurança de modo geral? Além do Pro Paz, que outras ações o governo está fazendo para tentar amenizar esta situação?
Simão Jatene: Mais do que criar novos programas, o que a gente precisa é expandir o Pro Paz. Muitas vezes você acaba criando muitos programas e aí eles não conversam entre si e as coisas terminam não funcionando. O que a gente precisa é difundir isso que a gente chama de cultura de paz, que é a lógica do Pro Paz. Ele não é só um pólo para as crianças, ele tem toda uma forma nova de pensar a questão da segurança e do combate à violência. A UIPP, Unidade Integrada do Pro Paz, por exemplo, é uma delegacia apenas? Não! É mais que uma delegacia. Além dos equipamentos tradicionais de uma delegacia, ela trabalha com a presença de profissionais que na área da na mediação de conflitos. Uma coisa é a violência, a outra coisa é a segurança pública, que acaba sendo um caminho de combate à violência. A violência é um fenômeno muito mais geral. Eu tenho a percepção, posso estar enganado, que a nossa sociedade está ficando cada vez mais violenta, mais permissiva, mas também mais violenta, mais agressiva. Vamos ser francos. Coisas simples como “por favor”, “dá licença”, “obrigado”, “desculpa”, essas coisas parecem que ficaram tão difíceis hoje. A gente fala muito em querer um mundo melhor para os homens, mas a gente também precisa ter homens e mulheres melhores para o mundo.
Mas no Pará a explosão da violência é diretamente vinculada ao tráfico de drogas, segundo a própria Polícia...
Simão Jatene: O país precisa ter uma política nacional em relação às drogas. As fronteiras dos Estados não limitam esse trânsito e os Estados tampouco têm mecanismos pra fazer isso. Então, a primeira coisa que você tem a fazer é controlar a fronteira do país, porque nós não fabricamos, a arma entra por lá, as drogas também: nós não somos grandes produtores, elas entram por lá. Então, aí, só uma política nacional.  Agora, cada Estado e cada município precisa fazer a sua parte. Aqui no Estado, temos feito. Fizemos concurso público para 2.000 policiais. Agora vamos ter um novo concurso para mais policiais. Hoje, devemos ter algo em torno de 16.000 policiais. Nós garantimos a promoção de mais de 5.000 policiais. Alguém pode dizer: qual é a vantagem nisso? Muitas! Policial que ingressa na corporação quer futuro, progressão, é da natureza humana você querer ter expectativa de melhorar sua condição.
Que outras garantias foram dadas aos policiais além da progressão?
Simão Jatene: Nós atendemos a algumas reivindicações antigas, como, por exemplo, auxílio fardamento. Sempre tinha aquela queixa: existia o dinheiro, mas ele desaparecia. Hoje não. Vai no contracheque do policial. Então não dá pra aceitar nenhum policial esfarrapado porque na verdade ele recebe recurso pra sua farda, também tem a ver com autoestima. Outra coisa é a questão da lei de organização, melhorando a remuneração dos policiais. Isso tudo eu acho que deu um passo importante, tanto na Polícia Civil quanto na Policia Militar. Nós também trabalhamos muito na questão dos equipamentos. Hoje, nós temos uma bela frota, por exemplo, de helicópteros. Toda a sociedade percebe isso. Não só aqui em Belém, como também em Marabá, helicóptero também em Santarém e que faz um trabalho não apenas policial, mas que contribui também na área de defesa social. Mais do que isso, também nessa mesma área de segurança, foi a construção das UIPPs. Nós já construímos mais de 50 novas unidades integradas, mais de 20 ainda em construção. Claro que alguém vai chegar e dizer: “tem uma delegacia muito ruim”. Tem e eu sei disso, nós somos 144 municípios, nós fizemos aproximadamente 50. A expectativa é que nós estamos nos equipando e fazendo a nossa parte no sentido de conter ou pelo menos no sentido de minimizar essa onda que pegou o país de crescimento da violência.
E o Sistema Penal, como está? Não uma ocorrência grande de motins, tentativas de fuga, resgates de preso em um curto espaço de tempo?
Simão Jatene: Primeiro, você tem um sistema penitenciário brasileiro onde você tem um excesso de preso pra vagas. Aqui nós estamos construindo várias, já inauguramos algumas, penitenciárias. Nós não somos um dos Estados com uma relação número de presos x vagas das mais críticas. Quando eu falo essas coisas não é justificativa, pretexto, não é nada disso. Sabe o que é? Se você não tiver o diagnóstico correto, certamente o remédio não vai ser correto. Tem uma coisa que aconteceu e nós estamos discutindo e mandamos um projeto de lei para a Assembleia, é uma coisa delicada, mas eu acho que a gente precisa fazer. Nós aprovamos uma lei criando carreira de agente prisional, organizada, definidas, que eu acredito que vai ter um resultado positivo. Então, não é só o problema de vaga que eu quero que se entenda. Nós estamos construindo vaga, mas isso só não é o suficiente. Eu acho que a relação das pessoas precisava tomar um outro grau de profissionalização e é isso que estamos fazendo agora com essa lei que foi aprovada e vamos fazer concurso, acabando com essa história de indicação pra ser agente prisional.
Mesmo com a criação de vagas, continua a superlotação dos presídios. Existe alguma ação a médio prazo para resolver isso?
Simão Jatene: Você tem aí a história do gato e do rato ou do ovo e da galinha. Você tem a reprodução da criminalidade e da violência no seio da sociedade, vai criando vaga, vai preenchendo. Estamos vivendo uma crise de sociedade, mas acho que essa crise passa pela educação, pelo reordenamento da família, essa crise passa pela recuperação dos valores. É uma corrida sem fim.
Mesmo com os Hospitais Regionais, muitos pacientes vêm pra capital e isso acaba inchando os hospitais públicos. O que fazer?
Simão Jatene: O sistema de regulação, é claro, que precisa ser melhorado e a gente está discutindo muito isso. Agora, o que é fato: quando nós assumimos a primeira vez o governo, média e alta complexidade só tinha em Belém. Essa é a grande verdade. Aí nós construímos hospitais de média e alta em: Santarém, Marabá, Altamira, Redenção, o Metropolitano e iniciamos o hospital regional de Breves. No caso de Santarém, até porque era um polo mais distante, nós, inclusive, arrumamos o curso de medicina pra começar a formar profissionais, pra cruzar essa coisa de você tem o equipamento e tem as pessoas. Os leitos privados cada vez mais fechando e nós construindo leito púbico. A partir daí, depois desses cinco e Breves, que nós iniciamos, nós ainda fizemos Paragominas, Tailândia e reforçamos Belém com Galileu, Jean Bitar e agora o Oncológico Infantil, ou seja, onze. Estamos construindo um em Itaituba, um em Castanhal e estamos construindo o outro aqui em Icoaraci. Quatorze. O que é fato: a atenção básica precisa ter um cuidado especial. Como o sistema de financiamento está falido, então está um pouco “salve-se quem puder”. Aí basta assistir o que está acontecendo recentemente no Rio de Janeiro, que foi capital da República. Então, hoje eu confesso a vocês, quando nós começamos a falar em construir esses hospitais disseram que eu era um louco. Hoje, eu estou convencido de que foi uma santa loucura, estou muito satisfeito com estes hospitais regionais.
Existe alguma proposta de reestruturação das escolas no seu governo?
Simão Jatene: As cidades, à medida que o tempo vem passando, tem mudando seu perfil. Exemplo disto: cada vez mais, a população mais jovem se desloca, como tem renda menor, para as periferias das cidades. Os centros das cidades são cada vez mais espaços de vida, convivência, de uma população mais madura, mais idosa. Em alguns lugares já se começa a pensar alternativas para isso, pra não deixar que os centros terminem também envelhecendo fisicamente como paisagem. Qual é uma das consequências disso? Se o centro da cidade passa a ter populações cada vez mais velhas e a periferia com população mais jovem, a tendência é você ter mais crianças e jovens nas periferias. É uma tendência natural que a demanda por escolas no centro diminua e cresça a demanda por escolas na periferia. Qual é a dificuldade de se discutir isso? Se São Paulo fez, era porque devia ser necessário. Não conheço a realidade nem os números de lá. Nós não temos nenhum programa específico pra isso, nós temos um programa mais geral para rediscussão da educação e que nós estamos implementação. A história do pacto tá caminhando em alguma coisas rápido, em outras mais lento, mas eu te diria que é um programa que vai deixar resultados positivos. Eu convido todas as pessoas que vestem a camisa da educação para que a gente caminhe junto, de forma muito racional, como nós estamos discutindo agora. Nós temos que ter sistema de avaliação, que nós não temos. Faz parte de uma discussão mais global.
Em que estágio está o Pacto Pela Educação? Quais os resultados?
Simão Jatene: Os investimentos ainda estão pequenos. O dinheiro nós já temos, é importante que se diga isso. Nós utilizamos muito mais recurso do tesouro do que da operação de crédito. Essa fase de construção do pacto nós estamos fazendo com o dinheiro do tesouro para deixar a operação de crédito para o impacto maior. O Pacto trabalha com algumas linhas, uma delas é a questão de equipamentos, ou seja, reforma de escola e essa coisa toda. A segunda é essa coisa de matriz curricular. Tu tens a parte que é de responsabilidade do município que a parte da educação básica. A outra parte é a do estado, supostamente a outra parte, o ensino superior, seria da União. Isso esquematicamente é ótimo, mas isso tem um pressuposto: que funcione. Porque se a base não funcionar, quando a criança chegar no nível médio ela chega sem condições de cursar e aí toma reprovação, evasão, essas coisas todas. Isso custa e sabe pra quem? Pra você! Pro cidadão! Porque o Estado não fabrica dinheiro. Cada criança má formada tem um custo pra sociedade. Então, a primeira ideia é que sempre se tratou educação de forma estanque, o Pacto já vem tentando quebrar isso e dizendo: não, nós queremos articular essa história.
O senhor ainda recebe muita cobrança quanto à interiorização da administração?
Simão Jatene: O que precisa ficar claro é o seguinte: a primeira manifestação firme de interiorização foram os hospitais regionais de média e alta complexidade. Mais do que com discurso, nós fizemos isso na prática. As pessoas é que não se dão conta e obviamente que por interesses dos mais diversos ficaram trabalhando muito com a hipótese da divisão do Estado, que seria a panaceia, ia resolver tudo. Mas, de fato, eu acho que a questão nós temos um programa de regionalizar mesmo, isso foi travado um pouco pela questão da crise, os dois primeiros centros regionais que estamos imaginando que seria Santarém e Marabá, a gente deve implantar isso no nosso governo. As experiências que estamos tendo está servindo para irmos fazendo ajustes, o discurso que você tem que fazer é na prática mesmo. Quando você leva um transplante pro interior, você tá fazendo o que? Levando política pública pro interior. Agora, o fato de você ter uma unidade gestora disto é uma coisa interessante e nós estamos, inclusive, com um trabalho, com algumas instituições de renome internacional, pra ver a melhor forma de fazer isso. Não tá esquecido isso não.




