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sexta-feira, novembro 18, 2011

@ EDUCAÇÃO

Bandas da escola Lauro
Sodré são destaque nacional
A música como ensino e um meio para tornar-se um cidadão melhor. É assim que centenas de jovens integrantes do projeto “Educando através da música”, desenvolvido pela Escola Estadual Lauro Sodré, localizada no bairro do Marco, em Belém, recebem formação musical, valores cívicos e representam o Pará em competições nacionais.
Recentemente, as bandas musicais e de percussão da escola conquistaram o tricampeonato da 5ª Copa Enviro-Chemie de Fanfarras e Bandas, realizada nas ruas do município de Santa Fé, no Paraná, entre os dias 2 e 5 de novembro. A delegação paraense também foi campeã na categoria Baliza, Evolução e Mór de Comando, além de ter caído no gosto popular que consagrou a banda paraense como campeã por votos do juri popular.
“Felizmente conseguimos desenvolver um trabalho incessante, com o apoio da Secretaria de Educação e toda a comunidade escolar”, afirmou o coordenador do projeto, maestro Silas Borges. Ele atribui ao sucesso das atividades da banda, o intenso trabalho com seus integrantes e a comunidade escolar. “Sabemos que tudo isso é reflexo de muita dedicação. Além disso, é preciso que a gente faça uma reflexão: qual é a contribuição que damos às famílias envolvidas? Que valores conseguimos passar a esses jovens?”, indagou o maestro.
No ano que vem, a banda da escola vai completar 140 anos de fundação. Atualmente, cerca de 2500 estudantes estão matriculados no projeto. Participam das atividades da banda, estudantes com idade de 8 a 25 anos. O coordenador do projeto explica que, após o primeiro ano de participação, para dar prosseguimento às atividades, o estudante precisa apresentar o boletim e comprovar que “passou de ano”.
As aulas e ensaios acontecem de segunda à sábado, de manhã e à tarde, no prédio sede do projeto, localizado no bairro do Marco. De acordo com o maestro, cerca de 70% dos jovens que passam pelo projeto dão continuidade aos estudos na área da música. “Temos alunos e ex-alunos nos cursos de música da Uepa, em cursos técnicos e outros que já atuam profissionalmente. Para o ano que vem, no aniversário da banda, queremos reunir alunos e ex-alunos, em um grupo de cerca de 400 jovens, em uma grande orquestra”, informou o maestro.
O estudante, Gustavo Miranda, certamente estará na orquestra de aniversário da banda. Ele participa do projeto há três anos, tocando clarinete, e afirma que seguirá com a música na vida profissional. “Achei aquele instrumento tão bonito e fiz um teste com ele”, relatou o estudante sobre o instrumento de sopro. “Quando vi, escolhi pela beleza, mas depois pelo som. Eu vou seguir com a música na minha vida profissional. Depois que entrei no projeto, aprendi muitas coisas, como ser mais responsável com horário, com as coisas, como cuidar do instrumento”, disse o estudante.
Mari Chiba - Ascom/Seduc
Escola na Pratinha, em
Belém, é exemplo em
meio à greve de professores
Com 2.409 alunos matriculados da 1ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, em três turnos, os professores da Escola Estadual Eunice Weaver, no bairro da Pratinha, capital paraense, não aderiram a nenhum dia da greve deflagrada pela categoria desde o final de setembro. A escola, que mantém seu calendário letivo normal, se contrapõe em meio aos protestos dos profissionais da educação, que deixam pelo menos 800 mil estudantes sem aula.
Nesta quarta-feira, 16, enquanto muitas escolas abrigavam alunos que esperavam a presença dos professores para assistir as aulas, na Eunice Weaver crianças e jovens acompanhavam atentos nas salas os conteúdos que serão cobrados na quarta avaliação do semestre. A diretora da escola, Fátima Simões, assegura que os alunos não foram prejudicados pela greve de professores. “Nenhum aluno nosso está sendo prejudicado. Nós conversamos com os nossos educadores e fizemos uma reflexão, de que todos temos um sindicato para nos representar e que o nosso direito não pode prejudicar de forma alguma os alunos”, destacou Fátima.
Entre os 64 professores da Eunice Weaver, a professora Maria Amélia da Cruz, dá exemplo de ética, responsabilidade e profissionalismo. “Não aderi à greve, pois sei que no final não adianta em nada. Isso só serve para prejudicar os nossos alunos. Não podemos pensar apenas nos nossos interesses, mas, principalmente, na vida dos estudantes. Eles precisam da gente. Isso faz parte da ética do professor”, afirma a professora, que ministrava aula de português para a turma da 4ª série do Ensino Fundamental nesta manhã.
Além de pensar nos seus alunos, Maria, que tem dois filhos estudando em outro colégio da rede pública do Estado, avalia os prejuízos dos que estão sem aula. “Meus dois filhos estão sem aula e vejo a agonia deles. Um, inclusive, vai prestar vestibular agora no final do ano. Como ele vai fazer a prova da Federal com os conteúdos todos atrasados?”, preocupa-se.
O professor de Biologia Atayde Almeida, que dá aula para o Ensino Médio na escola da Pratinha, reconhece que com a greve deflagrada pela categoria os maiores prejudicados são os alunos do 3º ano do Ensino Médio, que prestarão o vestibular já agora no fim de ano. “Eles (os alunos do 3º ano) acabam sendo os mais prejudicados. Mesmo com uma reposição, eles não vão recuperar o tempo perdido para o vestibular”, avalia o professor, que acompanha os estudantes da Eunice Weaver que estão se preparando para as universidades.
