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quinta-feira, janeiro 05, 2012

Guarda Municipal ocupa terreno para evitar novas invasões

A comandante da Guarda Municipal de Belém, Ellen Margareth, afirma que seus comandados não se excederam em nenhum momento na operação que evitou a ocupação do terreno no Tapanã, destinado à construção do quartel da corporação.
Quanto às balas de borracha disparadas e às bombas de efeito moral, a comandante afirmou que a quantidade utilizada desse material está dentro da escala de aceitação exigida pelas circunstâncias. “Considerando que fomos recebidos com pedras, paus, rojões e coquetéis molotov, o disparo de nove unidades de balas de borracha não caracteriza excesso”, justificou.
Apesar da avaliação, Margareth lembrou que a Corregedoria do órgão já está apurando os fatos. As armas estão sendo periciadas para que o número de balas disparadas e o nome de quem as dispararam sejam dados precisos. “É praxe fazermos isso depois de qualquer operação dessa natureza”, afirmou.
 Pelo menos 80 homens dos grupamentos de Ações Táticas e Ações Táticas com Cães estão de prontidão no terreno. A ordem é evitar qualquer nova tentativa de invasão da área.
Ellen Margareth reafirmou que a ação da Guarda não precisava de mandado de reintegração de posse porque o terreno não estava ocupado. “Não destruímos barracos nem casas. Apenas tiramos demarcações: fios, fitas e pedaços de pernamancas que delimitavam medidas de terrenos para futuras construções ou até mesmo para fins comerciais”, lembrou.
Texto: Ascom/GMB
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