Presos que utilizam tornozeleiras eletrônicas passam a ser monitorados pelo Ciop
Os mais de 400 presos que cumprem pena em regime aberto e semiaberto na região metropolitana de Belém serão monitorados a partir de agora por um sistema integrado de rastreamento acessado tanto pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) como pelo Centro Integrado de Operações (Ciop). Com o novo sistema, que une as tecnologias de rastro e georreferenciamento para o controle remoto dos sinais emitidos pelas tornozeleiras eletrônicas, será possível acompanhar com mais precisão a rotina dos apenados.
"Agora podemos monitorar os presos que utilizam os equipamentos em qualquer lugar ou situação. Se for verificada alguma atitude suspeita, imediatamente acionamos a viatura mais próxima para fazer as averiguações necessárias”, explica o tenente coronel Marcus Roberto Miranda, diretor do Ciop. Antes desta novidade, a Susipe precisava montar um relatório de demanda, que era encaminhado ao Centro para, só então, ter a liberação de uma viatura autorizada e direcionada ao local onde o preso havia sido localizado.
Outra inovação permitida pelo novo sistema é que os deslocamentos das equipes não ´precisarão mais feitos exclusivamente pelo número 190. Agora, ao perceber um flagrante, o videomonitorador passa a ocorrência direto para o despachante que, imediatamente, aciona a viatura. “O objetivo é atender o mais rápido possível as chamadas. Não é preciso mais esperar que a população ligue para informar. Nossa expectativa é que o tempo-resposta das ações diminua”, completa o diretor.
Atualmente, uma ocorrência leva em média de oito a quinze minutos para ser atendida. Vários fatores contribuem para este tempo: local da ocorrência, o dia e a hora da semana, condições de tráfego, condições climáticas e a disponibilidade de viaturas.
No momento em que esta reportagem estava sendo produzida, um flagrante foi registrado pela equipe do Ciop. Ao acompanhar as imagens feitas em 360° pelas câmeras, um dos videomonitoradores desconfiou da atitude de dois rapazes que circulavam na praça em frente à Igreja do Carmo. Imediatamente, uma viatura foi enviada ao local e os policiais da guarnição encontraram drogas no interior do carro de um dos suspeitos. Ambos foram encaminhados à Seccional do Comércio. “São exemplos como esse que queremos aprimorar e, assim, agilizar o serviço”, disse o diretor.

Texto:
Bianca Teixeira


Cohab receberá premiação do Selo de Mérito durante Fórum de Habitação em Goiânia
O projeto Cheque Moradia na Rota Turística da antiga estrada de Ferro de Bragança receberá a premiação do Selo de Mérito durante a realização do 63º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social-FNHIS, previsto para os dias 07 e 08 de junho, em Goiânia.
A Cohab Pará inscreveu o projeto na categoria Atendimento à população da Zona Rural, no concurso que é realizado anualmente pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação – ABC e pelo Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano- FNSHDU. A premiação visa promover e divulgar projetos realizados ou em execução referentes à habitação de interesse social no país. Esse é 7º Selo de Mérito que a Companhia de Habitação do Pará recebe desde o ano de 1999.
Ana Célia Cruz, diretora do Programa Cheque Moradia da Cohab, relata que o projeto obteve sucesso por ter melhorado a qualidade de vida das famílias. “É um projeto que traz consigo o viés do turismo como forma de retomar o desenvolvimento da região bragantina. Nesse contexto, tomamos para nós a melhoria da qualidade de vida das famílias, por meio da construção de novas habitações, substituindo as casas de taipa pelas em alvenaria, com modelo arquitetônico diferenciado do modelo padrão do programa, criando possibilidade de espaços de geração de renda”, destacou.
A diretora será a representante da Cohab durante a apresentação dos projetos vencedores, prevista para o segundo dia do 63º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, em Goiânia. Segundo a programação divulgada pela ABC, a premiação ocorrerá à noite com uma sessão solene para a outorga do troféu aos vencedores do Selo de Mérito 2016.
O projeto Cheque Moradia na Rota Turística teve investimento total de R$ 2. 677.000,00, incluindo parceria do setor privado. Todos os recursos para o programa são provenientes de renúncia fiscal e sua aplicação é exclusivamente para compra de materiais de construção, cabendo ao beneficiário o custeio da mão de obra.
Para Raimunda Batista Nunes, 72 anos, moradora da Vila Terreirão, em Nova Timboteua (um dos sete municípios beneficiados), as famílias constataram os resultados do projeto. “Com a casa nova, acabou o nosso pesadelo. Só na nossa comunidade foram 30 casas que a gente fez em regime de mutirão. Vimos o resultado. Muita gente pensou que não era verdade, mas eu confiei e minha casa está sendo construída, graças a esse programa abençoado.”
Debates - O Fórum Nacional de Habitação será palco de diversos debates sobre a habitação de interesse social, tais como as prioridades dos novos gestores nacionais, como ficará o Programa Minha Casa, Minha Vida e as mudanças significativas para o setor. Além das expectativas em relação a recursos e aos projetos em andamento.
Nos últimos anos o FNHIS tem sido o principal evento do segmento público de habitação do Brasil.

Texto:
Rosa Borges


VAMOS RIR UM POUCO:





Rodoviários participam de capacitação para melhor atender os idosos nos coletivos
A Gerência de Proteção ao Idoso (GPI), vinculada à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), vem promovendo uma série de capacitações com os rodoviários da empresa Arsenal, sediada no bairro de Canudos, em Belém. A iniciativa faz parte da campanha “Respeito ao Idoso no Transporte Público”, que será lançada oficialmente no próximo mês e tem como objetivo conscientizar e sensibilizar a sociedade sobre os direitos dos idosos nos coletivos que circulam na capital paraense.
De acordo com a terapeuta ocupacional Milenne Afonso, da Sejudh, até o final do ano cerca de 20 empresas de transporte público receberão as oficinas, que reúnem fiscais, cobradores e motoristas dos coletivos para debater temas como o Estatuto do Idoso, as alterações fisiológicas do envelhecimento e a importância de garantir autonomia e mobilidade a essas pessoas. “A recepção dos rodoviários tem sido muito boa. Muitos deles desconhecem o Estatuto e se comprometem a melhorar a qualidade do atendimento aos idosos nos ônibus. Também aproveitam para relatar experiências profissionais e pessoais, positivas e negativas”, destaca Milenne.
Everton Monteiro, supervisor da empresa Arsenal, afirmou que o treinamento oferecido aos rodoviários tem sido de grande proveito. “Apesar da empresa e do sindicato também oferecerem cursos de qualificação aos nossos profissionais, qualquer iniciativa a mais para aprimorar o nosso trabalho é muito bem vinda”, comemora.
A cobradora Alessandra Araújo trabalha há cinco anos na empresa e participou pela primeira vez de uma capacitação direcionada exclusivamente aos público idoso. “Os treinamentos costumam orientar o respeito aos passageiros de modo geral. Essa foi a primeira vez que participei de um direcionado aos idosos, que é fundamental para a garantia da locomoção e saúde dos nossos velhinhos”, diz.
Edinete Santos é motorista de ônibus e trabalha há cinco anos na mesma linha. Nesse tempo todo, segundo ela, foi possível criar uma relação muito boa e amigável com os passageiros. “Eu tenho um respeito muito grande com todos eles, mas principalmente com os idosos, porque precisam de mais cuidado e atenção. Apesar das dificuldades, muitos andam sozinhos por aí e a gente acaba estabelecendo uma relação de carinho com eles”, relata.
Durante a oficina, o motorista Raimundo Silva relatou uma experiência que, para ele, serviu de reflexão e o ajudou a ficar mais atento aos idosos. "Em uma viagem com o ônibus lotado, não consegui enxergar que uma idosa ainda não havia descido do coletivo. Acelerei o carro e ela caiu. Eu prestei ajuda e pedi desculpas, e ela disse, com muito carinho, que isso faz parte da idade avançada. Por sorte ela não se machucou. Desde então só saio com o carro quando tenho certeza que todo mundo já subiu ou desceu", disse. 
Motivação - O envelhecimento da população é um fenômeno mundial que vem ganhando maior destaque nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 12,5% da população brasileira é composta por idosos, mas a projeção é que até 2050 esse número ultrapasse 30%.
“No Brasil, o crescimento da população idosa é cada vez mais relevante e o efeito disto já é percebido nas demandas sociais, nas áreas de saúde, previdência e garantia. Por conta disso, o Pará já se adianta para garantir os direitos dos idosos no transporte público”, afirma o secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Michel Durans.
Iniciativa – A campanha “Respeito ao Idoso no Transporte Público” conta com a parceria da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), da Prefeitura de Belém, e do Sindicato das Empresas de Transportes Passageiros (Setransbel).
O projeto será executado em duas etapas. Na primeira, realizada neste mês, os profissionais do transporte público participam de treinamento sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos durante as viagens nos ônibus e são estimulados a facilitar o deslocamento destes por meio de atitudes simples e solidárias, como não parar no meio da rua nem “queimar” paradas de ônibus quando um idoso fizer sinal para o coletivo.
A segunda etapa da campanha, que será lançada no dia 14 de junho, durante coletiva na Sejudh, contará com a fixação de cartazes em todos os ônibus e microônibus que circulam na região metropolitana de Belém e com a distribuição de material informativo sobre os direitos da pessoa idosa nas ruas e coletivos da capital paraense. Além disso, o grupo Educadores da Semob fará mini apresentações teatrais nos ônibus, com o objetivo de levantar o debate sobre o assunto.

Texto:
Leba Peixoto


Seduc Digital recebe quase 28 mil acessos desde sua implantação
A plataforma Seduc Digital, lançada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em maio do ano passado, registrou 27.863 acessos em nove meses. Esse bom desempenho está diretamente relacionado com o processo de capacitação de professores conduzido pelos Núcleos de Tecnologias Educacionais da Seduc, localizados em vários municípios do estado. Durante a formação, os técnicos dos NTEs, como são conhecidos, capacitam os professores para o uso da plataforma digital e para o uso dos computadores interativos.
Trata-se de uma plataforma gratuita de busca que traz diversas vantagens aos alunos, professores e ao corpo administrativo da escola, pois reúne uma variedade de instrumentos digitais de aprendizagem, como videoaulas, games, animações, infográficos e mapas, facilitando o ensino. O projeto está disponível no endereço seducdigital.pa.gov.br.
Segundo a Coordenação de Tecnologia Aplicada à Educação (CTAE), da Seduc, mais de 5.400 professores de 46 municípios devem participar das formações até dezembro deste ano. “O aumento no número de acessos é consequência do trabalho desenvolvido pelos NTEs, com foco no uso da plataforma digital e dos computadores interativos, contribuindo para tornar as aulas mais dinâmicas e para a melhoria da educação no estado”, destaca Jorge Andrade, coordenador do CTAE.
O projeto faz parte das ações do Pacto Pela Educação do Pará, incluído no resultado 7, referente à tecnologia da informação utilizada para a melhoria da prática docente e da gestão escolar, e também para a mobilização da comunidade escolar e da sociedade. A ação conta com o apoio da Fundação Telefônica, Instituto Natura e Instituto Inspirare, parceiros do Pacto.
O objetivo é permitir a aprendizagem dentro e fora da escola, tornar as aulas mais atraentes e colocar o aluno como participante ativo no acesso ao conhecimento. A plataforma possibilita o acesso de todos que tenham interesse e participam do processo educacional da instituição de ensino, desde os técnicos da Seduc até os pais dos alunos.
O Seduc Digital permite aos técnicos da Secretaria reunir os gestores escolares e responsáveis pela formação dos professores nas escolas para apresentar a plataforma;  navegar no ambiente e explorar os objetos junto com os educadores, bem como encontrar a forma mais eficiente de estimular os recursos oferecidos; e mostrar aos gestores que o potencial das tecnologias pode conferir mais qualidade, criatividade, interatividade e engajamento as processos de aprendizagem.
O gestor orienta os professores na busca dos Objetos Digitais de Aprendizagem (ODAs) mais adequados ao ensino dos contéudos e os que se encaixam melhor nas disciplinas ministradas por eles. O gestor precisará se articular, abrir as portas da escola para que pais, familiares e responsáveis se sintam parte de uma comunidade que ensina e aprende o tempo todo.
Com o auxílio do Seduc Digital o professor pode tornar sua aula mais contextualizada e atraente. A plataforma funciona como um amplo repositório de objetos, classificados por série/ano, disciplina, tema curricular, tipo de mídia, entre outras especificidades. Os recursos disponíveis são voltados a todas as disciplinas curriculares, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Os professores podem, também, trocar informações junto aos parceiros de trabalho, colaborando com a discussão sobre as formas de ensinar e compartilhar noções sobre tecnologia. E ainda orientar os alunos a encontrar fontes confiáveis de informação e formas eficientes de estudar.
Já os alunos podem procurar a forma mais interessante de aprender, na visão deles, seja por meio de vídeos, games ou infográficos. Além disso, podem buscar informações e orientações com os professores, esclarecer dúvidas e avançar em seus saberes.


