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quinta-feira, junho 02, 2011

Hospital Ophir Loyola faz programação pelo Dia Mundial Sem Tabaco

No Dia Mundial Sem Tabaco, o Hospital Ophir Loyola (HOL) realizou na manhã desta terça-feira (31), uma ação com palestra e dinâmica no auditório João Emílio, com o tema “HOL livre do tabaco”. A palestra foi ministrada pelo chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa do HOL e Oncologista, Drº Antenor Madeira Neto, e a dinâmica foi comandada pelo chefe da Divisão de Pesquisa e Prevenção do Câncer e fisioterapeuta pneumofuncional, Drº Rinaldo Gonçalves.
Durante a palestra foram abordados assuntos sobre os malefícios causados pelo tabaco, dentre eles, os problemas cardiovasculares, câncer no pulmão, doenças das traqueias e brônquios, úlceras, além de impotência sexual e problemas bucais, como mau hálito, dentes amarelados, etc. Na dinâmica foi distribuído um questionário sobre qualidade de vida, com a intenção de mostrar aos participantes a importância de estar informado sobre hábitos simples, como usar óculos de sol adequado, visita preventiva ao médico, alimentação saudável e prática regular de exercícios. “É muito importante mostrar a população quanto o cigarro faz mal à saúde. São muitas substâncias prejudiciais que causam as mais diversas doenças”, disse a estagiária de Enfermagem do HOL, Luzia Lethiere.
O cigarro é composto por mais de quatro mil substâncias, dentre elas, a nicotina, que torna a pessoa que fuma dependente. Ela atua no sistema nervoso central, assim como a cocaína, mas com uma diferença: a nicotina chega ao cérebro mais rápido. “O fumo prejudica todo o organismo, incluindo também a parte cognitiva. O fumante perde a capacidade pulmonar total, pois as substâncias interferem no epitélio que forma a parede respiratória, formando células alteradas”, explicou o Drº Rinaldo.
No Brasil, o número estimado de mortes por ano relacionadas ao tabaco é de cerca de 200 mil. Entre a população acima de 15 anos ou mais, a prevalência do tabagismo varia de 12% a 25%, segundo dados do site do Instituto Nacional do Câncer (Inca). No Pará, este número chega a 17%.
Mas não é somente o fumante ativo que é prejudicado. Aqueles chamados de fumantes passivos também correm riscos. Os fumantes passivos são aqueles que convivem com fumantes em ambientes fechados e inalam a fumaça de derivados de tabaco. O tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo, só perdendo para o tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool, segundo informações do Ministério da Saúde.
Ascom HOL

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