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sábado, novembro 12, 2011

@..... CULTURA @

Profissionais da Funtelpa
participam do
Festival Se Rasgum
No próximo final semana (18,19,20) Belém será palco de um dos maiores festivais de música do Brasil com a sexta edição do Festival Se Rasgum, que vai colocar no Hangar, Centro de Convenções, atrações locais, nacionais e internacionais como El Cuarteto de Nos (Uruguai), Mallu Magalhães, Marcelo Jeneci, Lobão, Arraial do Pavulagem, Suzana Flag, Gang do Eletro, entre outros. Antecipando a grande festa, o Se Rasgum realiza de 14 a 18, no Instituto de Artes do Pará (IAP), a III Semana de Profissionalização com oficinas, palestras e debates. As inscrições podem ser feitas pelo email oficinas@serasgum.com.br.
No dia 16, das 15h às 17h, será realizado o debate "Música através do audiovisual: clips na era digital" que terá como convidados Robsom Fonseca, diretor e apresentador do programa "Invasão" e Roger Paes, apresentador do Cultura Paidégua, ambos da TV Cultura do Pará, e ainda o jornalista e documentarista Vladimir Cunha. Roger Paes antecipou que vai fazer uma leitura da evolução do videoclip, mostrando como essa arte se modernizou com o uso das novas tecnologias.
O Terruá Pará será tema do debate "Cenário da música paraense – estudo de caso: Terruá Pará", no dia 18, das 14h às 16h. A mesa será composta pelo secretário de Comunicação do Governo do Estado e idealizador do Terruá Pará, Ney Messias, e a presidente da Funtelpa, Adelaide Oliveira, além do jornalista da revista Billboard, Pedro Só. O Terruá Pará é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Rede Cultura de Comunicação, sendo considerado pela crítica especializada como um dos produtos culturais mais bem concebidos nos últimos tempos no Brasil.
O objetivo maior do projeto é divulgar e difundir a cultura paraense em todo o Estado e no Brasil. Em sua segunda edição, reuniu no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, ritmos e sonoridades que formam a rica diversidade musical amazônica. O nome, vindo do francês “terroir”, traduz o que há de especial e único em uma região, mas com um sotaque caboclo, que dá todo o sentido para a reunião que se viu no espetáculo. Carimbó, guitarrada, tecnobrega, chorinho, MPB tradicional e muitos outros ritmos sintetizam a variada e original expressão musical do Pará.
Ronaldo Quadros - Ascom Funtelpa
Teatro Margarida
Schivasappa
passará por reforma
Em 2012, uma das casas da arte paraense comemora bodas de prata: o Teatro Margarida Schivasappa completa 25 anos de história, e a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves dá um passo rumo a tempos melhores para os artistas, funcionários e o público apreciador da cultura. A partir de janeiro do próximo ano, o teatro passará por avaliações que determinarão as necessidades de reformas nas estruturas do espaço como camarins, iluminação e o sistema de ar refrigerado.
A ideia era fechar o local desde julho de 2011. “Desde que nós assumimos a nova gestão, começamos a fazer uma pesquisa e avaliações das necessidades em cada espaço da Fundação. Foi aí que detectamos alguns pontos que necessitavam de atenção, tanto no Teatro Waldemar Henrique como no Teatro Margarida Schivasappa. Desde então encaramos a possibilidade de parar as atividades nos teatros”, relata Lucinnha Bastos, diretora de interação cultural da Fundação Tancredo Neves.
O fechamento temporário dos teatros é essencial para que se possa avaliar todas as reais necessidades de estrutura e isso era constantemente explicado por Lucinnha Bastos em diálogos com representantes da classe artística, gestores e produtores de cultura. “Nós expusemos a situação para a classe artística. Afirmamos que poderíamos manter o teatro aberto, mas sem a qualidade que eles merecem. Por exemplo, o ar condicionado ainda não está funcionando da melhor maneira. Enumeramos os problemas que queríamos resolver e ainda assim eles pediram que o teatro continuasse aberto”, conta a diretora.