Texto:
Eliane Cardoso


Programação na Uepa aborda Lei nº 10.436 e a educação para surdos
A Universidade do Estado do Pará (Uepa) convida alunos, professores, servidores e a comunidade em geral para um debate sobre as leis e políticas linguísticas da Língua Brasileira de Sinais (Libras), a importância da Escrita de Sinais como registro das Libras e outros assuntos relacionados às pessoas surdas. A programação será no auditório Paulo Freire, do Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE), localizado à travessa Djalma Dutra, no bairro do Telégrafo, no próximo dia 24, das 8h às 18h. As inscrições são gratuitas.
A Língua Brasileira de Sinais passou a ser reconhecida oficialmente como a linguagem dos surdos a partir da Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Desde então as discussões em torno das necessidades e particularidades da comunidade surda passaram a ser mais frequentes.
De acordo com uma das organizadoras do evento, a acadêmica do terceiro ano do curso de Licenciatura em Letras Libras, Elizama Kate da Silva Pereira, os surdos precisam ter espaço nas salas de aula e no mercado de trabalho. Para ela, a educação é o melhor caminho para garantir essas oportunidades. “Sabemos que os desafios são muitos, pois desde cedo as crianças surdas sofrem com a não aceitação nas escolas, com a falta de acessibilidade, principalmente na comunicação, e também pela carência de professores capacitados que possam melhorar essa interação.  
Atenta a essa necessidade, a Uepa tem investido na formação de professores surdos. O vestibular 2016 ofertou vagas específicas para a comunidade surda, no curso de Licenciatura em Letras – Língua Brasileira de Sinais (Libras), que até então recebia apenas alunos ouvintes.
Para participar dos debates os interessados devem enviar os dados pessoais para o e-mail uepaleidelibras@gmail.com. Antes da abertura da programação serão realizados os credenciamentos. Os inscritos receberão certificados por e-mail, sendo que aos que acompanharem a programação completa serão atestadas 10 horas e aos que estiverem presentes apenas meio período, cinco horas.

Texto:
Renata P.


Emater participa do 23º Festival do Abacaxi em Floresta do Araguaia
Floresta do Araguaia, no sul do estado, sedia neste sábado, 20, e domingo, 21, o 23º Festival do Abacaxi do município, que é o maior produtor nacional do fruto. Realizado no Parque de Exposições da cidade, o evento engloba uma vasta programação cultural e técnica, que inclui palestras, exposições e desgustação de produtos que tem o abacaxi como matéria-prima.
Na abertura do evento, o supervisor regional da Emater, Genival Reis dos Santos, destacou o papel da assistência técnica no município e a participação do órgão no incentivo à cadeia produtiva do abacaxi. O coordenador do escritório local da Emater, José Richard Araújo Castro, apresentou alguns números referentes aos atendimentos e financiamentos realizados no âmbito da produção familiar nos últimos três anos no município.
De acordo com José Richard, nesse período foram atendidos mais de 200 produtores rurais, “que injetaram mais de seis milhões de reais na economia do município”. “Eles são orientados pela Emater em diversas etapas, como seleção de mudas, adubação, limpeza da área, controle de pragas e doenças. Também recebem orientação sobre o processo de comercialização do fruto por meio de palestras, cursos e atividades técnicas, como os dias de campo”, explicou.
A zootecnista da Emater Ana Maria Nunes Gomes também participou do ciclo de palestras do evento falando sobre a “Alimentação Alternativa para Bovinos Leiteiros”. O 23º Festival do Abacaxi de Floresta do Araguaia é organizado pela Prefeitura Municipal em parceria com a Emater, sindicato de produtores e outras entidades locais.

Texto:
Edna Moura


Emater capacita técnicos para melhoria de projetos do Pronaf no estado
Uma parceira firmada entre o Banco da Amazônia e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará, com o objetivo de beneficiar os agricultores familiares na execução de programas operacionalizados pela instituição financeira no Pará, vem garantindo capacitações que fortalecem principalmente a agricultura familiar no estado. A mais recente foi o curso sobre “Uso de planilhas do Pronaf no processo de elaboração de análise de projetos”, ministrado aos técnicos da Emater e também de outras empresas credenciadas de ATER que atuam nos municípios de Capanema, Castanhal e Bragança.

Texto:
Edna Moura




Instituição do Outeiro recebe programação do Dia D da Família na Escola
A Escola Estadual do Outeiro recebeu na manhã deste sábado, 21, uma programação especial em comemoração ao 'Dia D da Família na Escola'. O evento congregou vários órgãos estaduais, c omo a Secretaria de Educação (Seduc), o programa Pro Paz nos Bairros, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
Durante a programação, alunos, pais, professores e a direção da escola participaram de um momento de desconcentração pensado com o propósito de incentivar a integração da família ao processo educativo de seus filhos e de promover a cultura de paz dentro das escolas.
Para Ana Maria Ribeiro, mãe da aluna Samile Ramos, iniciativas como essa são muito bem vindas. "Essas programações ajudam a trazer a família para dentro da escola e incentiva os pais a participarem da vida estudantil dos filhos. Várias famílias estão aqui participando porque entendem que essa é uma maneira de contribuírem para o desenvolvimento e bem estar dos alunos”, afirmou. a doméstica, que também levou os filhos Caian e Mateus para participar das atividades.
A Escola Estadual do Outeiro tem aproximadamente 1.700 alunos matriculados e recebeu o evento pela primeira vez. “Essa programação foi um grande incentivo para os alunos, é importante saber que temos parceiros que se preocupam com a qualidade da educação ofertada nas escolas públicas e com os quais podemos contar. A família presente é o melhor incentivo, pois além de participar da programação os pais passam a ser os nosso maiores incentivadores”, afirmou Rodrigo Barbosa, aluno do 3º ano do Ensino Médio.
O Corpo de Bombeiros participou da programação com o projeto Escola da Vida e a banda de música da corporação. A Polícia Militar apresentou aos pais e alunos o Programa Educacional de Resistência às Drogas e a não Violência (Proerd) e também levou os cães utilizados como apoio nas operações de segurança e de busca e apreensão. Já o Pro Paz nos bairros levou a Caravana Cultural da Juventude, com apresentações de dança e música regionais, além de oficinas de graffite e desenhos animados para os estudantes.
“Em parceria com a Faculdade Latino-americana e a Seduc, o Pro Paz  levantou indicadores obtidos por meio de uma pesquisa realizada junto aos alunos da rede pública que mostram os principais problemas encontrados no ambiente escolar, como a violência e as drogas. A partir desses indicadores decidimos reunir os parceiros do Governo do Estado para promover diversas ações aqui na escola, como forma de incentivar a comunidade como um todo a participar do planejamento escolar e também a disseminar a cultura de paz e valores como ética e cidadania”, destacou Mônica Altman, coordenadora do Pro Paz Escola.
De acordo com o diretor da escola, Edilberto Silva, esse é um trabalho integrado e decisivo para que as mudanças desejadas aconteçam. “É uma mobilização que vai ajudar a escola a traçar novos objetivos, melhorando a qualidade da educação e a proposta metodológica. A participação da família é fundamental nesse processo e é por isso que esta ação busca trazer as famílias para dentro da escola, para que possam conhecer o ambiente em que os seus filhos estudam e estão inseridos.”
A Escola Estadual Avertano Rocha também realizou na manhã deste sábado o 3º Encontro da Família na Escola, que envolveu as famílias dos alunos em um debate sobre os principais temas relacionados à formação dos alunos e apresentou à comunidade o trabalho que vem sendo desenvolvidos pela atual gestão.
“Os encontros com as famílias estão sendo realizados uma vez ao mês. Na ocasião, aproveitamos para expor o trabalho desenvolvido pela direção da escola e coletar das famílias sugestões que possam nos ajudar a aperfeiçoar o modelo de gestão”, disse o diretor Adailson Santos.
Marcelo de Oliveira é pai de um aluno e destacou a importância desses encontros. “Nos formamos uma comissão de pais e criamos um grupo nas redes sociais para acompanhar a educação dos nossos filhos. Durante os encontros, aproveitamos para discutir e tentar achar uma solução juntamente com a direção da escola para os problemas enfrentados no dia a dia. Acreditamos que as coisas podem melhorar muito mais com a participação efetiva dos pais.”

Texto:
Eliane Cardoso


PM leva ‘Música na Praça’ e ações preventivas ao bairro da Cidade Velha
Dezenas de moradores da Cidade Velha ocuparam um dos pontos mais tradicionais do bairro, a Praça do Carmo, na noite desta sexta-feira, 21, para acompanhar a apresentação da banda musical da Polícia Militar, que levou à comunidade mais uma edição do projeto ‘Música na Praça’. Com 166 anos de existência, o grupo se apresentou com 44 integrantes de várias patentes.
A programação, coordenada pelo 2º Batalhão da PM, foi agendada paralelamente com as operações ‘Barreira’ e ‘Hypnus’, desenvolvidas em pontos estratégicos e direcionadas a bares e estabelecimentos comerciais localizados na Cidade Velha, que concentra uma população de mais de seis mil habitantes.
Moradora do bairro há mais de 30 anos, a odontóloga Sissy Mendes prestigiou o evento ao lado da mãe, da irmã, da sobrinha e de amigos. “Ainda procuramos manter aquele velho hábito das famílias de senta-se à calçada para conversar com vizinhos e apreciar o movimento da rua. Esse tipo de programação ajuda a resgatar esse costume antigo, de reunir amigos e familiares para confraternizar. Quantas vezes tiver uma apresentação dessas, aqui estaremos com certeza", garantiu.
Combater os mais diversos tipos de ocorrências criminais e atrair o cidadão para espaços públicos, como é o caso da Praça do Carmo, são as principais metas da ação interativa PM, que une o reforço à segurança e o entretenimento como forma de trazer a comunidade para junto da corporação. “Nosso objetivo é fazer com que as pessoas voltem a ocupar os espaços que antes eram destinados ao lazer das famílias e sejam nossos colaboradores no trabalho de prevenção à criminalidade", enfatizou o tenente-coronel Ronald Botelho, comandante do 2º BPM.
Acompanhado da esposa e do filho, o servidor do Tribunal de Contas do Estado Augusto Pantoja, de 52 anos, aproveitou a sexta-feira para descontrair um pouco ao som do repertório executado pela banda de Música da PM, que levou ao público ritmos regionais, MPB, canções militares e até hinos dos clubes locais. “Moro na rua Félix Roque há um ano, gosto daqui e achei oportuna essa programação. Acho que essa é uma boa estratégia da Polícia para aproximar os moradores da corporação”, opinou.
Balanço – Durante a operação ‘Barreira’, executada por uma equipe de 16 militares do Batalhão de Choque da PM na rua Doutor Assis com a travessa Padre Champagnat, ao lado da Catedral Metropolitana de Belém, foram apreendidos cachimbos, facas e um simulacro. Os três homens flagrados com este último foram presos e encaminhados à Seccional de São Brás para formalizar o flagrante.

