| O problema de final de obras é menos agravante no Gonçalo Duarte do que no José Veríssimo, que deverá recorrer a alugar um prédio para atender os mais de 1.200 alunos. |
Alunos das escolas estaduais Gonçalo Duarte e José Veríssimo estão preocupados com a demora no início das aulas, os seus respectivos prédios ainda estarem fazendo por reformas. A Escola Estadual de Ensino Fundamental ‘Gonçalo Duarte’, chegou anunciar que as aulas teriam início na segunda-feira passada, dia 10 de maio, mas não aconteceu. A direção da escola informou ao CORREIO JURUNENSE, que a empresa responsável pelas obras não entregaram a mesma, dentro do prazo pré-estabelecido. O pior é que ainda não existe prazo para início das aulas.
Agora, diferente a situação do Gonçalo Duarte, que fica na Av. Fernando Guilhon, próximo ao Complexo de Abastecimento do Jurunas, a Escola José Veríssimo, que fica na Batista Campos, o dilema é maior. As obras ainda estão muitas atrasadas devido o problema constatado ali fora mais grave. O prédio centenário estava em risco 100%. A diretora informa ainda que a questão nas instalações ainda terão que ser mudadas, assim como as vigas que seguram duas grandes caixas de água, que estão em estado precário, e corre o risco de caírem sobre alunos.
| As instalações elétricas apesar de já estarem com luminárias novas, a diretora alerta que faltou um reparo maior na rede da Escola José Veríssimo |
| As carteiras novas já estão nas salas do José Veríssimo, os quadros ficaram de serem entregues na sexta-feira no José Veríssimo |
| Uma mãe de aluno do José Veríssimo (de camiseta branca), se disse preocupada com a demora no início das aulas, as a diretora Kátia, acalmou a mesma dizendo que tudfo será resolvido |
| As carteiras em todas as escolas que vêm recebendo reformas são de alta qualidade |
A diretora do José Veríssimo informou ao CORREIO JURUNENSE que a Seduc ficou de alugar um prédio para atender mãos mais de 1.200 alunos, uma vez que com andar das obras, com poucos homens trabalhando no local, ainda deve durar o restante do primeiro semestre.
A assessoria de imprensa da Seduc disse ao CJ, que ao todos são nove escolas que estão passando por reformas, por que seu estado de uso era de risco. Existe a demora na conclusão da obra por falta de pagamento que ainda estão sendo concluídas pelo atual governo, oriundas do governo passado. Para se ter uma idéia a Projil, Projetos de Construção Civil, que realizou obras no Governo de Ana Júlia, no interior do Estado, e o Governo passado não pagou uma dívida de mais de R$ 100 mil. Aí fica inviável se entregar obras no prazo prometido. Mas que o governo de Jatene vem fazendo de tudo para viabilizar as conclusões das obras.
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