Se o Teatro Margarida Schivasappa fosse fechado naquele momento, os artistas ficariam praticamente sem espaços para as apresentações, já que o Teatro Waldemar Henrique e o Teatro da Paz também se encontravam fechados. Muitos desses artistas e grupos possuíam patrocínio garantido para os espetáculos e não poderiam perder os projetos, então se decidiu que o funcionamento do Teatro Margarida Schivasappa seria mantido pelo segundo semestre do ano.
“Conversei com o presidente Nilson Chaves e perguntei como iríamos fazer, porque se nós fechássemos as portas seria um grande impacto na classe artística, tínhamos muito demanda. Fomos procurados por escolas de dança que realizam espetáculos de fim de ano, por praticamente todas as companhias de dança de Belém, além de diversos artistas de outros municípios paraenses e de fora do Estado”, afirmou Lucinnha Bastos.
A diretora consultou instituições como a Secretaria Estadual de Obras e o Corpo de Bombeiros para saber se haveria algum perigo iminente em manter o espaço aberto. Após receber os laudos que negavam esse tipo de ameaça, os gestores da Fundação decidiram adiar a data de paralisação das pautas do Teatro. No entanto, agora a preocupação é que a consideração para com a comunidade artística não se torne o descaso com outra parcela de pessoas essenciais para a casa: o público frequentador e os servidores do Teatro, que acabam prejudicados por um dos principais problemas estruturais do Margarida Schivasappa atualmente: o sistema de refrigeração.
“O público, com toda razão, começou a questionar. Na verdade penso que o meu erro, enquanto diretora, foi não ter explicado detalhadamente ao público as condições da casa. Até porque temos a vontade de resolver aqui todos os problemas”, considera a diretora de interação cultural. Já foram colocadas notas de esclarecimento nas mídias sociais e na entrada do Teatro.
“Como a situação foi piorando, nós avisamos que o Teatro cumprirá os compromissos até dezembro. Em janeiro nós realmente precisamos fechar porque essas pré-avaliações que foram feitas precisam ser detalhadas para tomarmos conhecimento de tudo que precisa ser modificado. Então traçaremos um plano de ação e atuaremos dentro das nossas possibilidades orçamentárias”, conclui Lucinnha Bastos.
Relevância cultural
A importância do Teatro Margarida Schivasappa não reside apenas no espaço físico do palco à sala de ensaio: a instituição também promove projetos importantes para a classe artística paraense. Um deles é o projeto “1/4 de música”, que garante a apresentação de grupos de música e artes cênicas no Teatro, toda quarta-feira, com a isenção de taxas como de locação do espaço para o artista e ingressos a preços populares para o público. Somente neste ano aproximadamente 25 atrações já passaram pelo projeto.
Outra ação do Teatro Margarida Schivasappa em 2011 foi a realização de shows beneficentes que arrecadaram alimentos não-perecíveis para as vítimas das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e também para famílias de Belém vitimadas pelas fortes chuvas no início do ano. Os espetáculos ocorreram em janeiro, fevereiro e março e tiveram a participação do Grupo Experiência, Trilogia, banda Acordalice, da cantora Lia Sophia, dentre outros. Há planos ainda de lançar, em 2012, outras ações sediadas no Margarida Schivasappa que envolvam linguagens artísticas como poesia e um destaque também para a música instrumental.

Hélio Granado - Ascom Fundação Tancredo Neves
IV Salão do Livro do
Baixo Amazonas
Com a expansão do maior evento literário da Região Norte aos demais municípios paraenses, além da capital, a cidade de Santarém recebe, entre os dias 16 e 20 de novembro, o IV Salão do Livro do Baixo Amazonas. O evento faz parte da programação da Feira Pan-Amazônica do Livro nos municípios paraenses, é uma realização do Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult).