Texto:
Sérgio Chêne


Agentes de viagens conhecem produtos turísticos durante rodada de negócios em Belém
Vinte e três profissionais da Associação dos Agentes de Viagens Independentes do Interior do Estado de São Paulo (Aviesp) encerram neste domingo, 22, a extensa programação de prospecção de negócios no setor de turismo no Pará.
A vinda desses agentes a Belém começou a ser articulada em 2015, pela Secretaria de Turismo do Pará (Setur), por ocasião da feira nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), realizada em São Paulo. A visita consiste em uma imersão de quatro dias para que conheçam, em detalhes, a política governamental de turismo em desenvolvimento no Pará, a partir de seus principais produtos turísticos, com base nos interesses específicos do público que eles atendem.
O convite aos empresários da Aviesp também resulta do interesse do Pará no mercado emissor paulista, onde as estatísticas são favoráveis à movimentação do setor no país:  23% do fluxo de turistas no Brasil procede do interior de São Paulo, número que fica apenas atrás da capital paulistana.
Plano - Antes das negociações, o secretário adjunto da Setur, Joy Colares, fez uma apresentação do setor de turismo no Pará, na concepção do atual governo, a partir do Plano Estratégico de Turismo “Ver-o-Pará”, lançado em 2011. Entre as principais ações do plano, no contexto das dez áreas de desenvolvimento priorizadas e que formam as cadeias produtivas do estado, o item Turismo e Gastronomia tem papel estratégico.
Outros pontos referenciados nas considerações de Joy Colares aos agentes da Aviesp foi a escolha internacional de Belém na categoria de “Cidade Criativa da Gastronomia” pela Unesco, entre 33 outras capitais no mundo, e o resgate da história do estado com a estruturação da Rota Turística Belém-Bragança.
Negócios – Uma das ações estratégicas da Setur, em parceria com os empresários do setor no Pará, foi incluir na programação oficial uma “rodada de negócios”, que colocou frente à frente os agentes de viagens de Belém e da Aviesp, para apresentação do portfólio dos produtos turísticos do estado.
Durante duas horas de conversações os visitantes tiveram oportunidade de trocar ideias das oportunidades que Belém e o estado podem oferecer e detalhar o perfil dos produtos turísticos e contatos para novas ações de segmento entre as partes. O portfólio apresentado ao longo das negociações chamaram a atenção dos agentes da Aviesp, que admitiram ter pouco conhecimento sobre os produtos do Pará, assim como a boa impressão que levam de volta.
“Saio daqui com uma visão maravilhosa do estado do Pará, que tem realmente produtos fantásticos, não só na parte da gastronomia, biodiversidade, mas uma série de opções que eu particularmente desconhecia. Agora esses produtos são facilitadores para que possamos vender o 'destino Pará' de maneira mais apropriada e com conteúdo maior”, declarou Fernando Santos, presidente da Aviesp.
“Esses diretores vieram conhecer o nosso estado e isso garante uma efetividade nos investimentos feitos para essa agenda em Belém, com a participação do trade, do receptivo, hotelaria e restaurantes, para mostrar aquilo que eles não conhecem”, finalizou Colares.
Os empresários da Aviesp fizeram visitas técnicas nos principais hotéis de Belém, pontos turísticos consagrados da cidade e também foram convidades para um passeio ao cair da tarde na Baia do Guajará, onde receberam mais informações do trade local, representado por dirigentes da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-PA) e Associação das Indústrias de Hotéis do Pará (ABIH/PA), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrase/PA) e Sindicato dos Guias de Turismo do Brasil (Singtur/PA).

Texto:
Douglas Dinelly


Agentes de viagens conhecem produtos turísticos durante rodada de negócios em Belém
Vinte e três profissionais da Associação dos Agentes de Viagens Independentes do Interior do Estado de São Paulo (Aviesp) encerram neste domingo, 22, a extensa programação de prospecção de negócios no setor de turismo no Pará.
A vinda desses agentes a Belém começou a ser articulada em 2015, pela Secretaria de Turismo do Pará (Setur), por ocasião da feira nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), realizada em São Paulo. A visita consiste em uma imersão de quatro dias para que conheçam, em detalhes, a política governamental de turismo em desenvolvimento no Pará, a partir de seus principais produtos turísticos, com base nos interesses específicos do público que eles atendem.
O convite aos empresários da Aviesp também resulta do interesse do Pará no mercado emissor paulista, onde as estatísticas são favoráveis à movimentação do setor no país:  23% do fluxo de turistas no Brasil procede do interior de São Paulo, número que fica apenas atrás da capital paulistana.
Plano - Antes das negociações, o secretário adjunto da Setur, Joy Colares, fez uma apresentação do setor de turismo no Pará, na concepção do atual governo, a partir do Plano Estratégico de Turismo “Ver-o-Pará”, lançado em 2011. Entre as principais ações do plano, no contexto das dez áreas de desenvolvimento priorizadas e que formam as cadeias produtivas do estado, o item Turismo e Gastronomia tem papel estratégico.
Outros pontos referenciados nas considerações de Joy Colares aos agentes da Aviesp foi a escolha internacional de Belém na categoria de “Cidade Criativa da Gastronomia” pela Unesco, entre 33 outras capitais no mundo, e o resgate da história do estado com a estruturação da Rota Turística Belém-Bragança.
Negócios – Uma das ações estratégicas da Setur, em parceria com os empresários do setor no Pará, foi incluir na programação oficial uma “rodada de negócios”, que colocou frente à frente os agentes de viagens de Belém e da Aviesp, para apresentação do portfólio dos produtos turísticos do estado.
Durante duas horas de conversações os visitantes tiveram oportunidade de trocar ideias das oportunidades que Belém e o estado podem oferecer e detalhar o perfil dos produtos turísticos e contatos para novas ações de segmento entre as partes. O portfólio apresentado ao longo das negociações chamaram a atenção dos agentes da Aviesp, que admitiram ter pouco conhecimento sobre os produtos do Pará, assim como a boa impressão que levam de volta.
“Saio daqui com uma visão maravilhosa do estado do Pará, que tem realmente produtos fantásticos, não só na parte da gastronomia, biodiversidade, mas uma série de opções que eu particularmente desconhecia. Agora esses produtos são facilitadores para que possamos vender o 'destino Pará' de maneira mais apropriada e com conteúdo maior”, declarou Fernando Santos, presidente da Aviesp.
“Esses diretores vieram conhecer o nosso estado e isso garante uma efetividade nos investimentos feitos para essa agenda em Belém, com a participação do trade, do receptivo, hotelaria e restaurantes, para mostrar aquilo que eles não conhecem”, finalizou Colares.
Os empresários da Aviesp fizeram visitas técnicas nos principais hotéis de Belém, pontos turísticos consagrados da cidade e também foram convidades para um passeio ao cair da tarde na Baia do Guajará, onde receberam mais informações do trade local, representado por dirigentes da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-PA) e Associação das Indústrias de Hotéis do Pará (ABIH/PA), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrase/PA) e Sindicato dos Guias de Turismo do Brasil (Singtur/PA).

Texto:
Douglas Dinelly



VAMOS RIR UM POUCO:


Reunião encaminha para fim da greve em hospitais do Estado
Após reunião entre a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e uma comissão composta por representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado do Pará (Sindsaúde), nesta sexta-feira (20), foi definido o fim da greve nos setores hospitalares e unidades de saúde da capital (Ophir Loyola, Santa Casa, UREs e a maioria dos Caps). Até o momento, apenas parte dos servidores do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna permanece em greve, além de mais dois Caps (Icoaraci e Grão Pará). No fim da tarde, foram emitidas decisões judiciais que determinam o retorno imediato de 100% dos servidores, sob pena de R$ 50 mil de multa por dia ao sindicato. Na reunião, foi definido ainda que entre os dias 10 e 20 de junho serão discutidos todos os itens apresentados pelos servidores, como o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) e diversos outros pontos, entre eles critérios para o adicional de risco de vida, Gratificação de Desempenho Institucional (GDI) e melhoria na estrutura física das unidades. Com relação ao reajuste salarial, a secretária adjunta da Sespa, Heloísa Guimarães, reforçou que, mesmo diante do atual cenário econômico do país, o Governo do Pará, diferentemente de outros Estados, tem feito um enorme esforço para garantir o pagamento dos servidores de forma integral e em dia, e que, mesmo com as dificuldades, foi concedido aumento no auxílio-alimentação em abril deste ano.

Texto:
Governo do E. do Pará


Programa de Educação pelo Trabalho quer ampliar integração com a área de saúde
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET Saúde/GraduaSUS) - biênio 2016/2017 – desenvolvido pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), iniciou oficialmente suas atividades na manhã desta sexta-feira (20), com a apresentação do projeto e introdução dos grupos de trabalho para coordenadores, tutores, preceptores e alunos bolsistas e voluntários. Este ano, o programa tem mudanças em relação aos anos anteriores, e busca uma maior integração com a gestão de saúde dos municípios de Belém e Ananindeua (na Região Metropolitana) e Santarém (na região oeste).
Participaram da abertura Grace Kelly, representante da Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua (Sesau); Felipe Safh, representante da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma); Silvia Gatti, coordenadora do PET Saúde/GraduaSUS, e a professora Angélica Homobono, coordenadora do grupo de trabalho de Terapia Ocupacional no programa.
Silvia Gatti apresentou um histórico de todas as edições do PET, iniciado em 2008. Desde então, acertos e falhas são avaliados, visando o desenvolvimento de um programa mais próximo do objetivo principal do PET, que é integrar o ensino, o serviço e a comunidade, e envolver multi e interdisciplinarmente o SUS (Sistema Único de Saúde) e as universidades. Este ano, o PET inova com a indicação de um membro da gestão de saúde dos municípios atendidos para a coordenação do programa nas universidades.
“Em anos anteriores, a relação da universidade com a gestão se dava através de documentos e memorandos, o que se mostrou complicado. Esse ano, tendo um coordenador que já atua dentro das secretarias, pode-se conseguir que as coisas aconteçam mais depressa, tendo a gestão mais próxima”, ressaltou Silvia Gatti.
A atuação do PET Saúde/GraduaSUS também ajudará os municípios a definir seus Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (Coapes), uma proposta dos Ministérios da Saúde e da Educação que busca qualificar a integração ensino e serviço, a formação em saúde e a melhoria da gestão e assistência no SUS.
Autonomia - Outra iniciativa implementada este ano foi o fim da interdisciplinaridade entre os grupos. Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Educação Física e Biomedicina na capital e Medicina, Enfermagem, Fisioterapia e Educação Física em Santarém terão grupos próprios, formados por coordenadores, tutores, preceptores e estudantes do mesmo curso. “Em anos anteriores havia a interdisciplinaridade nos grupos, e o que se viu foram projetos de pesquisa muito interessantes, porém pouco foi transferido para a formação. Este ano cada profissão terá seu grupo, esperando que isso contribua mais com o ensino de cada curso”, explicou a coordenadora.
Uma das preceptoras do grupo de Enfermagem, Leila Duarte, que participa do programa pela terceira vez, ressaltou as contribuições do PET Saúde na sua formação. “Para mim, é outra maneira de exercer a docência. Ter esse contato maior com o conhecimento científico é bastante benéfico, além, é claro, de ajudar na formação dos novos enfermeiros”, declarou. Para o trabalho deste ano, com os grupos separados por categoria profissional, ela espera fortalecer ainda mais sua profissão no que diz respeito à atenção básica.
Prevenção - Já o estudante de Medicina Thiago Camara participará pela primeira vez do PET Saúde, como voluntário, e está ansioso pelo contato com as comunidades. “Essa é a nossa função enquanto médicos: levar o nosso conhecimento para a população. A prevenção em saúde precisa muito ser trabalhada”, afirmou. A partir de agora, os grupos iniciarão suas discussões e conhecerão as comunidades onde atuarão.
O PET Saúde/GraduaSUS propõe um levantamento de características da assistência, e o resultado final é uma discussão dos projetos pedagógicos, para verificar se eles estão atendendo às necessidades da sociedade. Essas intervenções consistem em levantar o perfil dos usuários e dos profissionais, necessidade de profissionais, do ambiente e do cliente, que é a rede pública de saúde, e verificar se as demandas estão sendo contempladas.

