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quinta-feira, dezembro 08, 2011

@ AÇÕES PELO INTERIOR...

Igarapé-Açu sedia 10º
Congresso Paraense de Apicultura
Com o tema “Sustentabilidade, Ciência e Tecnologia”, começa nesta quinta-feira, 7, em Igarapé-Açu, nordeste do estado, o 10º Congresso Paraense de Apicultura e Meliponicultura (Apipará. A estimativa é de que duas mil pessoas participem da programação técnica, baseada em conferências e oficinas. O encerramento será no sábado, 10, às 17h.
O evento é promovido pela Federação das Associações dos Apicultores do Estado do Pará (Fapic) em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), Confederação Brasileira de Apicultura (CBA) e prefeitura local, entre outras instituições. A Emater manterá um estande institucional no Mercado Velho durante todos os dias da programação, das 17h às 23h. Nele, o visitante terá a oportunidade de conhecer a história da Empresa e o trabalho técnico e social feito junto aos apiculturores.
Na quinta-feira. 9, às 10h, no campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o geógrafo Jamerson Lima, do Laboratório de Geotecnologias (Labgeo) da Emater, será o moderador da conferência “Conjuntura da Apicultura e Meliponicultura nos Cenários Nacional e Internacional e Perspectivas de Mercado”, que terá a frente o presidente da Confederação Brasileira de Apicultura, José Cunha.
No mesmo dia, Viana e a médica veterinária Érica Azevedo, também do Labgeo, ministrarão, ainda na UFRA, a palestra “Ação Integrada de Cadastro Ambiental Rural e Programa Nacional de Georreferenciamento e Cadastro de Apicultores (PNGEO) no Município de Igarapé-Açu”, quando será apresentado o relato de uma força-tarefa, empreendida em agosto deste ano, para identificação de apicultores, georreferenciamento de propriedades e emissão de Cadastro Ambiental Rural. O mutirão em questão reuniu Emater, Fapic e Associação de Criadores e Criadoras de Abelhas Melíferas. Já no dia 10, às 8h, a equipe do Labgeo ministrará a oficina “Controle e Escrituração Zootécnica Aplicada ao Pngeo”.
Apicultura - Atualmente, o Pará possui cerca de três mil apicultores, considerados “agricultores familiares”. A Emater vem se destacando na promoção da cadeia apícola desde 2007, sobretudo por ter desenvolvido o PNGEO, que acabou sendo adotado pela CBA e aplicado em todo o Brasil. Hoje, a Emater-Pará é coordenadora técnica nacional do Programa.
Serviço: A inscrição no Congresso, que custa R$ 20, só pode ser feita diretamente em Igarapé-Açu, mas os interessados podem reservar vaga pelo e-mail fapic.cba@gmail.com . Para a participação nas oficinas, é necessária matrícula à parte, no valor de R$ 15.