Os alunos comemoram não ser prejudicados pela greve dos professores. “Está sendo muito difícil para aqueles que estão sem aula, principalmente por causa do vestibular. Muitos amigos meus estão reclamando de outras escolas. Aqui não enfrentamos esse problema. É muito bom que essa greve não esteja nos afetando, assim a gente não se atrasa e consegue aprender tudo direito”, comenta a estudante Ana Flávia Moura, de 15 anos, que está no 1º ano do Ensino Médio. Ela ressalta que o exemplo da escola em não prejudicar os alunos durante greves dos professores não é deste ano. “Há três anos que essa escola não adere às greves que os professores fazem”.
Retomando as aulas
O último balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) mostra que as aulas na rede estadual de ensino já estão normalizadas em quase 60% das escolas do Pará. As informações divulgadas na sexta-feira (11) revelam, ainda, que 17,7% das escolas estão com suas atividades parcialmente paralisadas, e 23,2% estão sem atividades. Na Região Metropolitana de Belém, das 368 escolas estaduais existentes, 53,5% já normalizaram as aulas, enquanto 35% estão parcialmente paralisadas e apenas 11,5% permanecem sem qualquer atividade.
Na escola Visconde de Souza Franco, no bairro do Marco, em Belém, cerca de 40% dos professores retomaram as aulas. No entanto, os alunos ainda não estão comparecendo normalmente. A diretora da escola, Marilena Guimarães, explica que muitos não comparecem à aula porque acreditam que não terão todos os horários preenchidos, mas, assim como em outras escolas, lá as turmas estão sendo agrupadas para que o conteúdo seja dado. “A nossa determinação é que se houver pelo menos três alunos em sala de aula o professor tem que dar o conteúdo. Para o melhor aproveitamento, estamos unindo as turmas para assistir as aulas”, explicou.
Na Visconde de Souza Franco são 3.100 alunos divididos em três turnos das três séries do Ensino Médio. A maioria deles (1.400) estuda de manhã. As aulas são ministradas por 106 professores. Na manhã desta quarta-feira, apenas os primeiros horários foram cumpridos, devido a falta de alunos. “Pedimos que os estudantes compareçam à escola, pois os professores estão retomando as atividades”, alerta a diretora.
Thiago Melo – Secom
Uepa treina servidores
que vão trabalhar em
processos seletivos
Servidores da Universidade do Estado do Pará (Uepa) que se inscreveram para trabalhar nos processos seletivos 2012 já podem conferir no site http://sistemas.uepa.br/pagamentos, a situação de suas lotações. Quem for atuar como fiscal deve comparecer, sexta-feira (18), às 11 horas, no local em que está lotado, para participar de um treinamento. Quatro locais de prova terão treinamentos em datas e horários diferenciados.
Os lotados no Colégio Ideal (rua dos Mundurucus, 1.412, Batista Campos) recebem o treinamento no local, quinta-feira (17), às 8 horas. Quem vai trabalhar na Reitoria da Uepa receberá as orientações dia 18, às 14 horas, no auditório do Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE), que fica na travessa Djalma Dutra, s/n, bairro do Telégrafo.
Os servidores que foram lotados na Universidade Federal do Pará (UFPA), campus profissional, participam do treinamento no local, dia 21 de novembro, segunda-feira, às 11 horas. O mesmo dia, porém às 16 horas, vale para os que trabalharão na Escola Estadual de Ensino Fundamental Pinto Marques, na venida Governador José Malcher, 861.
Carolina Menezes – Uepa
Mostra de Saberes traz
número recorde de
escolas no Centur
 A Mostra de Saberes 2011, evento que compartilha as experiências pedagógico-curriculaes desenvolvidas nas escolas e unidades pedagógicas da rede municipal de Belém, traz um número recorde de participantes. Ao todo, 40 escolas, 21 unidades pedagógicas e 35 UEIS já confirmaram presença no próximo domingo (20), no Centur. Alunos, professores e coordenadores mostrarão em estandes, o que fizeram durante todo o ano, através de exposições e apresentações culturais.
Outra novidade do evento, é a parceria feita pelos órgãos da Prefeitura de Belém, englobando as secretarias municipais de Educação (Semec), Saúde (Sesma), Esporte, Juventude e Lazer (Sejel), além da Coordenadoria da Mulher (Combel).
"Esperamos um grande público, porque além do número surpreendente de escolas inscritas, firmamos essas parcerias inéditas, que vão servir como atração", revela Jorgete Lago, uma das organizadoras da Mostra de Saberes.
Texto: Ascom Semec
Semec promove V Mostra
da Educação de
Jovens e Adultos
O conhecimento cientifico e cultural constituído e consolidado nos
espaços educativos da rede municipal de ensino que atendem a
modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) estará em destaque na V
Mostra de Saberes da Educação de Jovens e Adultos  que a  Secretaria
Municipal de Educação realiza nesta sexta-feita,18, de 17h às 21h, no
Centur.

Com o tema " EJA, histórias tecidas nas travessias do conhecimento", o
evento desse ano  tem 40 escolas envolvidas na programação, com mais
de 3 mil alunos que terão a oportunidade de mostrar através de banner,
fotografia e painéis todo conhecimento que produziram durante o ano de
2011. A Mostra ainda conta com um palco central que será usado para a
apresentação cultural das escolas ( poesia, músicas, danças,
dramatização, vídeos).

Para a coordenadora do EJA da Semec, Ana Braga, esse ano a programação
vai ser bem maior que os anos anteriores, devido ao espaço que é maior
e a quantidade de escolas que também cresceu muito.

 (Acom Semec)

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