Texto:
Fernanda Martins


Convênios da Susipe com Departamento Penitenciário Nacional são avaliados
Uma equipe do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) fez, nos últimos três dias, visitas a diversas casas penais da região metropolitana de Belém com o objetivo de monitorar o andamento dos convênios firmados em parceria com a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe). A visita anual é prevista no termo de convênio para dar celeridade à implementação dos projetos.
Na manhã desta sexta-feira (20), o trabalho foi concluído durante reunião que debateu o desenvolvimento das ações e teve a presença do superintendente da Susipe, André Cunha, e das técnicas da Coordenadoria Geral de Gestão de Instrumentos de Repasse do Depen, Gisele Peres e Carolina Araújo. Ao longo das visitas a equipe avaliou os espaços nos presídios que vão receber materiais e equipamentos provenientes dos convênios.
Entre as unidades visitadas estão os centros de recuperação Feminino, do Coqueiro e de Castanhal, a Unidade Materno-Infantil da Susipe, a Colônia Penal Agrícola de Santa Isabel, os presídios estaduais Metropolitanos II e III e os Centros de Recuperação Penitenciário do Pará II e III. Atualmente, o Depen e a Susipe têm sete convênios vigentes.
Dentre as ações dos convênios está a instalação de equipamentos de panificação no CRF e na Colônia Agrícola, por meio do Programa de Capacitação Profissional e Implementação de Oficinas Permanentes (Procap), com o intuito de qualificar os detentos para o mercado de trabalho. Com financiamento do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e contrapartida do Estado, o projeto tem investimento total de mais de R$ 366 mil.
“Nas visitas avaliamos principalmente as estruturas físicas dos espaços que irão receber os equipamentos. Identificamos que os convênios relacionados ao Procap estão em uma fase avançada. Uma licitação já foi finalizada e alguns equipamentos adquiridos. Já temos o cronograma do restante das aquisições tanto de equipamento quanto da contratação da empresa que vai ministrar o curso de capacitação, como também da compra de insumos”, afirmou a técnica do Depen Gisele Peres. A previsão é de que no dia 1º de junho seja feito o pregão para a aquisição dos insumos e equipamentos.
Além do investimento em programas de capacitação, outro convênio também firmado com o Depen prevê o aparelhamento de dez unidades básicas de saúde em unidades prisionais do interior e da capital do Estado. Entre elas estão as casas penais de Salinas, Paragominas, Abaetetuba, Castanhal, Central de Triagem Masculina II (CTMII) e Centro de Detenção Provisório de Icoaraci (CDPI). Os recursos são da ordem de mais de R$ 530 mil e o certame licitatório está previsto já para o fim deste mês.
“Essa ação de monitoramento é uma ação de rotina, feita em todos os convênios vigentes. É uma obrigação do órgão concedente do recurso fazer essa verificação e sempre é uma forma construtiva de melhorar e aprimorar a execução dos convênios. A visita é muito proveitosa também para que eles possam conhecer outros trabalhos que já desenvolvemos e com isso abrir possibilidades de celebração de novos convênios. Em alguns casos, a contrapartida do Estado é maior do que o próprio recurso repassado pela União”, avaliou André Cunha.
Desde 2011, a Susipe já conseguiu captar recursos do Fundo Penitenciário Nacional por meio de convênios firmados com o Depen, na ordem de mais de R$ 24 milhões, sendo quase R$ 12 milhões de contrapartida exclusivamente do Tesouro do Estado, destinados à construção e reformas de unidades prisionais, aparelhamentos, capacitação de servidores, montagem de unidades básicas de saúdes, oficinas de profissionalização de presos e expansão da Central de Monitoramento Eletrônico no Estado.

Texto:
Timoteo Lopes







Importância do profissional de enfermagem é debatida no Ophir Loyola
O cenário histórico e político da enfermagem no Brasil foi debatido durante evento promovido pelo Hospital Ophir Loyola. A programação reuniu 150 participantes, entre profissionais, acadêmicos e representantes da categoria, e divulgou o perfil e um panorama sobre os desafios e perspectivas da profissão, durante a Semana Brasileira de Enfermagem, encerrada nesta sexta-feira (20), na instituição.
A reflexão sobre a enfermagem como maior força de trabalho no campo da saúde, a participação nas lutas democráticas do país e as contribuições da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) para o desenvolvimento científico e tecnológico da enfermagem brasileira e do Sistema Único de Saúde (SUS) foram os principais destaques da programação, que incluiu orientações práticas para os enfermeiros gestores do hospital, um curso pré-evento sobre “Assistência de enfermagem na urgência oncológica”, conferências e exposição oral relacionados ao tema “Aben 90 anos – Construção histórica e política da enfermagem”.
A enfermeira Ilma Pastana, diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade do Estado do Pará (Uepa), apresentou a síntese de um estudo desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz, por iniciativa do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que traz um amplo levantamento sobre a categoria profissional e abrange cerca de 1,6 milhão de profissionais. “No país, a enfermagem é composta por um quadro de 80% de técnicos e auxiliares e 20% de enfermeiros. A pesquisa foi feita em torno de 50% dos municípios brasileiros e em todos os 27 Estados da Federação, e aponta um desgaste profissional em 66% dos entrevistados e grande concentração da força de trabalho na região Sudeste, o equivalente à mais da metade das equipes consultadas”, informou.
Segunda Ilma Pastana, uma das principais preocupações na saúde pública é com o trabalho em equipe, atuação em níveis de complexidade e atualização do conhecimento técnico-científico. “Temos que promover a visibilidade aos fatores que colocam a saúde da população em risco, capacitar para a atuação na melhoria da qualidade de vida e saúde. O desafio e a missão são o espírito de equipe, a educação continuada, a resiliência e, principalmente, o cuidado com o paciente”, ressaltou.
A programação teve ainda momentos específicos, com uma orientação mais prática para o gerenciamento de conflitos e situações cotidianas voltada para enfermeiros gestores e um curso para técnicos de enfermagem. Para a coordenadora do Centro de Suporte de Enfermagem do Hospital Ophir Loyola, Priscila Vasconcelos, essa organização estratégica é necessária para assistir as diferentes necessidades do público-alvo. “Nosso setor de urgência oncológica tem uma demanda significativa e uma equipe de enfermagem grande para tentar prestar uma melhor assistência aos pacientes. Por isso direcionamos para os técnicos de enfermagem informações sobre as complicações oncológicas mais frequentes, como as hemorragias e as dificuldades respiratórias”, explicou.
Segundo a coordenadora, a atuação em oncologia exige um conhecimento técnico-científico mais aprofundado e humanizado, orientado por uma imprevisibilidade dos efeitos colaterais comuns à terapêutica. “A equipe de enfermagem deve conhecer os sinais e sintomas, tipos de efeitos colaterais, manejos, intervenções e os cuidados de enfermagem. Esses conhecimentos são fundamentais para assistência ao paciente com câncer”.
O Hospital Ophir Loyola tem 129 enfermeiros e mais de 600 profissionais técnicos e auxiliares de enfermagem distribuídos nas clínicas, áreas administrativas e nos atendimentos de urgência. Uma gincana motivacional foi elaborada para incentivar a melhor organização dos serviços, pautada em critérios como apresentação pessoal, uso da identificação, organização do prontuário e organização do ambiente, premiando cada integrante das equipes vencedoras com um dia de folga.

Texto:
Leila Cruz


Uepa oferta 30 vagas para mestrado em Ensino de Matemática
Serão abertas de 23 de maio a 5 de agosto as inscrições para o Processo Seletivo do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Matemática, da Universidade do Estado do Pará (Uepa). As inscrições são feitas online, com a geração de taxa de R$ 100, a ser paga no Banco do Estado do Pará (Banpará) ou outra agência bancária. O Programa oferta 30 vagas, das quais duas são destinadas a pessoas com deficiência. As inscrições deferidas serão divulgadas a partir de 12 de agosto.
O programa tem duas linhas de pesquisa: Metodologia para Ensino de Matemática no Nível Fundamental, com 10 vagas; e Metodologia para Ensino de Matemática no Nível Médio, com 20 vagas. As vagas são destinadas a pessoas com Licenciatura ou Bacharelado em Matemática ou áreas afins. As vagas para as pessoas com deficiência se destinam a candidatos com Licenciatura ou Bacharelado em Matemática ou áreas afins, que já atuam no ensino de Matemática na educação básica.
Os candidatos devem estar atentos ao calendário das três fases do processo seletivo. Na primeira fase, 4 de setembro, os candidatos com as inscrições deferidas farão uma prova escrita, com duração de 3 horas, com 15 questões de múltipla escolha e duas questões discursivas. A lista preliminar de aprovados será divulgada em 16 de setembro, com prazo para recurso até às 14h do dia 19. A lista final está prevista para 21 de setembro.
A segunda fase é a conferência da documentação dos candidatos, que deve ser enviada de 22 a 23 de setembro via correios (Sedex) para Secretaria do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Matemática - CCSE/UEPA, Caixa Postal, nº 4025, CEP. 66.113-970, Belém – PA.
O candidato deve encaminhar para esse endereço: 1) Cópia do diploma e histórico de curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), autenticadas em cartório, ou documento de revalidação de diploma obtido em instituições estrangeiras; 2) cópia de documento de identificação com foto; 3) CPF; 4) Título de Eleitor; 5) Comprovante de votação da última eleição (1º e 2º turno, caso haja), de voto em trânsito ou de justificativa da ausência; 6) Certificado de Quitação do Serviço Militar, para candidatos do sexo masculino; 7) Currículo na Plataforma Lattes/CNPq e documentos comprobatórios das atividades; 8) Visto de permanência e documento de proficiência na Língua Portuguesa, para os candidatos estrangeiros. Todos os documentos devem ser entregues em uma única encadernação.
A terceira fase consistirá na avaliação do currículo da Plataforma Lattes/CNPq e da documentação comprobatória das atividades, com pontuação em uma escala de 0 a 10. A nota final dos candidatos será obtida pela média aritmética das notas da primeira e terceira fase do processo seletivo, em uma escala também de 0 a 10. O resultado final preliminar será divulgado em 29 de setembro, com prazo para recurso até às 14h do dia 30. O resultado final está previsto para o dia 4 de outubro.
As informações detalhadas sobre as fases, documentos e datas estão disponíveis no Edital 44/2016, no site www.uepa.br.

Texto:
Ize Sena


Servidores estaduais começam a receber salários de maio na próxima terça-feira
O Pará é um dos poucos estados da Federação que têm honrado o compromisso de pagar os servidores em dia e sem parcelamento. Graças a um grande esforço de gestão e controle dos gastos públicos, o governo conseguiu fechar a folha de pagamentos esta semana, permitindo que os servidores públicos estaduais recebam seus salários de maio a partir da próxima terça-feira (24). O calendário, que começa pelo pagamento de inativos militares e pensionistas, será finalizado na terça-feira (31) com o pagamento dos servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc)l, da capital e interior.
“Nossa postura é de extrema responsabilidade e respeito aos 150 mil servidores do Estado. Com isso, o governo tem conseguido manter o equilíbrio diante da crise enfrentada pelo país, garantindo o direito do funcionalismo e evitando o que, infelizmente, acontece em outros estados brasileiros”, destaca Alice Viana, secretária de Estado de Administração.
Estados como Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande Sul enfrentam a crise econômica com enormes dificuldades em manter o pagamento dos servidores em dia. Todos já passam por mudanças no calendário, incluindo atrasos, escalonamentos e parcelamentos dos salários. Enquanto isso, Amazonas, Santa Catarina, Tocantins e Espírito Santo anunciaram a total impossibilidade de conceder reajuste salarial para o funcionalismo público.
Calendário de pagamentos do mês de maio:
24/05 - Inativos militares e pensionistas.
25/05 - Inativos civis e pensões especiais/Sead.
27/05 - Auditoria Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, gabinete da Vice-governadoria, Procuradoria-Geral, Sedap, Sectet, Sead, Sefa, Seplan, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom e Setur, NGTM, NEPMV, NGPR e NAC.
30/05 - Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Hospital de Clínicas, Hospital Ophir Loyola, Hemopa, Imetropará, Iasep, Igeprev, IOE, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa, Ideflor-bio, CPH, Fundação Pro Paz. 
31/05 – Seduc - capital e interior.

