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domingo, março 06, 2011

Antes de puxar o samba da Imperatriz, Dominguinhos mandou abraço a Belém e amigos como Jango e Bosco

Como sempre faz antes de começar a cantar o enredo da Escola, o intérprete Dominguinhos do Estácio, enaltece Belém do Pará, cidade que ele aprendeu a amar e faz saudações também para dois grandes amigos: Jango Vidal e Bosco Moysés.


G1 e complementada pelo CORREIO JURUNENSE

Segundo escola a entrar na Sapucaí, a Imperatriz Leopoldinense leva para o sambódromo a história da medicina com o enredo 'A Imperatriz adverte: sambar faz bem à saúde'. A agremiação entrou na passarela às 22h37. Um princípio de incêndio no sistema de embreagem do abre-alas provocou um susto na concentração da escola, mas os bombeiros agiram rápidos e controlaram o fogo.
Sob a coordenação do carnavalesco Max Lopes, a Imperatriz entra com 3,2 mil componentes, divididos em 38 alas, disposta a quebrar o jejum de 10 anos sem títulos. Em 2010, a escola ficou em oitavo lugar. No lugar do luxo barroco dos últimos desfiles da verde e branco de Ramos, o carnavalesco promete uma apresentação sem peso, onde as cores e a leveza das fantasias serão o destaque.
A comissão de frente vem representando os doutores da alegria, grupo de palhaços que se veste de médicos e visitam crianças em hospitais. A coreografia usa  cinco camas elásticas caracterizadas como macas. O desfile começa na África antiga, com os curandeiros que usavam ervas e músicas. Em seguida, a escola viaja até a Mesopotâmia, a Índia e a China.
O Egito também é representado em um dos sete carros alegóricos. Uma das alas tem inclusive centenas de “múmias”. Para contar a história da arte de salvar vidas, o desfile faz uma passagem pela Grécia. A Idade Média aparece em um dos setores exaltando a figura de Leonardo Da Vinci.
Temas como gravidez, implantes e até bebês de proveta aparecem no desfile da Imperatriz. Para um enredo denso, o carnavalesco procurou brincar até com as doenças, com citações à gripe suína, à vaca louca e à gripe H1N1.
Ocupado pelas Forças de Paz desde novembro, o Conjunto de Favelas do Alemão também está presente no enredo da Imperatriz Leopoldinense através da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referência brasileira em pesquisas, cuja sede fica no bairro.
A bateria da Imperatriz inovou e neste ano veio com seis berimbais para o desfile. Comandada pelo Mestre Marconi, os ritmistas vêm acompanhados da rainha Luiza Brunet.
O samba-enredo é puxado pelo intérprete Domiguinhos do Estácio e tem ainda o paraense Meio Dia. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira é formado por Phelipe Lemos e Rafaela Teodoro. A atriz Zezé Mota desfila como destaque do segundo carro.

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