Dentre as presenças confirmadas no IV Salão do Livro do Baixo Amazonas estão as do professor Carlos Rodrigues Brandão e do escritor Leonardo Guelman, presidente do movimento “Rio com Gentileza”. Brandão ministrará oficina para os educadores e participará do Encontro Literário com o público. Ele é especialista na área de Educação e Antropologia e há mais de 15 anos dedica-se ativamente à educação ambiental. É o autor de ‘Aqui é onde moro. Aqui nós vivemos”. O escritor Leonardo Guelman, que fala sobre os valores universais do profeta Gentileza, irá coordenar a programação Viver com Gentileza, supervisionando as oficinas: Da Palavra (com o poeta Dado Amaral), e as oficinas do Grafite, do Catavento e das Danças Circulares, estas ministradas por artistas locais.
Também participam do salão literário Daniel Leite, escritor paraense que lançou recentemente o livro “Peso Vero”; o doutor Aluisio Almeida, que discorrerá sobre o tema família no Papo Cabeça; e Lília Chaves, professora e estudiosa da obra da poeta Dulcinéa Paraense - homenageada na versão 2011 da Feira Pan-Amazônica do Livro. A programação infantil fica por conta da atriz e cantora, Ester Sá.
O salão literário mantém o foco no livro como personagem principal do evento. Para isso, mais de 50 expositores participam da programação e proporcionam um contato mais estreito da população com o mercado editorial. “O Salão do Livro é o maior evento literário da região. Realizada em Santarém, a programação é também destinada aos 18 municípios que compõem o Baixo Amazonas, tendo excelente visitação e ótima participação de alunos e professores”, conta a diretora de Cultura da Secult, Ana Catarina Peixoto.
Na programação musical, a presença do músico Sebastião Tapajós e da Filarmônica Municipal Professor José Agostinho, que toca na abertura do evento. O show musical da compositora Bia Bedran, ‘Cabeça de Vento’, consolida os 35 anos de carreira dedicados ao público infantil, com 10 livros lançados, 8 CDs com histórias populares e canções de sua autoria, e 2 DVDs gravados ao vivo, voltados para a mesma temática. Bia Bedran apresentou os programas ‘Canta-Conto’ e ‘Lá vem História’, na TV Brasil RJ e TV Cultura de São Paulo.
Além da exposição de livrarias e distribuidoras, o IV Salão do Livro também promove oficinas, seminários, palestras, exposições de artes plásticas e apresentações artísticas. Quanto às escolas e professores, a parceria entre Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Banco do Estado do Pará (Banpará) se repete com o Cred Livro no valor de R$ 200,00. O crédito proporciona a aquisição de livros nos estandes do salão, beneficiando mais de dois mil professores. Há também o crédito aos professores da rede municipal por meio da Prefeitura de Santarém, em valor que deve ser anunciado esta semana.
“O IV Salão do Livro do Baixo Amazonas é fundamental para o fomento, para o incentivo do hábito da leitura, não só para o município de Santarém, como também para Óbidos, Monte Alegre, Oriximiná, Itaituba, Belterra, Juruti e outros próximos. O importante é manter a continuidade do salão para esta e as próximas gerações”, enfatiza a secretária de Cultura do Município de Santarém, Jarle Aguiar.
O salão acontece no Parque da Cidade, no Espaço Pérola do Tapajós, ambiente refrigerado com 3.600 m², onde estarão dispostos estandes de editoras e livrarias, praça de alimentação, espaço infantil e o Ponto de Cultura Poraquê. Entre os representantes do mercado editorial, estarão presentes as editoras Cortez, Record e Selecta, com o espaço Selecta Acadêmica, que traz bibliografia voltada para os cursos universitários localizados na região. É a oportunidade para as universidades e as escolas ampliarem os acervos que demandam atualização e ampliação freqüente.
O IV Salão do Livro do Baixo Amazonas tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Santarém, Associação Brasileira para a Difusão do Livro (ABDL), escolas particulares e Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A abertura acontece no dia 16 de novembro, às 9h, com apresentações musicais. O horário de visitação ao Salão do Livro vai de 9h as 22h, com entrada franca.
 Augusto Pacheco - Ascom/Secult

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