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terça-feira, julho 02, 2013

Falta de conscientização ainda é o principal empecilho para transplantes no Pará



Sespa implanta sistema para facilitar o Tratamento Fora de Domicílio
Para agilizar os serviços oferecidos pelo Programa de Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no Pará, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) implantou o Sistema de Tratamento Fora de Domicílio (SISTFD), uma ferramenta de informação usada para cadastrar e facilitar o encaminhamento de pacientes que necessitam de atendimento em outros municípios.
Segundo a diretora de Desenvolvimento e Auditoria de Serviços de Saúde da Sespa, Débora Jares, o objetivo é criar subsídios para a coleta, processamento, análise e transmissão de informação. “O sistema permitirá monitorar, controlar e avaliar o TFD, além de melhorar a forma de organização e planejamento”, informou.
A diretora explicou que o novo sistema passou por diversas discussões até chegar ao modelo atual, mas ainda está em fase de adaptação. Ela disse que o modelo trará transparência aos processos de TFD, que poderão ser acompanhados por pacientes, municípios e órgãos de controle. “O sistema terá diversos níveis de acesso, conforme a necessidade de informação. A ideia é ampliá-lo e criar um meio de alimentação de informações, até mesmo de laudos médicos nas próprias instituições de assistência à saúde dos usuários do TFD”, acrescentou Débora Jares.
Acesso - O Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) é uma estratégia usada para referenciar pacientes a outros municípios, garantindo-lhes o acesso a serviços assistenciais de complexidade diferenciada, quando inexistentes ou esgotados todos os recursos de diagnóstico e terapia no município de origem do paciente.
O programa contempla todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que precisam se deslocar para tratamento fora de seu município, com distância acima de 50 km. O Estado é responsável pelo TFD dos municípios de atenção à saúde, básicos e também os plenos, com menos de 21 mil habitantes, conforme determinação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). O Governo do Estado tem, ainda, a responsabilidade de controlar e avaliar a utilização do recurso direcionado ao programa em todo o Pará.
O TFD, instituído pelo Ministério da Saúde, é um instrumento legal que garante procedimentos considerados de alta e média complexidade eletiva. Entre os serviços que contemplam o programa estão consultas, tratamento ambulatorial, internação hospitalar ou cirúrgica, previamente marcada. O usuário do SUS tem direito a passagens de ida e volta, além da ajuda de custo para alimentação e hospedagem na cidade onde será realizado o tratamento.

Texto:
Edna Sidou-Sespa


Sespa realiza programação em
alusão ao Dia mundial do Rim




 

Cinema mudo com acompanhamento musical ao vivo
O projeto "Cinema e Música", parceria da Fundação Carlos Gomes (FCG) e Fundação Cultural de Belém (Fumbel) com apoio da Associação de Críticos de Cinema do Pará (ACCPA), está de volta neste mês com a exibição do filme "Fausto", do cineasta alemão F.W. Murnau. A sessão de cinema, que é realizada na segunda terça-feira de cada mês no Cine Olympia, exibirá mais um clássico do cinema mudo com acompanhamento musical do pianista Paulo José Campos de Melo, superintendente da FCG.
"Fausto" é um clássico de 1926. O filme é considerado um marco do expressionismo alemão, um movimento cinematográfico que surgiu na Alemanha na passagem dos anos 10 aos 20. Baseado na obra homônima do escritor alemão Goethe, "Fausto" conta a história de um velho alquimista que vê sua cidade ser assolada pela peste negra. Ao se deparar com a desgraça e a morte, ele começa a refletir sobre sua existência e evoca Mefisto, que pede a sua alma e lhe oferece, em troca, a juventude, os prazeres e o amor de uma mulher.
O cineasta F.W. Murnau foi um dos maiores realizadores do cinema mudo. Esta obra em especial reflete bem a estética expressionista com o jogo de luz e sombra, que dá relevo às aparências e ao subconsciente. É o último filme do diretor rodado na Alemanha. Sobre a importância do filme para o período em que foi filmado, o pianista Paulo José Campos de Melo acrescenta: "A técnica do claro-escuro inspirada na pintura de Rembrandt é visível desde as primeiras cenas e tem um efeito dramatúrgico imponente, valorizando emocionalmente todas as cenas trágicas do filme".
Quem aprecia cinema e já está de férias não pode perder a programação. A sessão com acompanhamento musical ao vivo começa às 18h30 e tem entrada franca.


