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segunda-feira, janeiro 30, 2012

Vigilância Sanitária fiscaliza venda de alimentos na Praça da República



Agentes da Vigilância Sanitária de Belém estiveram na Praça da República, na manhã deste domingo (29),fiscalizando a venda de alimentos no local, além de orientar comerciantes e consumidores sobre os cuidados e precauções na hora vender ou consumir alimentos na praça.
Em 2011, o Departamento de Vigilância Sanitária de Belém (Devisa), que faz parte da Secretária Municipal de Saúde (Sesma), juntamente com demais órgãos da Prefeitura da capital, deram início a um projeto de adequação e fiscalização na Praça da Republica, com o objetivo de disciplinar e ordenar as atividades ali realizadas, entre elas, a venda de alimentos.
Após meses de estudos e reuniões entre o Município e representantes do comércio informal da Praça da República, nasceu o decreto municipal n° 67961 de 03 de outubro de 2011, que versa sobre ouso daquele espaço, em suas diversas atividades, como: artesanato, venda de alimentos, eventos culturais e outros.
“Foram estabelecidas uma série de condições para a comercialização de alimentos neste espaço, desde as embalagens plásticas fechadas para os alimentos, o uso de toucas nos cabelos e luvas para as mãos e até alimentos, como tortas salgadas, teriam comercialização vetada, pois perecem facilmente devido a ação do calor. Por isso, a fiscalização desta manhã, para atestar se tudo está sendo cumprido”, afirmou Teresinha Rosset,coordenadora da Divisão de Vigilância de Alimentos do Devisa/Sesma.
Rosset diz ainda que a parceria entre a gestão municipal e a Associação de Artesãos e Expositores da Amazônia(Artepam) formada pelos trabalhadores informais que atuam na praça, tem sido de grande valor para o sucesso do trabalho, pois os próprios comerciantes zelam pelo cumprimento do decreto e pela qualidade do trabalho de seus colegas.
Uma das fundadoras da feira de artesanato e trabalhando há mais de 25 anos na Praça da República, Nilza Alcântara,  afirma que após o inicio da parceria entre a Prefeitura e os trabalhadores da Praça da República até mesmo as vendas melhoraram. “Foram meses e mais meses de muito trabalho até nós conseguirmos nos adequar a tudo que o Devisa pedia. Mas foi muito bom, valeu a pena. A nossa feira, que hoje é um patrimônio cultural de Belém, tem outra cara, uma cara muito mais bonita.Tivemos de trabalhar duro para evoluir e melhorar, mas hoje colhemos os resultados do trabalho duro, mas vendas aumentaram e o nosso tradicional consumidor sai daqui sempre satisfeito”, disse. 

Texto: Fernando Rodrigo Diniz - Ascom Sesma / Fotos: Adriano Magalhães
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