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quinta-feira, abril 19, 2012

RECADO AOS AMIGOS DO FACEBOOK E DO BLOGGER APAIXONADOS PELO REMO



Vamos ser realistas e encarar o futebol 
paraense com realidade não na ilusão

Não adianta endeusar os jogadores novos que Remo e Paysandu estão colocando em campo para defender suas cores, a começar pela própria Imprensa esportiva, que tão logo um atleta realizar um grande espetáculo coloca ele como se fosse um Merci. Poderia até ser, se dentro dos próprios clubes tivessem um trabalho psicológico que fizessem com que cada atleta ao invés de começar a mostrar a sua imagem como os que atuam nos grandes clubes, usando brincos, pintando cabelos, e outros adereços, eles começasse sim, a pensar como profissional e poder galgar mais alto.
Não, como disse acima, a própria Imprensa esportiva ajudar os próprios atletas a pensarem alto de mais, sem antes saber subir degrau por degrau. Quantos jogadores Remo e Paysandu, principalmente o Papão descobriu e rápido foi para fora e lá, quando viram a realidade do profissionalismo praticado pelos clubes, muitas das vezes, nem no banco de reservas eles vão e ao piscar dos olhos, eles estão de volta para suas origens e cai, começam a decair, não dando certo até em seus clubes que o projetaram e vão para o interior do Estado, e lá vestem a camisa de seus novos clubes e acabam ficando neste ‘café leite e pão com manteiga’ que é o futebol paraense onde os clubes linha de frente do Pará Remo e Paysandu estão prestes a ficar de fora do titulo principal paraense.
O Papão já dançou antes a Tuna levou a brega.
Sou Paysandu sim, e edito o CORREIO JURUNENSE e de onde vim de grandes jornais como O LIBERAL e o Diário do Pará, assim como A Província do Pará e o saudoso Estado do Pará, isso só em Belém, mas tenho o pé no chão. Já escrevi esportes e tinha coluna principalmente no Diário do Pará, e mesmo sendo Paysandu, cheguei a colocar um título numa vitória azulina, usando a frase usada pelo Collor de Melo: “... aquilo roxo”. Foi uma vitória máscula do Leão em cima de um clube lá da terra do ex-presidente Collor: “O Leão mostrou aos ..... que tem aquilo roxo”, sendo Paysandu.
Mas naquela época Remo e Paysandu justificavam suas ações nas competições nacionais. Era lindo ver a nossa Belém em festa com os jogos dos dois clubes e o Mangueirão que quando ainda bandola acomodava mais torcedores do que hoje totalmente fechado e transformado em estádio olímpico. Hoje não! Ao invés de não saberem escolher os atletas pelos interiores paraenses, quando aqui e acolá surge um que pode despontar, a Imprensa esportiva endeusa o mesmo, e acabam dando com os ‘burros n’água’.
Se eu não soubesse falar sobre esportes. Não soubesse escrever sobre esportes, é claro, não tinha um clube pelo qual torceria, e o meu é o Paysandu. Tá certo que não devemos extrapolar as emoções em cima dos outros até ofendendo, quando até chegando aos estaremos, como vem ocorrendo inclusive nos grandes centros do futebol brasileiro, mas que devemos sim, corrigir nossos erros e que tal a começar pela Imprensa esportiva em começar a cobrar dos dirigentes mais responsabilidades para com os clubes e principalmente pelos seus atletas, não deixando eles se acharem um Merci, um Ronaldinho, um Ganso um seja lá o que for e sim a darem realmente o apoio que eles merecem: com respeito em todos os sentidos.
Vocês pensam que não estou chateado com a derrota do Remo para o Bahia ainda pouco por 4 x 0? Podem até pensar, mas no meu eu, estou sim, pois só os tolos gostam de ficar assistindo os futebol enlatados pela Globo e outras redes de televisões, e em domingo de sol bom para a prática do futebol paraense, ficar na frente de um televisor com uma bandeira do Bota, do Fla, do Vasco, São Paulo, Timão, Palmeiras ao invés de ver estes mesmos clubes aqui encarando nossos clubes como aconteceu recentemente com as duas belas vitórias do Remo e do Paysandu sobre o próprio Bahia e o Sport, sendo que o Papão acabou fazendo mais bonito, lá fora. Em se tratando de Copa do Brasil, é até um milagre acontecido com as cores do Papão nesta competição, quando o Paysandu se passasse do segundo jogo era muito.
Então amigos das redes sociais, vamos ser sérios coma gente mesmo. Aforo meu Paysandu, adoro o Remo, adoro a Tuna e agora admiro os clubes do interior, que realmente vieram a mostrar que o Parazão tem que ser disputado pelos clubes dos quatro cantos do Estado, não só da capital como acontecia antes. Só que os clubes do interior vêm fazendo o que os clubes da capital não sabem fazer: valorizar e mostrar a realidade para os jogadores que são ou foram estrelas nos principais clubes da capital.
Dias atrás uma atleta do Paysandu dava uma entrevista num canal de tevê de Belém, de que preferiria jogar primeiro aqui do que lá, pois como já havia dado certo com o Sport com o seu próximo adversário daria certo. O otimismo dele foi genial, mas será que estão trabalhando a cabeça deste moço, que também está acabando de sair da fralda das divisões de bases e pegar de frente uma competição a nível nacional, como a Copa do Brasil? Seria um os dirigentes do Paysandu começarem a pensar logo antes que venham a dar com os ‘burros n’água’.
Agora se quiserem sacanear comigo depois do próximo jogo do Paysandu, se o Paysandu vier a ser degolado, estamos às ordens. Se for ao contrário, paciência. Um campeão da Copa do Brasil ganha espaço novamente no futebol internacional? Será que meus amigos azulinos já se esqueceram da participação bicolor na Libertadores?

Jorge Mesquita
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