Texto:
Mário Costa


Cidade Velha recebe o projeto "Música na Praça"











A Banda de Música da Polícia Militar do Pará vai animar noite desta sexta-feira, 20, na Praça do Carmo, com o projeto “Música na Praça”. A programação terá início às 19h, e levará ao bairro da Cidade Velha um repetório de músicas regionais e MPB executadas pela Banda Sinfônica da PM, criada em 1935 e referência entre as bandas militares no estado. O objetivo do projeto é aproximar a comunidade da corporação e fazer uso de espaços públicos para coibir a prática de crimes. Paralelamente, uma equipe de 60 policiais militares estarão distribuídos em pontos estratégicos do bairro durante as operações Barreira, Hypnus e Saturação.  


Texto:
Cristiani Sousa


Servidores da Casa Civil participam de ação solidária na AVAO
Uma iniciativa do setor de Recursos Humanos da Casa Civil da Governadoria, que tem como intuito estimular os servidores a participarem de ações voluntárias, levou um grupo de quase cem pacientes oncológicos do Hospital Ophir Loyola à sede da Associação Voluntária de Apoio à Oncologia na manhã desta sexta-feira, 20, para participar de uma programação de oficinas ministradas pelo Núcleo de Apoio aos Povos Indígenas, Comunidades Negras e Remanescentes de Quilombos e pelo Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC). Durante a atividade, onde aprenderam a fazer amarrações de turbantes e também como se maquiar, além de participarem de uma sessão de fotos.

“Queremos que o voluntariado se torne uma prática entre os nossos servidores, que eles possam abrir espaço em suas rotinas diárias para levar amor e solidariedade a quem precisa, e ao mesmo tempo, revelar outras habilidades. Nosso fotógrafo, por exemplo, é servidor da Casa Civil, as maquiadoras que estão auxiliando nas oficinas também. Ou seja, procuramos explorar nessas ações outros talentos que muitas vezes em sabemos que esses servidores tem", explica Sandra Beckman, coordenadora de Recursos Humanos da Casa Civil.
Diane Cruz Machado, 26 anos, professora da rede municipal em Breves, na ilha do Marajó, fez tratamento contra um linfoma no tórax. Por um ano, passou por internação, duas radioterapias e durante esse período recebeu o apoio da AVAO. Na ação desenvolvida hoje, ela compartilhou com as demais pacientes a sua experiência e as releituras que teve de fazer sobre muitas coisas para encarar a doença e o tratamento com mais leveza. “O lenço é uma coisa quase indissociável da mulher que faz tratamento contra o câncer. Poucas não usam esse acessório, que além de nos ajudar na proteção contra o sol, muito forte aqui em Belém, faz com que resgatemos a vaidade que é própria da natureza feminina, melhorando a autoestima e reforçando a vontade de levar o tratamento até o fim. Enfim, ele é quase um símbolo dessa luta que travamos com nossas próprias limitações."
Para a diretora do Núcleo de Articulação e Cidadania, Danielle Kayat, essas ações ajudam a melhorar a autoestima não apenas de quem precisa se submeter a um tratamento médico, mas que está passando pelos mais diversos problemas. Não sabemos das lutas dos outros e nem o quanto elas lhes custam. Muitas vezes, durante essas atividades, temos contato com pessoas que são alheias ao nosso convívio e aprendemos com as histórias de vida que elas trazem. Então é um benefício mútuo: por um lado sabemos que estamos ajudando alguém e por outro, esses a quem temos a chance de auxiliar sabem que existem pessoas olhando por eles.”
Para a tesoureira da AVAO, Hilda Mota de Souza, que também participou da ação, essas parcerias são essenciais para a entidade, que tem como missão primordial humanizar o tratamento prestado aos pacientes do Hospital Ophir Loyola. “Aqui o que eles precisam é só de amor, de um colo para desabafar, de alguém que possa escutá-los”, explica. A AVAO recebe doações e também a colaboração de quem queira atuar como voluntário nesse trabalho. “Basta vir até a nossa sede que teremos prazer em mostrar o que fazemos. Nossas demandas são permanentes e qualquer ajuda que tenhamos é sempre muito bem vinda", reforçou.

Texto:
Silvia de S. Leão


Seduc realiza obras de reparo na Escola Doutor Mário Chermont, em Belém
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Dr. Mário Chermont, localizada no bairro da Cremação, passará por uma série de obras de reparos que começaram na quinta-feira (19). O prazo para a conclusão é de 90 dias. Na estrutura serão realizados reparos no telhado, pintura geral da escola, reparos nas portas das salas e do administrativo, reparos no piso, banheiro e cozinha, reparos na rede elétrica e conserto e substituição de ventiladores.
A diretora da Escola, Erica Gonçalves, comenta que as obras são um anseio de toda a comunidade escolar, já que a Dr. Mário Chermont é uma das escolas mais antigas do bairro da Cremação e conta com o respeito de toda a comunidade. “Todos irão ganhar com as obras”, destacou.
A EEEFM Dr. Mário Chermont existe há 55 anos e conta atualmente com 790 alunos divididos nos três turnos.
Manutenção – A Seduc está realizando obras de reforma em várias escolas estaduais de ensino, entre elas a Escola Estadual Professor José Maria Machado, que fica em Barcarena. Em março, a Seduc concluiu as obras de reforma geral e ampliação das instalações da Escola Estadual de Ensino Fundamental Princesa Isabel, na rua Santa Inês, no bairro do Atalaia, em Ananindeua.
Na Escola Estadual Santa Maria de Belém, localizada no bairro de Batista Campos, a Seduc realizou trabalhos de reparos e limpeza. O que aconteceu também com a Escola Estadual Raimundo Viana, no bairro Parque Verde, e com a Escola Amilcar Tupiassu, no bairro da Cremação.
Dentro do Pacto pela Educação do Pará, a Secretaria de Educação, através de recursos captados junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem hoje investido na educação do Pará em programas de expansão da cobertura e melhoria da qualidade da educação básica, com contrapartida local. Do total de recursos previstos no programa de expansão de cobertura e melhoria da qualidade da educação básica do Estado, cerca de US$ 220 milhões serão investidos na infraestrutura de escolas da rede estadual.

Texto:
Márcio Flexa


Bombeiros aprendem técnicas para retirada de vítimas das ferragens de veículos
Com simulação de acidente e resgate de vítimas presas às ferragens foi encerrado nesta sexta-feira (20) o Curso de Salvamento Veicular, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Pará. O curso, que faz parte da grade curricular da formação de bombeiros, foi iniciado na última segunda-feira (16), reunindo 15 participantes, entre soldados, cabos e sargentos do 1° Grupamento de Busca e Salvamento da corporação.
Durante cinco dias eles participaram de aulas teóricas e práticas. Atualmente, o Corpo de Bombeiros do Pará conta com viaturas de salvamento específicas de extração e extricação (corte e separação da ferragem do carro para retirar vítimas de acidentes).
Um dos coordenadores do curso, major Eduardo Alves Neto, há 20 anos na corporação e membro da Associação Brasileira de Desencarceramento, esteve na Alemanha participando de cursos especializados em operações de retirada de vítimas que ficam presas em ferragens de veículos e outros locais. O major explicou que um dos objetivos desse tipo de operação é salvar a vítima sem agravar a situação, considerada de risco. Segundo ele, é importante o aperfeiçoaamento dos integrantes da corporação. “O principal objetivo é trazer instruções novas para os nossos bombeiros”, ressaltou.
Os participantes também aprenderam outras técnicas de atendimento, com um especialista em resgate de vítimas de terremotos e soterramentos. O objetivo foi padronizar conhecimentos, principalmente das equipes que trabalham às margens de rodovias, para que possam usar novas tecnologias no salvamento de vidas.

Texto:
Governo do E. do Pará


Semas promove leilão de 2.700 m³ de madeira apreendida
A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) realizou o segundo leilão do ano, nesta sexta-feira (20), com cerca de 2.700 metros cúbicos (m³) de madeira ilegal apreendida durante a Operação Gaia, para arremate. O trabalho é resultado de ação conjunta da Semas com a Polícia Civil, Batalhão de Polícia Ambiental e o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, nos municípios de Moju e Tailândia, na região nordeste do Pará.
Empresas e pessoas físicas participaram do certame que iniciou com lances mínimos entre R$ 166,93 a R$ 513,28 por metro cúbico de madeira. Entre as espécies levadas à venda pública estavam os tipos branca, vermelha e nobre, como cupiúba, maçaranduba, ipê e angelim vermelho. Com a iniciativa, a Semas é a primeira secretaria do país a dar finalidade a materiais apreendidos em ações de fiscalização, por meio de leilão ou doação.
O valor arrecadado será investido em atividades de recuperação, proteção e manutenção de ecossistemas, com educação ambiental e pesquisas dedicadas ao desenvolvimento sustentável do estado. Outro lote da madeira apreendida ainda na Operação Gaia será leiloado no próximo 1º de junho.
No primeiro leilão do ano, realizado em março, cerca de 1.400 m³ de madeira apreendida no município de Juruti, no oeste paraense, foram arrematadas. As apreensões fazem parte das ações de monitoramento e controle do desmatamento realizadas pela secretaria. A previsão é que, à medida que novos lotes de madeira ilegal sejam apreendidas, novos leilões ocorram, para dar uma destinação célere e correta, evitando a destruição ou deterioramento dos produtos florestais.
A Operação Gaia é parte do Programa de Redução da Emissão de Gases do Efeito Estufa e Desmatamento Ilegal (Pregeed), da Semas, que visa combater serrarias e outras atividades que exploram madeira ilegalmente. As buscas a infratores das leis de proteção ambiental continuam no Pará.

Texto:
Naiana G. F. M. Santos


Uepa seleciona bolsista doutor para o Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais
De 23 a 27 de maio, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) abrirá inscrições para o Processo Seletivo Simplificado de um bolsista doutor para o Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA), em nível de Mestrado Acadêmico, no âmbito do Programa Nacional de Pós-Doutorado, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
As inscrições são feitas, exclusivamente, na secretaria do PPGCA, localizada no Centro de Ciências Naturais e Tecnologia (CCNT), à travessa Enéas Pinheiro, nº 2626, bairro do Marco, de 9h as 12h. Deverão ser entregues os seguintes documentos no ato da inscrição: formulário de Cadastro de Docente Colaborador na condição de Participante Externo, disponível no link http://www4.uepa.br/paginas/pcambientais/formularios.html; cópias autenticadas do histórico e do diploma do curso de pós-graduação, em nível de doutorado; cópias autenticadas da Certidão de Nascimento ou Casamento; Carteira de Identidade (RG); entre outros documentos especificados no edital.
O PNPD da Capes tem por objetivo reforçar os grupos de pesquisa nacionais, renovar os quadros dos Programas de Pós-Graduação nas instituições de ensino superior e de pesquisa, promover a inserção de pesquisadores brasileiros e estrangeiros em estágio pós-doutoral e estimular a integração com projetos de pesquisa desenvolvidos pelos Programas de Pós-Graduação no país.
Os interessados devem ter título de doutor, em qualquer área de conhecimento. Em caso de diploma obtido em instituição estrangeira, este deverá ser analisado pelo Programa de Pós-Graduação; e o candidato também deverá disponibilizar currículo atualizado na Plataforma Lattes do CNPq ou, se estrangeiro, currículo com histórico de registro de patentes e/ou publicação de trabalhos científicos e tecnológicos de impacto e/ou prêmios de mérito acadêmico, conforme anexo no Regulamento.
O processo de seleção do PPGCA constará de três fases: análise do Currículo Lattes; análise do Plano de Trabalho; análise da Carta de Interesse. O resultado final do Processo Seletivo será divulgado em 6 de junho de 2016, na Secretaria do PPGCA, no site www.uepa.br ou http://www4.uepa.br/paginas/pcambientais. Confira aqui o edital.