Data da pauta: 08/12/2011 17:00:00
Data de expiração: 10/12/2011 17:30:00
Local: Mercado Velho e Campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
Endereço: Centro do município (Mercado) e Campus da UFRA (a 1km do centro)
Contatos: Keynnes Lobo (Ascom Emater) - 9100-6322 / Leandro Pinheiro (chefe da Emater em Igarapé-Açu) - 9163-1150
Jatene mobilizará bancada
pela conclusão da hidrovia
e implantação da Alpa
O governador Simão Jatene vai mobilizar toda a bancada paraense, em um esforço suprapartidário, para mostrar à presidente da República, Dilma Rousseff, a importância da conclusão das obras de derrocamento do Rio Tocantins, essenciais para viabilizar a Hidrovia Tocantins-Araguaia, e consequentemente a implantação da siderúrgica Alpa (Aços Laminados do Pará), que precisa da hidrovia para escoar a produção.
A decisão do governador foi tomada na tarde desta quarta-feira (7), durante audiência com o presidente da mineradora Vale, Murilo Ferreira, para tratar sobre a implantação da Alpa em Marabá, município do sudeste paraense. Apesar de mostrar preocupação com a não conclusão das obras da hidrovia, o que pode retardar a entrada em operação da siderúrgica, Murilo Ferreira foi enfático ao afirmar que “não existe dúvida de que a Vale viabilizará o projeto da Alpa em Marabá”.
Durante a audiência, no Comando Geral da Polícia Militar, Sidney Rosa, secretário Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, lembrou que as eclusas de Tucuruí demoraram 20 anos para ser concluídas e receberam R$ 2 bilhões em investimento. “Não tem sentido se agora não tivermos a hidrovia operando, por conta de um investimento em torno de R$ 300 a R$ 400 milhões do governo federal”, ressaltou ele.
Para a Vale há outra alternativa caso a obra não seja concluída: o escoamento da produção por ferrovia. Mas o titular da Secretaria Especial de Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento Sustentável, Sérgio Leão, ressaltou que “a não realização do projeto da hidrovia prejudicará o polo mineral e metalúrgico que seria implantado no Distrito Industrial de Marabá”.
Hidrovia - As obras de derrocamento da Pedra do Lourenço, no Rio Tocantins, acima da barragem da Hidrelétrica de Tucuruí, já deveriam ter sido iniciadas, para garantir a navegabilidade de embarcações de grande porte na Hidrovia Tocantins-Araguaia, que terá 2.794 quilômetros de extensão. Quando concluída, a hidrovia será uma das mais importantes vias de escoamento de produtos e insumos, interligando o centro-oeste brasileiro ao sul do Pará. O transporte aquaviário, dentre todos os modais de transporte, é considerado o menos oneroso, o mais eficiente e o de menor impacto ao meio ambiente.
Simão Jatene e Murilo Ferreira também fizeram avaliações sobre o mercado de minérios e siderúrgico, a produção mineral do Pará e a verticalização desse segmento. “Vim fazer uma visita cordial ao governador Simão Jatene, trazer a ele meu respeito e minha admiração. Na ocasião, comentamos a respeito de diversos aspectos da vida nacional e internacional. O encontro foi motivo de muita alegria, porque tenho uma relação de anos e muito respeitosa com o governador, pois o admiro, e esta foi uma oportunidade de revê-lo”, declarou Murilo Ferreira. Segundo ele, como o governador é uma pessoa que conhece muito sobre o Pará e a realidade brasileira, “sempre aprendemos alguma coisa”.
Também participaram da audiência os secretários de Estado da Fazenda, José Tostes Neto, e de Comunicação, Ney Messias; José Carlos Gomes Soares, presidente da Alpa; José Fernando Gomes, presidente do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral); João Coral Neto, diretor Global de Energia da Vale em Belém, e Paulo Ivan Campos, gerente Geral de Comunidade da Vale.

