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segunda-feira, janeiro 30, 2012

@ Igarapé-Miri precisa urgente de um governo, se possível, antes das eleições

A cidade às escuras e é claro, o medo da população que apesar de
possuir policiamento, mas é insuficiente para atender as
necessidades

Por incrível que pareça: assim estava o posto da Polícia Militar:
às escuras e a luz que aparece é de uma vela acessa. Até a polícia
precisa de proteção e acima de tudo: reforço

O empresário Pé de Boto, que vem sendo acionado
pela população acredita que a cidade de
Igarapé-Miri tem sim, que voltar a ter tranquilidade
e retomar o seu crescimento da cidade com trabalho e renda,
saude e edudação
Distante de Belém, 60 quilômetros, ligado pela Alça Viária e por balsa, o município de Igarapé-Miri parece que parou no tempo. Há anos que não se vê progresso naquela cidade. O desemprego é grande, e a única fonte de renda dos que ali trabalham, vem diretamente da Prefeitura. O emprego na agricultura é escasso, apesar da terra ser bastante rica. Apenas o cacau e o açaí consta como os que dão emprego a alguns moradores que já deu grandes empresários, dentre os quais, donos de redes de supermercados em Belém e outros empresários, que também preferiram investir em Belém, assim como grandes profissionais como advogados e médicos, em destaque a Família Sinimbú.
O que o CORREIO JURUNENSE presenciou no sábado, dia 21 de janeiro, quando lá esteve para fazer reportagens em uma plantação cacaueira, foram cenas tristes e de realmente sentir medo. Com a falta de luz e água, registrado naquele dia, desde as primeiras rodas da tarde, o comércio se viu obrigado a fechar as portas por volta das 17 horas, para fugir dos assaltos e arrastões, como revelou um empresário local que não quis se identificar: “Quando falta luz, o que é comum na cidade, os bandidos em suas maiorias menores, atacam como carapanãs”.
A reportagem esteve justamente neste horário, entre 17 e 19 horas no centro da cidade, e notou o medo no semblante dos moradores e empresários. As pessoas suspeitas circulando em grupos e em bicicletas e parados nos cantos das pequenas ruas cidade, como se estudando a sua pressa para o ataque. Ao saltar-mos do carro para fazer uma compra num estabelecimento comercial local, alguns suspeitos passaram olhando diretamente em nossos rostos e tivemos que seguir para dentro do estabelecimento comercial, utilizando como luz, os celulares de cada um e rapidamente trancar as portas inclusive com grades.
O empresários revelou que é comum a perda de alimentos não perecíveis com a constante falta de luz na cidade ao mesmo tempo em que revelava também que neste horário, em virtude até mesmo da Festividade de São Sebastião que estava acontecendo na Vila de Maiuatá, os policiais poderiam estar para ali, para dar apoio, deixando desguarnecida a cidade.
Saímos do estabelecimento comercial já com a cidade quase que completamente as escuras e o medo estampado nos poucos rostos que conseguíamos focar com a luz do carro e as pressas de cada um em querer chegar em suas casas. Alguns clarões que existiam, eram por causa de algumas residências que possuíam motor próprio. Rumamos em direção à fazenda onde estávamos hospedados e ali, também completamente às escuras. No meio do caminho, paramos em frente ao posto da Polícia Militar e deparamos com dois soldados, que nem água tinham pra beber, e é claro, também desguarnecidos e correndo risco de vidas. Dois soldados chegaram em seguida para ver o que estava acontecendo e se aproximaram do carro e nas trocas de idéias e opiniões pelo que estava acontecendo na cidade. Oito policiais divididos em turnos é muito pouco para o montante de opiniões que alertam para o que vem ocorrendo na cidade de Igarapé-Miri: muitos assaltos nas ruas, assaltos com detenção em cárcere privado de suas vítimas e o mundo da droga imperando na cidade.
O proprietário de um posto de gasolina na entrada da cidade, conhecido como Pé de Boto, filho da terra, lembra que o gestor da cidade, embora já esteja com o seu mandato chegando ao final, ainda não disse que veio fazer, pois o desemprego ainda persiste na cidade e com isso o aumento da violência. Ele aponta como uma das causas de dar o que fazer à população, como ganhar dinheiro, poderia ter sido amenizado se fosse aceito a implantação da exploração do dendê com projetos a níveis federais. Ele que vem sendo solicitado pela população a intervir no caso, deixa um recado à população que somente nas urnas nas próximas eleições essa história poderá mudar de rumo, mas um rumo, pra melhor.
Uma pena que isso venha acontecendo numa cidade que tinha tudo para estar no topo de grandes investimentos e emprego com exploração da riqueza que flui da terra. A falta de escolas profissionalizantes, para ensinar a população um ofício seria uma solução para as pessoas que precisam trabalhar e sustentar suas famílias. Uma guarda municipal (lembra Pé de Boto), seria um dos fatores a vir sufocar e prensar na parede a marginalidade, já que a guarda daria apoio à Polícia Civil e Polícia Militar.
É bom que a sua população que sofre na pele esse dilema, mais que eu, que lá estive e em menos de 24 horas sentir a gravidade do problema, se prepare para saber escolher seu governante nas próximas eleições, se possível, isso acontecesse antes dos votos. Mas como assim? Vocês poderiam estar me indagando. Respondo: cobrando do prefeito da cidade, ações imediatas.
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