Falta de conscientização ainda é o principal empecilho para transplantes no Pará
Em 2000, o Brasil abandonou o sistema de doação presumida para os casos de transplantes e adotou a doação consentida, que acontece somente com a autorização da família do paciente, começando pelos parentes mais próximos (pai, mães, marido e esposa). Mas se por um lado essa autorização é o que pode salvar uma vida, por outro é um dos principais empecilhos à realização de transplantes na atualidade. É justamente no momento da perda do ente querido que começa o trabalho de abordagem familiar, feito pelos profissionais responsáveis por obter essa permissão e que correm contra o tempo na tentativa de salvar quantas vidas forem possíveis.
Cada instituição autorizada a fazer a captação de múltiplos órgãos e tecidos para transplante do país possui uma CIHDOTT - Comissão Intra Hospitalar multiprofissional, que atua ativamente na busca de um potencial doador. O Hospital Ophir Loyola é uma das poucas instituições referenciadas pelo Ministério da Saúde na região Norte a realizar transplantes e fazer a captação de órgãos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No Pará é feita a doação de córneas, rins, fígado e coração. As córneas ficam no Banco de Olhos do HOL e, como os rins, permanecem em Belém até que suja um receptor compatível. Já o coração é captado e enviado para o Banco de Válvulas Cardíacas de Curitiba, e o fígado à Central Nacional de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO). Os receptores para esses órgãos são localizados por meio de um sistema nacional.
“Notificamos pacientes que evoluíram para a morte encefálica ou vieram a óbito por parada respiratória. Não há nada formal, depende muito da situação. Mas a palavra chave é acolhimento. O momento é de dor e temos todo um cuidado ao falar com os familiares”, explica Fátima Cardoso, da CIHDOTT/HOL. Ela explica que em alguns casos a família aceita doar apenas alguns órgãos, e essa vontade é respeitada pela equipe. “É tão respeitada que, se tivermos levando um doador para o bloco cirúrgico e no último momento alguém desistir da doação, paramos com todo o procedimento. Às vezes os familiares só querem doar os órgãos que ficam em Belém, como rins e córneas. Outros, por conta de princípios religiosos que rejeitam a doação, não a permitem porque acham que se o ente querido chegar ao céu sem um dos órgãos não será recebido por Deus. Há ainda aquelas situações em que os parentes tem pressa de liberar o corpo para sepultamento e por isso evitam esse procedimento", destaca.
A maioria dos pacientes do HOL são oncológicos, mas a possibilidade de doação é plausível na clínica de cardiologia torácica e da neurocirurgia. O Hospital envia e recebe órgãos de outros estados para a realização de transplantes. “É necessária uma maior conscientização da sociedade. Mais vidas seriam salvas se conseguíssemos aumentar o número de doações. É uma questão de solidariedade, pois para muitos pacientes o transplante de órgãos é a única esperança”, diz Fátima.
Foi o caso da aposentada Nilde Costa, de 56 anos, que teve os rins afetados por conta de uma doença de causa desconhecida. O diagnóstico de renal crônica fez com que ela passasse a depender da máquina de hemodiálise para sobreviver. Com a doença nos rins vieram as complicações, como o aumento da pressão arterial, que sobrecarregou a função cardíaca. Os médicos foram unânimes: ela precisava de um transplante ou não resistiria por muito tempo.
O procedimento, realizado em 2008, devolveu a esperança e a qualidade de vida à Nilde. “Com o transplante, meu coração voltou a funcionar normalmente. Passei a ter uma vida mais digna”, relembra. Assim como outros transplantados renais, Nilde é um dos pacientes vitalícios do Hospital Ophir Loyola, aqueles a quem é assegurado o acompanhamento permanente após o transplante, incluindo-se aí a cessão de medicamentos e realização de exames e consultas regulares.
A nefrologista do HOL, Silvia Cruz, explica que a indicação deste tipo de transplante existe quando o paciente apresenta doença renal crônica e a função renal está abaixo ou igual a 15 ml/min. “Em geral são pacientes que já estão em tratamento dialítico. No Pará existem 849 pacientes inscritos na lista de espera para transplante renal com doador falecido. Já para doador vivo não existe lista, o transplante é programado”, informa.

