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quarta-feira, novembro 14, 2012

Sead destina 2,5 toneladas de materiais para coleta seletiva

A Secretaria de Estado de Administração (Sead) destinou 2,5 toneladas de materiais recicláveis (papel, papelão, livros), para coleta seletiva. A iniciativa está prevista no decreto nº 801, de fevereiro de 2008, que determina que todo material reciclável gerado dentro de órgãos estaduais seja destinado a associações e cooperativas de catadores. A ação, que ocorreu na última segunda-feira, 12, e termina nesta quarta-feira, 14, é uma iniciativa da Diretoria de Desenvolvimento de Gestão (DDG), através da Coordenadoria de Qualidade na Gestão (PQ-Sead).
O trabalho de descarte da Sead está previsto no programa 5S, que utiliza os sensos de organização e limpeza como ferramentas importantes no melhoramento das condições dos locais de trabalho, como acabar com os acessos e com os desperdícios, a boa apresentação do ambiente de trabalho, rapidez e facilidade na busca de matérias e documentos. O programa 5S busca aprimorar e aperfeiçoar as atividades do dia a dia da organização, através da educação, treinamento e manutenção de atitudes e ações.
Parte do material coletado foi encaminhada para a Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis (Concaves), situada no bairro da Terra Firme. “O que para muitas pessoas pode ser considerado como lixo, pra gente é ouro, uma vez que os catadores têm a oportunidade de legitimar suas reivindicações por meio de parcerias com órgãos públicos e privados”, destaca o coordenador da Concaves, Jonas de Jesus. Outros órgãos e instituições apoiam a iniciativa, como a Secult, Sedes, Iterpa, Emater, CIG, Banpará, UFPA, Ufra, Banco da Amazônia, Emilio Goeldi, Instituto Evandro Chagas e Embrapa.
O material coletado foi levado para a sede da Concaves para a seleção e triagem de papéis, livros, papelão, entre outros. Posteriormente, será destinado a empresas e indústrias que trabalham com reciclagem. Segundo o responsável pelo Arquivo da Sead, Lázaro Barbosa, a intenção é sensibilizar a todos sobre a importância da coleta para que esse tipo de ação seja permanente no governo.
Barbosa informou ainda que, seguindo a tabela de temporalidade, algumas documentações já estão em processo de digitalização e poderão ser posteriormente descartados. “A tabela de temporalidade é usada como referência sobre o tempo que a documentação deve permanecer no órgão. Cada diretoria tem a sua para facilitar no processo de digitalização. A ideia é que esse trabalho vire rotina, assim, também como o trabalho de coleta de material reciclável para coleta seletiva”, explica.

Texto:
Ellen Freitas-Sead
Fone: (91) 3289-6241 /
Email: ellenfreitas13@gmail.com
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