Texto:
Renata P.


Yuri Guedelha homenageia o centenário do samba no Margarida Schivasappa
“Uma antologia do samba” é assim que o compositor e músico Yuri Guedelha define o show “100 anos de samba” que será apresentado na próxima quarta-feira, 25 de maio, no teatro Margarida Schivasappa. A apresentação faz parte do projeto Pauta Livre, da Fundação Cultural do Pará (FCP) e terá músicos convidados em homenagem ao samba.
Yuri Guedelha é professor da escola de música da UFPA e, há mais ou menos 30 anos, devota sua vida à música. A apresentação é parte de seu projeto pessoal Centenário da Música, desenvolvido ao longo de sua carreira, que busca prestar homenagens a nomes e estilos musicais diversos ao atingirem a marca de 100 anos de idade.
Seu último projeto foi o centenário de Frank Sinatra e, agora, a vez é do samba brasileiro: “Apesar de existir a bem mais tempo que isso, o centenário é da data simbólica do primeiro samba registrado, ‘Pelo Telefone’, em 1916”, afirma o músico. “Com isso, fiz uma antologia de uma hora, uma hora e vinte de repertório, seguindo uma ordem cronológica dos compositores mais importantes de cada vertente do samba. Foi um trabalho bem difícil, muitos tiveram que ficar de fora, infelizmente”, pontua.
Ele define seu espetáculo como uma festa do samba. Trazendo ícones da música para o palco do Schivasappa, como Lucinnha Bastos, Pedrinho Cavalléro e Daniel Araújo, além de participações especiais de sua sobrinha e filha, Jojo Moreno e Malu Guedelha, Yuri promete uma viagem ao longo da história do samba.
Em seu repertório, traz nomes da Velha Guarda, como Pixinguinha e Donga, passando por Dorival Caymmi, o samba de partido alto de Zeca Pagodinho, a bossa nova de Tom e Vinícius, o pagode do Fundo de Quintal e o samba-rock de Tim Maia e, por fim, apresenta ao público uma de suas músicas autorais, Aquarela do Pará, a qual define como um “projeto audacioso”: “Ary Barroso criou a Aquarela do Brasil e eu tive a audácia de criar a do Pará. Não posso defini-la pois sou suspeito, mas é uma música muito bonita”, brinca.
O Pauta Livre da Fundação Cultural do Pará já premiou diversos artistas da terra antes de Yuri Guedelha. O projeto consiste em inscrevê-los em um edital e selecioná-los ao longo do ano, a fim de ceder os espaços da Fundação para suas apresentações. O show 100 anos de Samba será no dia 25 de maio, às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa. Os ingressos custam R$ 30, com direito a meia entrada.

Texto:
Andreza Gomes


Fundação Cultural do Pará oferta novas vagas para as oficinas de restauro de livros
Estão abertas as inscrições para as oficinas de restauro e higienização de livros da Fundação Cultural do Pará, programadas para o mês de junho. O primeiro curso será excepcionalmente realizado no período da tarde, apenas o de higienização será ministrado no horário da manhã.
As oficinas foram criadas com o intuito de auxiliar no restauro de obras que fazem parte do acervo da Biblioteca Arthur Vianna. A coordenadora de Processos Técnicos da Fundação, Suzana Tota, afirma que são recuperados mensalmente cerca de 150 livros. “O acervo da Arthur Vianna conta com mais ou menos 800 mil exemplares, dentre os quais obras raras e antigas que precisam ser restauradas. A equipe que faz esse trabalho é muito pequena, então, com as oficinas, a produtividade aumentou permitindo que os livros voltem a circular.”
Suzana Tota ressalta a interação das atividades de restauro com a comunidade. “As oficinas também promovem a disseminação do conhecimento, considerando que não fazemos exigências quanto ao nível escolar ou pré-conhecimentos acerca da técnica, tampouco cobramos por isso. O acesso às oficinas é amplo”, diz, citando o exemplo de uma das professoras do curso. “Uma das pessoas que ministram a oficina, Arlete Rosa, é acadêmica de Biblioteconomia. Ela começou conosco como estagiária, fez o curso e hoje está ministrando oficinas de restauro”, conta.
O curso de higienização já foi levado a municípios do interior, como Santarém e Abaetetuba, e também da região metropolitana de Belém, como Ananindeua. Com o suporte do acervo da Biblioteca Arthur Vianna, que é transportado para os locais onde as oficinas acontecem, o curso tem duração de uma semana e é definido pela Diretoria de Leitura e Informação da FCP.
Suzana Tota afirma que as inscrições para as oficinas ficam abertas permanentemente. “Contamos com uma espécie de fila de espera, onde a pessoa é notificada quando surge uma vaga. Basta apenas que mantenha o seu cadastro na Fundação Cultural do Pará atualizado.”
A oficina de restauro será ministrada de 06 a 30 de junho, no horário de 13h as 17h, com 15 vagas disponíveis. Já a oficina de higienização terá sua primeira turma capacitada entre os dias 30 de maio e 10 de junho, e a segunda entre os dias 13 e 24 de junho, sempre no horário de 8h ao meio dia. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (91) 3202-4377 ou pelo e-mail cpros@fcp.pa.gov.br.

Texto:
Andreza Gomes


Basa participa do Parlamento Amazônico e garante recursos para combater a crise no Norte
Basa participa do Parlamento Amazônico e garante recursos para combater a crise no Norte
O atual momento de crise que atinge o país também chegou aos estados da região Norte...

Leia o texto completo no site. Clique aqui.

Texto:
Mara Barcellos


Operações deflagradas pela Segup recuperam 434 veículos roubados
Resultados das operações integradas da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) deflagradas de janeiro deste ano ao último dia 10 de maio, apontam 759 veículos recuperados. Destes, 434 são carros e motos que haviam sido roubados, em vários bairros da capital paraense. Atraso de pagamento ou ausência de documentação, violação de lacre das placas ou chassi de veículos foram os motivos da apreensão de motos, carros, vans, caminhões e reboques.
Os números foram apresentados pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC) e são resultado da atuação de várias operações, entre elas, a “Duas Rodas”, realizada em parceria com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), “Barreiras Integradas” e ocorrências denunciadas pela população.
A atuação conjunta das policias Civil e Militar e do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran) resultou no trabalho de abordagem a 3.576 veículos. “A presença constante de agentes de segurança pública nas ruas mostra resultados. São ações de prevenção e de repressão à criminalidade. Os números revelam que as operações integradas conseguem abranger maior número de bairros e também combater vários tipos de crimes, em cada operação deflagrada”, afirmou o titular da Segup, Jeannot Jansen.
A Segup informa que as ocorrências dos veículos recuperados são apresentadas às delegacias e caso haja uma informação de roubo feita pelo proprietário, o número de telefone fica registrado e os policiais civis e militares entram em contato com o dono do veículo roubado.
Bairros beneficiados pelas diversas ações:
1º BPM: Telégrafo, Sacramenta, Miramar, Maracangalha, Val-de-cans, Barreiro, marco, Predreira, Curió-utinga, Marambaia, Castanheira e Souza.
2º BPM: Reduto, Campina, Cidade Velha, Umarizal, Nazaré, São Brás, Fátima e Canudos.
10º BPM: Paracuri, Ponta Grossa, Agulha, Campina, Cruzeiro, Ilhas da Baía do Guajará, Tenoné, Águas Negras, Maracacuera, Parque Guajará, Itaiteua, Água Boa, São João do Outeiro e Brasília.
20º BPM: Cremação, Condor, Ilhas do Rio Guamá, Batista Campos, Jurunas, Guamá e Terra Firme.
24º BPM: Bengui, Mangueirão, Cabanagem, Parque Verde, Coqueiro (Belém), Una (Belém), Tapanã, Pratinha e São Clemente.

Texto:
Carla Moura


Balança comercial do Pará apresenta terceiro melhor desempenho no ranking nacional
Em abril deste ano, a balança comercial paraense contabilizou saldo de US$ 635 milhões, resultado que garantiu ao estado do Pará o terceiro melhor desempenho nacional no acumulado de janeiro a abril, que totalizou US$ 2,3 bilhões. Isto é o que aponta a análise feita pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).
De acordo com a pesquisa, o saldo comercial paraense positivo no acumulado do ano até abril, proveniente das exportações, que totalizaram US$ 2,8 bilhões, e das importações, com US$ 444,2 milhões, manteve o estado entre os três maiores saldos do País, ficando atrás apenas do Mato Grosso, que alcançou o primeiro lugar, com US$ 4,9 bilhões, e de Minas Gerais, com US$ 3,9 bilhões.
O minério de ferro continua sendo o principal produto na pauta exportadora do Pará, pois o valor da commodity teve, no mês de abril, crescimento de 19,70%, se comparado ao mesmo mês do ano passado. Segundo o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, essa elevação é resultado de um conjunto de fatores, a exemplo do aumento de 23,52% da quantidade exportada e da retomada de crescimento no preço do minério de ferro, que de dezembro de 2015 para abril de 2016 evoluiu 54%.
Além disso, o presidente da Fapespa destaca a importância do mercado asiático nesse desempenho. "O Pará tem como principal demandante dessa commodity, a Ásia, que no mês de abril apresentou incremento de 23,31%, respondendo por 79,57% do total de minério de ferro exportado pelo estado no período", esclareceu Costa.
A crescente demanda por commodities minerais vem fortalecendo o estado no mercado internacional, e, segundo o estudo, no que diz respeito aos destinos das exportações paraenses, nos primeiros meses do ano verificou-se essa consolidação da Ásia como importante parceiro da economia do Pará, tendo se tornado o principal mercado do comércio exterior estadual nos últimos anos. Nas relações com países, China, Japão, Noruega, Alemanha, Malásia e Canadá responderam por mais da metade do valor exportado pelo estado nos quatro primeiros meses do ano.
Ao se comparar, ainda, o desempenho do estado nos quatro primeiros meses de 2015 e 2016, observou-se uma elevação dos valores das exportações de carne de bovinos, com variação de 52,09%; de Peixes, com 15,58% e de Pimenta-do-reino, com registro de 7,31%.
Para Raul Tavares, coordenador do CIN no Pará, departamento vinculado à Fiepa, a economia paraense depende de uma matriz extrativista, a qual tem se tornando importante para manter um superávit na balança comercial com o mercado exterior. “É fato que, a qualidade das nossas commodities minerais no mercado internacional, além de propiciar valores significativos nas exportações, ajuda no aumento da produção industrial, o que coloca o estado em situação privilegiada e de destaque entre as demais Unidades Federativas. Por isso, não podemos deixar de destacar a contribuição da indústria extrativa para o desempenho do comércio exterior paraense”.
“Por outro lado, é necessário investir na parcela significativa da indústria de transformação que verdadeiramente promove a verticalização produtiva em quase 100% localmente, gerando maior valor agregado, no tocante à geração de empregos e renda para a população com retorno social fantástico e fazendo circular a economia nos demais setores do comércio e serviços. No mais, outro aspecto de relevância para o comércio exterior são os investimentos em infraestrutura logística de transporte”, completa.
Já na análise para as importações paraenses, no acumulado de janeiro a abril, houve aumento de cerca de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso ocorreu em função da mina de minério de ferro S11D, localizada em Canaã dos Carajás, que tem recebido significativos investimentos. No entanto, a demanda externa pelos produtos paraenses tem diminuído nos últimos meses, fato que se deve à redução das atividades produtivas em alguns dos países de destino.
O estudo completo está disponível do site da Fapespa www.fapespa.pa.gov.br