Texto:
Leila Cruz-Ophir Loyola


Produtores de queijo do Marajó recebem registro de produção artesanal
Mais dois produtores de queijo do Marajó receberam, na manhã desta terça-feira, 2, o registro de produção artesanal. A entrega foi realizada na sede da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), juntamente com a Sagri.
O registro de número 005 foi para o produtor Prudêncio Amado da Paixão, dono do sítio Bom Jesus, em Cachoeira do Arari, e o 006 foi para o senhor Haroldo Palheta da Silva, proprietário da empresa Laticínios Péua, em Soure. Os dois municípios ficam localizados na ilha do Marajó.
Sagri e Adepará trabalham em conjunto para que a produção do queijo do Marajó venha a ser, em toda a sua cadeia produtiva, certificada, e que assim possa ser comercializada em todo o estado do Pará.
Para receber o registro de produção artesanal, o produtor deve se adequar às normas estabelecidas pela Adepará, que preveem melhorias nas instalações onde o queijo é produzido, embalagem e forma de transporte, que devem estar dentro das exigências sanitárias previstas nas Boas Práticas de Produção.
Essas regras também estão elencadas no Protocolo do Queijo do Marajó, que está em tramitação, desde março deste ano, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Depois desse trâmite e com o aval o Ministério, o queijo do Marajó poderá ser comercializado em nível nacional.
O secretário Hildegardo Nunes disse aos produtores que eles devem ter a consciência de que o queijo do Marajó só é produzido naquela região e que por isso é único. “Por ser um produto característico do Marajó, estamos avançando para que ele ganhe o registro de Indicação Geográfica, o que valorizará, ainda mais, o produto de você”, disse o secretário. Quanto ao registro, Hildegardo falou sobre como é difícil e trabalhoso consegui-lo, mas alertou: “Mais importante que obter o registro é mantê-lo, por isso, a responsabilidade de vocês agora é maior”.
Avanços
Ivaldo Santana, diretor técnico da Adepará, se mostrou muito satisfeito em fazer a entrega dos certificados. “Desde 2003, quando a Adepará foi criada, trabalhamos para que a certificação do queijo do Marajó se torne realidade. Desde então, já conseguimos derrubar muitas barreiras, especialmente com aquele produtor que tem resistência quanto à sua legalização. Estamos felizes de entregar esses documentos e a intenção é certificar ainda mais produtores”, disse Ivaldo.
Prudêncio Amado da Paixão, do sítio Bom Jesus, trabalha com queijo do Marajó há 17 anos. Ele conta que não hesitou em investir cerca de R$ 32 mil na melhoria da produção. “Investi, principalmente, nas instalações físicas e na questão da higiene na manipulação do produto. Sei que com o certificado poderei cobrar o preço justo pelo queijo que produzo”, avaliou o produtor.
Haroldo Palheta da Silva, da Laticínios Péua, relata, por sua vez, que o investimento foi em maquinário, utensílios e também em obras físicas da queijaria. “Trabalho há mais de 30 anos com a produção de queijo do Marajó e acho importante investir na melhoria do meu produto, o que trará maior valor a ele”, disse Haroldo.
Sagri e Adepará continuam trabalhando para melhorar o segmento de produção do queijo do Marajó. Para o segundo semestre, em parceria com o Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), será dada continuidade aos cursos de Boas Práticas de Produção. Em agosto, começam a ser enfatizadas junto aos produtores a questão das embalagens padronizadas para o queijo; a legalização da associação de produtores, que já foi iniciada; a criação de um modelo padrão de arquitetura e engenharia para as instalações das queijarias; e o processo que visa obter a Indicação Geográfica para o queijo do Marajó.

