O Senador Flexa Ribeiro (PSDB) foi mantido como coordenador da bancada federal do Pará em Brasília. A escolha ocorreu juntamente com o nome do deputado federal Beto Faro (PT), durante reunião dos parlamentares paraenses em Brasília, na noite desta quarta-feira (05).
Até o ano passado, a coordenação era composta por Flexa e o ex-deputado federal Paulo Rocha (PT). A bancada reúne 17 deputados federais e três senadores. Cabe à coordenação convocar reuniões, aprovar audiências em conjunto para avaliar diferentes temas e posicionamentos e ajustar atuação em conjunto sobre determinado assunto.
Também cabe à bancada decidir sobre emendas destinadas a atender municípios e ações do Governo Federal no Estado.
Para o senador Flexa Ribeiro, que é do mesmo partido do Governador do Pará, Simão Jatene, a unidade da bancada em colocar os interesses do Estado em primeiro plano é fundamental.
"Temos divergências partidárias e isso é parte do processo democrático. Mas com a coordenação da bancada buscamos manter o máximo de equilíbrio e atender todos os municípios e a população do Estado, além de unir forças para defender o Pará em questões nacionais, como a urgente reforma tributária", destacou Flexa.
Um outro exemplo desse tipo de ação conjunta da bancada e que está em desenvolvimento é a defesa da instalação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, cujo projeto já foi entregue pelo reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA) ao Ministério da Educação. "Essa é uma das questões onde a bancada possui consenso e vai defender em conjunto. Existem diversos outros temas e assuntos mais específicos onde a presença de toda a bancada garante um peso político maior", explicou Flexa.
Neste ano de 2011, o Senador Flexa Ribeiro tem todo destaque como articulador do Governo Jatene em Brasília. Afinal, já esteve reunido com doze ministros do Governo Dilma, muitas das vezes acompanhado de Secretários de Estado ou representantes do governo paraense.
"Temos de buscar a articulação junto ao Governo Federal, independente do partido, para que nosso Estado receba as ações e investimentos que precisa. Também é nosso dever fiscalizar para que isso chegue da forma correta e atenda nossa população", destaca Flexa.
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Sead abre sindicância para apurar indícios de fraude em exame admissional
A secretária de Estado de Administração, Alice Viana, determinou nesta quinta-feira (5) a abertura de sindicância administrativa para apurar possíveis indícios de fraude em 21 exames admissionais, realizados por candidatos do concurso público promovido para preenchimento de vagas na Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Os indícios foram detectados pela Diretoria de Gestão de Política de Saúde Ocupacional do Servidor, vinculada à Sead, na quarta-feira (4).
Alice Viana informou que, além da sindicância, encaminhou ao secretário de Estado de Segurança Pública, Luiz Fernandes, solicitação para que a denúncia seja apurada pela polícia. “As providências que tomamos têm como objetivo preservar a lisura nos processos de nomeação dos concursados, e também preservar os próprios concursados”, reiterou a secretária.
Os indícios de fraude aconteceram no Centro Médico e Laboratório Bio Análises, no município de Castanhal, no nordeste do Pará. Os candidatos aprovados no concurso, que estão na fase admissional - quando é necessário realizar uma série de exames -, foram ao Centro em busca do laudo psiquiátrico e dos demais exames exigidos para a nomeação.
Os laudos expedidos têm a assinatura do médico Marcelo Neves Seguin Dias e seu registro profissional no Conselho Regional de Medicina (CRM). Porém, Marcelo Dias trabalhou em Castanhal há dez anos e, atualmente, é médico perito da Diretoria de Saúde Ocupacional da Sead.
“Quando o médico se deparou com o laudo de uma candidata e viu que era seu nome, CRM e a assinatura falsificada, constatou que havia indício de fraude e encaminhou o caso para a diretoria, que tomou as providências”, esclareceu Alice Viana, para quem os concursados estão sendo enganados. A candidata que apresentou o laudo pagou à clínica R$ 150,00 pelos exames eletrocardiograma, hemograma, e laudos psiquiátrico e oftalmológico.
Janise Abud – Secom

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