Texto:
Helen Barata


Representantes municipais participam de curso sobre poluição sonora
As Diretorias de Educação, Ordenamento e Descentralização da Gestão Ambiental (Diored) e de Fiscalização (Difisc) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), promove capacitação sobre poluição sonora, com participação de representantes das secretarias municipais de Abaetetuba, Concórdia do Pará e Jacareacanga. O objetivo é auxiliar o aprimoramento da fiscalização ambiental nestes municípios, com alta demanda para a solução de problemas relacionados ao barulho nas cidades.
Este curso faz parte de uma série de palestras e atividades que estão sendo realizadas, desde a segunda-feira, 16, até esta sexta-feira, 20, e conta com a participação da Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil. A exposição teórica, no Parque do Utinga, teve a presença do perito Paulo Alves, que orientou os técnicos em questões como a abordagem diante das infrações e alertou sobre a relevância do tema: “É fundamental que esta capacitação alcance o interior para o avanço da descentralização da gestão ambiental, especialmente no caso da poluição sonora, que apesar de muito prejudicial, é pouco discutida”. Ele avaliou que além das punições, é preciso que os crimes sejam prevenidos através de ações de educação ambiental.
A poluição sonora vem se estabelecendo cada vez mais como um crime grave para a humanidade, com destaque para os grandes centros urbanos. O barulho produzido diariamente pelas mais diversas fontes de ruídos, causa problemas de natureza ambiental e não é saudável para o corpo humano, já que provoca transtornos de ordem emocional, como o estresse, e até de ordem psíquica, seja em curto ou longo prazo.
Wildenyra Lima, delegada há 26 anos (13 deles lidando só com poluição sonora), relatou que muitas pessoas no cotidiano nem percebem a gravidade dos danos causados pelo excesso de barulho: “Atinge grávidas, idosos, crianças e gente de todas as idades. Pode colaborar para problemas mentais e é um desconforto cíclico que está ligado a festas e estabelecimentos que desrespeitam os cidadãos. Por isso o combate é essencial no processo de tornar a cidade um lugar melhor”.
Com o aparelho de medição de ruídos em mãos, o decibelímetro, o secretário municipal de Jacareacanga, Everton Sales, conta que valeu a pena viajar dois dias até a capital para participar da capacitação. “É importante criar essa harmonia entre estado e município para fortalecer a elaboração de instrumentos de fiscalização, processos administrativos e qualificações. A Semas está de parabéns pela iniciativa”, afirmou.
Depois da primeira parte, a equipe foi até a Dema, para visita ao Projeto Sala Verde, que tem como objetivo estimular iniciativas que promovem a articulação e propagação direta da educação, sensibilização e conscientização ambiental nas diversas regiões do Pará. “Buscamos a inclusão social por meio de práticas comunitárias sustentáveis, diretamente com os cidadãos”, conta o coordenador do projeto, o veterinário Edelvan Soares.
Ao final, foram distribuídos materiais e livretos para melhor elucidação da legislação estadual, com ênfase nas leis de crimes ambientais, resoluções, regras e normas, além de espaço aberto para debate.

Texto:
Naiana G. F. M. Santos


Atendimento no Detran já está normalizado
O Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran) informa que todos os serviços prestados pelo órgão estão funcionando normalmente. Técnicos do órgão trabalharam durante toda a tarde e noite e conseguiram sanar o problema causado por uma pane no sistema elétrico que interrompeu a prestação dos serviços de veículo e habilitação no início da tarde desta quinta-feira (19). Os candidatos que não conseguiram ser atendidos na tarde de ontem podem reagendar os exames por meio do site www.detran.pa.gov.br.

Texto:
Aldirene Gama


Grupo apresenta projeto para produção de gás natural no Pará
Investidores de diversas partes do mundo reconhecem no Pará uma oportunidade para expandirem seus negócios no Brasil. Dessa vez, empresários liderados pela norueguesa Golar LNG manifestaram interesse em investir na produção de gás natural liquefeito (GNL) em solo paraense. O projeto de implantação foi apresentado ao governador Simão Jatene durante reunião na noite desta quinta-feira, 19, no Palácio do Governo, em Belém.
A proposta é implementar um ponto de entrada de gás liquefeito no estado, a curto prazo e, a partir daí, viabilizar toda a cadeia de gás e desenvolvimento local através da produção de GNL. "Se existe um lugar com potencial para expandir o mercado de gás é aqui. Iremos operar tanto para geração de energia, quanto para transporte rodoviário, ferroviário e microgeração de energia em pontos mais isolados", afirmou o representante do grupo, Eduardo Antonello. Os empresários atuam no desenvolvimento de negócios e projetos especiais na área de energia, logística de combustíveis fósseis e alternativos.
A ideia inicial é implementar um terminal de regaseificação - processo que transforma o gás líquido em gás natural - que funcionaria em um navio aportado em Vila do Conde, no município de Barcarena, nordeste paraense. "A intenção é fomentar a produção de gás no Pará e incentivar a utilização pelas indústrias locais, uma vez que esse recurso tem um custo bem menor do que outras fontes de energia", explicou Antonello.
O governador ouviu com atenção o projeto e destacou a visão empreendedora do grupo. "As pessoas estão percebendo cada vez mais as potencialidades da Amazônia e do nosso estado, assim como vocês, e isso é um primeiro passo para o crescimento do Pará. Mas temos que trabalhar sempre para que a atração de investimentos seja revertida não só para o desenvolvimento econômico local, mas, principalmente, em benefício da população", afirmou Simão Jatene.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, essa é uma possibilidade de viabilizar a Gás Pará, criada com a finalidade de atuar na inserção de gás natural na matriz energética do estado. "A partir da entrega de gás regaseificado para as indústrias paraenses, a Companhia irá contribuir para a redução do custo de produção e emissão de CO2 na atmosfera", destacou.
Ainda segundo o titular da Sedeme, a produção poderá beneficiar outras atividades. "Um outro setor que poderá ser atendido é o de transporte urbano, a exemplo que já ocorre em outros estados onde os ônibus e táxis são abastecidos com gás", acrescentou Demachki. O gás natural é o mais limpo dos combustíveis fósseis e possui características que favorecem a redução dos impactos ambientais, podendo ser utilizado em indústrias, substituindo a gasolina, o etanol e o óleo diesel, e também como fonte de geração de energia elétrica.
Ao final da reunião, o chefe do Executivo Estadual ressaltou as condições de atração de investidores em diversos setores que possibilitam a geração de emprego e renda. "Vamos analisar minuciosamente o projeto, verificar sua viabilidade e contribuição para o estado como um todo, principalmente no que diz respeito à questão ambiental e socioeconômica. Quando pensamos em investimento ou implantação de qualquer tipo de projeto temos que pensar como ele pode contribuir para a diminuição da pobreza e desigualdade", reiterou Jatene.
O encontro também contou com a presença do senador Flexa Ribeiro, da diretora geral do Núcleo de Acompanhamento e Monitoramento da Gestão, Gabriela Landé, e dos empresários Dionon Cantarelli, Celso Silva, Eduardo Maranhão, Marcos Grecco e Carlos Moura.

Texto:
Lidiane Sousa


Câmara Setorial da Pecuária de Corte realiza a primeira reunião do ano
Na primeira reunião deste ano da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Pecuária de Corte, realizada na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), nesta quinta-feira, 19, a empresária Cristina Barros Malcher foi eleita a nova presidente da entidade. Um dos temas discutidos foi a fiscalização nos frigoríficos e nas barreiras da divisa com os Estados que ainda não estão livres da febre aftosa. O Pará já tem o certificado de área livre de febre aftosa com vacinação, concedido pela OIE.
Sobre esse assunto, o titular da Sedap, Hildegardo Nunes, informou que a reunião que participou em Brasília com o novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na quarta-feira, 18, gerou uma expectativa positiva entre os secretários estaduais de agricultura. “Deverá ser criado um novo mecanismo para o repasse de recursos federais mais eficiente que os já ultrapassados convênios”, informou. Os temas discutidos serão relacionados em pautas e detalhados nas próximas reuniões da Câmara Setorial.

Texto:
Leni Sampaio


Resultados dos setores de comércio e serviços no Pará serão divulgados nesta segunda
Data da Pauta:
23/05/2016 15:00:00
Expira em:
23/05/2016 16h00
Local:
Associação Comercial do Pará (ACP)
Endereço:
Av. Presidente Vargas, nº 158
Contatos:
(91) 9 9 8429-9691 // 9 8234-1503 // 3323-2558

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa), em parceria com a Associação Comercial do Pará (ACP), a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (Faciapa), a Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio) e o Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belém (Sindilojas), divulgarão nesta segunda-feira, 23, o Boletim do Comércio Varejista e Serviços trazendo os principais resultados dos setores para o primeiro trimestre de 2016. Os resultados serão apresentados às 15h, na auditório da ACP.  
A pesquisa elaborada pelas quatro instituições é feita com base nos dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), ambas conduzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que faz referência ao volume de vendas e à receita do comércio varejista e serviços do estado do Pará.
O Boletim também traz análises de indicadores direta ou indiretamente ligados ao setor, como: inflação, endividamento das famílias, desempenho do mercado de trabalho e arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Para apresentar os dados, estarão reunidos o presidente da Fapespa, Eduardo Costa; o presidente da Associação Comercial do Pará (ACP) e da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (Faciapa), Fabio Lúcio Costa, e os representantes da Fecomércio-PA e do Sindilojas.

Texto:
Helen Barata


Concurso da Policia Militar do Pará oferta 2194 vagas
Conforme anunciado pelo Governador do Estado, Simão Jatene, e para dar continuidade à política de renovação do quadro efetivo de servidores, a Polícia Militar do Estado do Pará (PM) e a Secretaria de Estado da Administração (Sead), publicaram no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 20, edital de concurso público para provimento de vagas. O certame ofertará 2.194 vagas, assim distribuídas: 2.000 para soldados, 160 para oficiais e outras 34 para a área de saúde (oficiais). Para concorrer às vagas, os candidatos deverão ter concluído o Ensino Médio ou Superior.
No período de um ano os candidatos aprovados serão alunos do curso de formação de praças e oficiais. Durante a realização do Curso de Formação de Praças (CFP), o aluno soldado receberá remuneração de R$ 788,00. Após a conclusão do curso, a remuneração passará a ser de R$ 2.836,80.
Durante a realização do Curso de Formação de Oficiais (CFO), o aluno oficial receberá remuneração de R$ 1.005,71. Na condição de aspirante a oficial, ele permanecerá com o mesmo valor de remuneração. Já durante e após a conclusão do Curso de Adaptação de Oficiais (Cado), o oficial aluno (área de saúde) receberá remuneração de R$ 5.781,31. Todos os cargos farão jus ao auxílio alimentação mensal no valor de R$ 650,00, durante e após a conclusão do curso.
As inscrições, inclusive para aqueles beneficiados com isenção total, poderão ser feitas no período de 24 de maio a 23 de junho, no valor de R$ 70,00 para o cargo de soldado, R$ 80,00 para o cargo de oficial e R$ 100,00 para o cargo de oficial (área da saúde). A primeira fase do certame, que compreenderá a aplicação da prova de conhecimentos, será realizada na data provável de 31 de julho de 2016. A organizadora do concurso é a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e os candidatos poderão se inscrever no site www.portalfadesp.org.br.

Texto:
Mário Costa




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