Texto:
Dede Mesquita-Sagri


Divulgado resultado da Pós em Pedagogia da Cultura Corporal
A Universidade do Estado do Pará (Uepa) divulgou na última segunda-feira, 1, a lista dos candidatos selecionados para o I Curso de Especialização em Pedagogia da Cultura Corporal. Foram ofertadas 40 vagas para a pós-graduação, que será promovida gratuitamente no Campus III. O resultado está disponível no site da instituição (www.uepa.br).

O Processo Seletivo foi executado em duas etapas: a primeira, de análise da carta de intenção e currículo lattes, e a segunda, composta por uma prova escrita aplicada no dia 14 de junho. O objetivo da especialização é possibilitar aos alunos a capacidade de avaliar críticamente os parâmetros teóricos e metodológicos orientadores da pedagogia da cultura corporal, de modo a subsidiar os professores de Educação Física na reelaboração autônoma e permanente dos seus conhecimentos e saberes docente.

O curso, que tem caráter de Especialização (Lato Sensu), será ministrado no período de agosto de 2013 a junho de 2014, em modalidade presencial. As disciplinas, organizadas em três eixos do conhecimento e com oferta modular, somarão uma carga de 420 horas. Mais informações pelo fone (91) 3246-1153.

Texto:
Ize Sena-Uepa


Defensoria Pública e Segup terão atuação integrada durante manifestações
Com o objetivo de estreitar as relações com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, bem como firmar o posicionamento institucional da Defensoria Pública a respeito das manifestações populares na capital e no interior do Estado, além de desenvolver um trabalho integrado voltado para a resolução dos conflitos, a Defensoria Pública do Pará requereu audiência oficial com o ecretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, realizada na manhã desta segunda-feira (1/07), no gabinete da secretaria.
Além do Defensor Público Geral, Luis Carlos de Aguiar Portela, participaram do encontro o Coordenador de Políticas Cíveis Metropolitana, defensor público Rodrigo Ayan; o coordenador de Políticas Criminais Metropolitana, defensor público Alessandro Oliveira; e o chefe de gabinete e defensor público, Bruno Braga.
Na ocasião, o defensor geral Luis Carlos Portela explicou que a Defensoria Pública atua como agente pacificadora na sociedade, além de ter como uma de suas atribuições primar pela redução das desigualdades sociais e zelar pelos direitos humanos, motivo pelo qual, institucionalmente, apoia as manifestações pacíficas e repele os atos isolados de violência que vêm ocorrendo.
Ele afirmou que, no caso de conflitos entre manifestantes e órgãos de segurança, os Defensores podem atuar como negociadores, para garantir a preservação do patrimônio público e, principalmente, as garantias constitucionais dos manifestantes. “Nós buscamos sempre o gerenciamento de crises, então o nosso anseio é colaborar com o trabalho da Secretaria de Segurança Pública, mantendo uma maior integração com este braço do Estado, para que possamos atuar como aliados na prevenção dos problemas”, disse o defensor geral.
O coordenador de Políticas Criminais Metropolitana, defensor público Alessandro Oliveira, lembrou que a Defensoria Pública do Pará também já atua por meio de um trabalho conjunto no Juizado do Torcedor e, inclusive, já lançou uma Cartilha do Torcedor para orientar este público alvo. “Neste Juizado do Torcedor a atuação da Defensoria funcionou de forma rápida e eficaz. Desenvolvemos um trabalho integrado com os outros órgãos ligados à Justiça e, depois de um breve período, conseguimos apaziguar a violência nos estádios e hoje quase não registramos ocorrências nos jogos”, assegurou o defensor público.
O defensor geral também solicitou maior apoio de policiais para atuarem na segurança de assistidos e defensores públicos na capital e no interior, em especial das defensoras vinculadas ao Núcleo de Atendimento Especializado da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar que, segundo informes, têm registrado casos preocupantes de ameaças à integridade física nas dependências da Defensoria Pública.
"As defensoras públicas que atuam nesta seara são muito vulneráveis, pois lidam com um público bem específico e acabam por ficarem expostas a possíveis retaliações de agressores. Então, nós requeremos um tratamento especial nesses casos, para que os defensores possam desempenhar suas funções de modo desembaraçado e seguro nesta tão nobre missão", solicitou o defensor geral.
O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, tomou conhecimento da nota emitida pela Defensoria Pública a respeito das manifestações, agradeceu a preocupação institucional em atuar na mediação de conflitos, bem como ressaltou a importância do papel da instituição por desenvolver um trabalho pacificador. “A Defensoria Pública é e sempre será muito bem vinda para nos ajudar na resolução destas manifestações da sociedade, pois na medida em que os órgãos atuam de forma conjunta sempre será mais fácil resolver os conflitos. Sabemos que quanto mais atuarmos na prevenção teremos menos repressão”, declarou o secretário.
Luiz Fernandes Rocha explicou que a secretaria possui um Gabinete de Gerenciamento e Negociação de Crises, que realiza permanentes reuniões para avaliar os trabalhos da secretaria e sugeriu a participação da Defensoria Pública nestas reuniões. O secretário também ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pela Central de Flagrantes da Polícia Civil e renovou o convite para a participação dos defensores públicos na formalização do auto de flagrante, para assegurar que os direitos constitucionais do cidadão sejam respeitados.
"A secretaria possui um Grupo de Acompanhamento, que visa propor medidas para melhorar a sua atuação. O trabalho da Defensoria Pública seria muito importante para nos ajudar neste acompanhamento das pessoas que estão sendo presas, procurando averiguar os procedimentos que estão sendo adotados para garantirmos o controle social, a prevenção e a efetiva ressocialização. Esta é a nossa visão do papel da Defensoria Pública, que coaduna com a atuação preventiva da instituição nas manifestações populares. A contribuição é bem vinda”, arrematou.
Por fim, ficou acordado que a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social iria analisar todas as solicitações da Defensoria Pública e se comprometeu a adotar medidas que irão garantir o trabalho integrado entre as duas instituições. 

