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quarta-feira, setembro 12, 2012

Agricultores de Inhangapi vão começar a vender feijão


 Em parceria com a Prefeitura, os sindicatos patronal e de trabalhadores e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) em Inhangapi, no nordeste do Pará, está ajudando os agricultores da Comunidade de Cachoeirinha, a 18 quilômetros da sede do município, a multiplicar sementes de feijão caupi, de modo que consigam cultivar em quantidade e qualidade suficientes para comercializar essa produção. A idéia é diversificar as fontes de renda e segurança alimentar, ultrapassando os limites da tradição de açaí e mandioca.
O apoio da Emater à iniciativa se consolidou no fim de julho, com um curso de quase uma semana sobre “campo de produção de sementes” para 25 produtores. Nas aulas práticas, o grupo - orientado pelo técnico em agropecuária Luiz Augusto Góes, chefe do escritório local da Emater – plantou, em uma área comunitária de um hectare, 25 quilos de semente, doados pela Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri).
O processo obedeceu rigorosamente às normas científicas e estruturas recomendadas, como preparo de área, calagem, espaçamento e adubação – e o resultado foi transformado em uma unidade de observação (UO) da Emater. A primeira colheita, prevista para outubro, deve render cerca de 1.500 quilos de feijão, que serão distribuídos na Comunidade, para que cada família comece a reproduzir as próprias sementes, até todas se tornarem independentes quanto à aquisição do insumo.
Também na mesma época do curso, cinco agricultores receberam crédito do Amazônia Florescer, pelo Banco da Amazônia, no valor de R$ 2.500,00 cada, para investir na atividade. “Pouca gente da comunidade plantava feijão caupi. A Emater está provando que o trabalho vale a pena, porque a venda é fácil e lucrativa, e o alimento ainda vai melhorar as refeições das próprias famílias. Já existem compradores de Castanhal interessados. O lucro nas vendas, para o produtor, deve ser de até 60%”, diz Góes.

Texto:
Aline Miranda-Emater
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