Texto:
Manuela Viana-Secom
Laboratório poderá produzir
remédios no parque de
ciência do Tapajós
O que existe de mais avançado no segmento de produção farmacêutica no Brasil, com serviços tecnológicos como produção automatizada e segurança na produção de medicamentos pode se tornar realidade no Pará. Na manhã desta quarta-feira (7), o governador Simão Jatene sinalizou positivamente para a instalação de uma planta farmacêutica do laboratório Cristália – empresa farmacêutica com maior número de patentes no Brasil – dentro do Parque de Ciência e Tecnologia do Tapajós, que em breve será implantado no campus da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).
“Esse foi apenas o primeiro contato com o governo para que possamos avaliar quais as reais necessidades de produzir um melhor acesso a medicamentos na região e estudar a forma de montar uma área de produção dentro do parque tecnológico da Ufopa para favorecer o mecanismo de acesso da população às terapêuticas de que elas necessitam”, explicou o diretor de Relações Institucionais do laboratório Cristália, Odilon Costa.
A reunião teve ainda a participação do reitor da Ufopa, José Seixas Lourenço, de secretários de Estado, representantes do Amabrasil – Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental e do Instituto Butantan. Para que a parceria entre o laboratório e o governo seja firmada, o governador Simão Jatene solicitou orçamentos, prazos e detalhes do projeto, que devem ser apresentados pelos representantes da Cristália até o dia 20 deste mês.
No caso de o projeto ser aprovado, a produção dos medicamentos dentro do parque tecnológico pode começar em um ano. “O Cristália tem interesse em investir sua capacidade industrial em pesquisas e no desenvolvimento da ciência e tecnologia para a produção de novas patentes relacionadas ao seu ramo de atuação, visando adquirir um acervo tecnológico proveniente do conhecimento que é gerado na Ufopa”, enfatizou Odilon Costa.
Para o governador, a parceria com o laboratório dará a chance de o Pará se tornar contemporâneo numa revolução planetária. “Temos que ter coragem para ousar, ouvir e valorizar o que nos aproxima”, concluiu.
Durante a reunião foi discutida a produção, no Pará, de um soro antiofídico específico para as cobras e arraias da região, numa parceria entre o laboratório Cristália e o Instituto Butantan no município de Belterra, oeste do Estado. “Muitas vezes a alimentação, temperatura e ambiente em que a cobra vive estabelecem uma estrutura diferenciada na composição do veneno. Por isso é preciso produzir um soro especifico para cada tipo de cobra de determinada região. Hoje, discutimos a possibilidade de quem sabe ter um soro produzido no Pará que avalie não só o veneno da cobra como também a picada da arraia, que é uma coisa dramática na região”, disse o diretor do laboratório.

Texto:
Bruna Campos-Secom
Sema estabelece zoneamento
da UPA Algodoal-Maiandeua
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) promoveu uma reunião em Algodoal, município de Maracanã, nos dias 1 e 2 de dezembro, para estabelecer o zoneamento da Área de Proteção Ambiental (APA) de Algodoal-Maiandeua, que será a diretriz para as ações do Plano de Manejo da Unidade de Conservação (UC).
O zoneamento é o ordenamento territorial da UC e prevê a definição de normas para as diferentes áreas de proteção – praias, dunas, manguezais, lagos e todo o ambiente costeiro - e uso desses recursos naturais e culturais, benefícios aos habitantes, visitação, pesquisa e o desenvolvimento previsto para a ilha. A discussão envolveu ainda a descrição e organização dos programas de gestão e o planejamento para os próximos cinco anos da APA.
Coordenado pela Sema, o evento reuniu mais de 100 representantes das comunidades locais (Camboinha, Mocooca, Fortalezinha e Algodoal) e do Poder Público. Participaram várias associações locais: carroceiros, canoeiros, pescadores, comerciantes, barqueiros e outros empreendedores. Também estiveram presentes integrantes do Instituto Chico Mendes para a Biodiversidade (ICMbio), Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da Amazônia do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e o Grupo Rede Celpa, que anunciou investimentos na APA, para a melhoria da qualidade nos serviços de energia elétrica.
Na ocasião, também foi apresentada propostas pelas comunidades para a criação de dois monumentos naturais: o Monumento Natural Dunas de Algodoal e o Monumento Natural Lago Grande de Maiandeua, que foram votadas e aprovadas.