Texto:
Gilla Aguiar-Defensoria Pública


São José Liberto recebe workshop preparatório para a coleção Joias de Nazaré
Começa nesta terça-feira, 2, a partir das 15 horas, no Espaço São José Liberto/Polo Joalheiro do Pará o “Workshop de geração de produtos: Joias de Nazaré 2013”, que possibilitará aos participantes uma visão geral da criação de peças religiosas inspiradas na festividade do Círio. A oficina será ministrada por Rosângela Gouvêa, coordenadora e professora do curso de Bacharelado em Design da Universidade do Estado do Pará (Uepa). O público-alvo são os designers e estudantes da área do designer e a carga horária do curso é de 30 horas.
Essa é a primeira etapa do workshop, que segue até o dia 5 de julho. O encontro é uma promoção do Governo do Estado do Pará, por meio das Secretarias Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip) e de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama). Vagas Limitadas. Mais informações sobre o workshop podem ser obtidas com a gerente do Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico e Organizacional do Espaço São José Liberto, Luanna Alysse, pelos telefones (91) 3344-3518 e 3344-3557.


Projeto Biblioteca Verde é implantado em Algodoal
A Área de Proteção Ambiental (APA) Algodoal Maiandeua já conta com um polo do projeto Biblioteca Verde, implantado pela Diretoria de Áreas Protegidas (Diap) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O projeto tem como objetivo proporcionar o conhecimento de informações a respeito do meio ambiente, ecossistema e sustentabilidade. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria de Lourdes Ferreira foi a contemplada.
A proposta do projeto é levar aos estudantes e à comunidade em geral conhecimento voltado ao meio ambiente, além de informações necessárias aos técnicos que trabalham na APA. O acervo da Biblioteca Verde conta com publicações sobre meio ambiente, proteção ambiental, educação ambiental, história e biodiversidade não só da APA Algodoal Maiandeua, mas também de outras áreas protegidas.
A bibliotecária Rosa Miranda é a idealizadora do projeto e em suas visitas à APA observou o interesse dos alunos pela leitura e a importância que a Biblioteca Verde pode ter no desenvolvimento da comunidade. “As publicações vão ajudar os alunos na busca de informação e também servem de incentivo para que eles se interessem pelo conhecimento e tenham vontade de se graduar”, completou Rosa.
Segundo a diretora da escola, Tersi Rabelo, o acervo da biblioteca vai ajudar bastante a complementar o conhecimento dos estudantes e professores. “É um material muito rico que vai ajudar os alunos a analisar Maiandeua como uma APA e semear nas crianças a proteção ambiental para que elas cresçam com esse hábito e possam ser multiplicadores do conhecimento e da responsabilidade que isso envolve”, observa a diretora.
A bibliotecária levou vários exemplares de livros infanto-juvenis que foram doados também para uma escola da vila de Fortalezinha. Mais de 200 exemplares de livros, folhetos, CD’s e DVD’s e revistas voltadas para pesquisa que envolvem o meio ambiente já foram doados. Os interessados em realizar doações ao projeto podem solicitar informações pelo telefone: (91) 3184-3606.