Texto:
Káthia Oliveira-Sema
Municípios do interior
puxam alta do emprego
formal no Pará
De janeiro a outubro de 2011, 49 mil postos de trabalho foram gerados em todo o Pará. Destes, 65% foram criados no interior do Estado. Este é um dos dados da nova pesquisa que a Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Renda (Seter) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-Pará) divulgam sobre a trajetória dos postos de trabalho no setor formal da economia, com a distribuição dos empregos na Região Metropolitana de Belém e interior do Estado. A pesquisa considera os números de outubro de 2011, os dez primeiros meses de 2011 (janeiro a outubro) e os últimos 12 meses (novembro/2010 a outubro2011).
O material foi elaborado pelo Dieese-PA, com base em informações Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e faz parte do Observatório do Trabalho do Pará - um convênio de cooperação técnica entre o Governo do Estado do Pará, por meio da Seter, e o Dieese Pará. Em outubro de 2011,o saldo de empregos com carteiras assinadas no Estado foi positivo, com 5.963 postos de trabalho, puxado pelos setores serviços, comércio e construção civil. Nesse mês, aliás, o balanço foi favorável em toda a Região Norte, somando 10.152 postos de trabalho. Desse total, o maior destaque ficou com o Pará, onde foram gerados 5.963 postos de trabalho, e com o Amazonas (2.627 postos).
Segundo o Dieese, de janeiro a outubro de 2011 foram contabilizadas 307.684 admissões contra 258.396 desligamentos em todo o Estado - saldo positivo de 49.288 postos de trabalho e crescimento de 7,69%. Os setores que tiveram as maiores altas foram serviços, construção civil, comércio, agropecuária, indústria de transformação e extrativa mineral. De acordo com os novos dados, o emprego formal no Pará está crescendo muito mais no interior do que na Região Metropolitana de Belém. Do saldo total de postos de trabalho (49.288 postos) alcançados nos primeiros dez meses de 2011, no Pará, 34,36% ou 16.936 postos foram gerados na Região Metropolitana de Belém e 65,64% ou 32.352, no interior.
Nesse período, a maioria dos setores econômicos do Estado apresentou crescimento do emprego formal. A exceção, mais uma vez, foi o segmento de serviços de indústria de utilidade pública (menos 314 postos de trabalho). Na outra ponta, o setor com o maior destaque foi, novamente, serviços (saldo positivo de 17.710 postos de trabalho), seguido pela construção civil (13.719 postos), comércio (9.395 postos), indústria de transformação (2.979 postos), agropecuária (2.622 postos) e indústria extrativa mineral (2.499 postos). Segundo a nova pesquisa, nesse período, todos os sete Estados do Norte apresentaram saldos positivos de empregos formais e o maior destaque foi o Pará, com 49.288 postos de trabalho, seguido pelo Amazonas (47.915 postos) e Rondônia (15.419 postos).
Nos últimos 12 meses (novembro/2010 a outubro/2011) ocorreram, em todo o Estado, 359.425 admissões contra 309.691 desligamentos - saldo positivo de 49.734 postos de trabalhos e crescimento de 7,77%. Os setores com melhor desempenho foram serviços, comércio, construção civil, indústria extrativa mineral, agropecuária e indústria de transformação. Do saldo total de postos de trabalho alcançados pelo Pará (49.734) nesse período, 36,89% (18.346 postos) foram obtidos na Região Metropolitana de Belém e 63,11% (31.388 postos) no interior do Estado.
O novo balanço mostra, ainda, que todos os setores econômicos do Estado apresentaram, nesse período, crescimento do emprego formal. E o destaque, mais uma vez, foi o segmento de serviços (18.242 postos de trabalho), seguido pelo comércio (12.334 postos), construção civil (11.733 postos), extrativo mineral (3.024 postos), agropecuária (2.178 postos) e indústria de transformação (1.930 postos). De acordo com o Dieese, o maior destaque na geração de empregos formais nos últimos 12 meses em toda a Região Norte foi o Pará (49.734 postos de trabalho). Em seguida aparecem o Amazonas (43.745 postos) e Rondônia (13.461 postos). Nesse período foram registradas 975.796 admissões contra 848.488 desligamentos no Norte - saldo positivo de 126.308 postos de trabalho e crescimento de 8,09%. E do saldo total desses postos, 40% foram gerados no Pará (49.734 postos).

Texto:
Rusele Mendes-Seter
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