Texto:
Káthia Oliveira-Sema


Ciop amplia número de câmeras em Mosqueiro e Outeiro
A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), por meio do Centro Integrado de Operações (Ciop), pretende finalizar até o final do mês de julho a ampliação do monitoramento de câmeras de vias públicas das ilhas de Mosqueiro e Outeiro. Serão nove equipamentos eletrônicos, sendo sete novos pontos em Mosqueiro e dois em Outeiro.
Os novos equipamentos, posicionados em pontos estratégicos levantados de acordo com dados estatísticos de incidência de ações criminosas, reforçarão a prevenção e o combate à criminalidade nas ilhas. O sistema de videomonitoramento de vias públicas funciona 24 horas e é acompanhado por policiais e bombeiros militares especialmente treinados e que monitoram pelas câmeras a movimentação nas ruas, no Centro Integrado de Operações, em Belém.


Espaço São José Liberto funcionará normalmente em julho
O Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n, bairro Jurunas) manterá seu horário normal de funcionamento no mês de julho, que é das 9 às 19h (de terça a sábado) e das 10h às 18h (aos domingos e feriados). A entrada é franca. Nesse horário, o público poderá visitar as lojas do Polo Joalheiro do Pará, a Casa do Artesão e o Museu de Gemas do Estado do Pará, que tem entrada franca às terças-feiras. Nos outros dias é cobrada uma taxa de visitação de R$ 4 (com meia entrada para estudante).
O Espaço São José Liberto é mantido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e do Instituto de gemas e Joias da Amazônia (Igama). Já o Museu de Gemas é vinculado ao Sistema Integrado de Museus e Memoriais, gerenciado pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Cultura (Secult).


Festival de Chocolate da Amazônia terá formato do festival baiano

O Pará terá um estande no V Festival Internacional do Chocolate e Cacau, um dos mais importantes eventos de turismo e agronegócio da Bahia. O evento será realizado de 3 a 7 de julho, no Centro de Convenções de Ilhéus, para onde segue nesta quarta-feira (3), a secretária adjunta de Agricultura do Pará, Eliana Zacca, para representar o governo paraense no festival.  
A secretária Eliana Zacca viaja junto com representantes do Serviço Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA), Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). Eles vão conhecer a estrutura e programação do festival baiano para subsidiar o formato do I Festival Internacional de Chocolate e Cacau da Amazônia, que será realizado em Belém de 12 a 15 de setembro, juntamente com o Flor Pará, na Estação das Docas.
Produtores também farão parte da delegação paraense e vão expor o cacau e o chocolate produzidos no Estado, comprovadamente de alta qualidade. Será a oportunidade para divulgar o festival amazônico e articular contatos com potenciais patrocinadores e expositores dos diversos segmentos da cadeia produtiva do cacau, desde o produtor ao fabricante de chocolate e de equipamentos.
O Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia recebeu mais de 20 mil visitantes no ano passado. Além de expor e vender os melhores chocolates do Brasil, a programação inclui cursos e palestras, atividades culturais, exposições de arte, visitas às fazendas e shows de artistas nacionais.


Texto:
Leni Sampaio-Sagri



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