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domingo, novembro 20, 2011

@ Tudo como antes, no Quartel de Abrantes: Papão continua na Série C e o Leão lutando para sair da Série I

Está mais uma vez comprovado que a PRESSA É A INIMIGA DA PERFEIÇÃO. O que aconteceu ainda pouco como Paysandú, perdendo um jogo, que para quem está do lado de fora das quatro linhas, parecia fácil. Mas o pior é que estava fácil realmente. Não dá para entender como o treinador bicolor, Andrade diante do jogo do América, do Rio Grande do Norte não teve a coragem de mudar uma máxima de uma partida, de não fazer substituição ou substituições ainda no primeiro tempo do jogo.
O primeiro tempo do Paysandú foi como disse o vereador e comentarista da Rádio Marajoara, Pio Neto: foi um time patético! Pô, se essa partida, era a última do ano, a última do Paysandú, porque não entrar com a força máxima? Sabendo que depois dos 90 minutos não haveria mais outra chance para tentar ascender a Série B do Campeonato Brasileiro de 2012.
Pô! Perdendo de 1 ou de 2, poderia perder de 10, mas procurava por pelo menos no primeiro tempo fazer uma partida igual como realizou no primeiro tempo quando jogou contra o Luverdense ainda no Mangueirão, e quem sabe, se o time reprisasse a mesma performance do que realizou no segundo tempo no jogo de hoje contra o América, no primeiro tempo, que certamente, com a vantagem do empate e jogando pra frente, o resultado poderia ser muito melhor.
Mas não, a tal estória de deixar pra correr atrás do prejuízo se repetiu e logo aos 9 minutos, quando tomou o primeiro gol, se repetiu, pior ainda quando chegou ao prejuízo de 2 x 0. Com a falta de um centroavante a altura de prender a zaga adversária ocupada, o Paysandú (vamos esquecer o primeiro tempo), na etapa complementar, apesar de ir pra o ataque, sentia a falta de um homem gol, sentia a falta de um jogador que equilibrasse o meio campo. E aí, os americanos do interior do Rio Grande do Norte foram pra galera e merecidamente.
Voltando atrás da campanha bicolor no Brasileirinho da Série C, onde o Papão já tem cadeira cativa, temos que bater na cabeça da diretoria do Clube, quando o seu presidente Luís Omar Pinheiro, temperamental por demais, acabou pecando e feio, até mesmo nas contratações. Tá certo que o Sandro, apesar da idade, fez falta nos minutos finais das partidas decisivas. E aí é que digo, que a além da PRESSA SER INIMIGA DA PERFEIÇÃO, pecou em não buscar conversar com o Sandro, que por sua vez, não deveria sequer retornar ao Paysandú, depois do que aprontou na temporada passada.
Sandro já tinha mostrado a sua carta de jogo e a diretoria do Paysandú aceitou, e não deu outra. Diante das faltas de pagamentos, Sandro, se achando um ‘estrela’, a‘última coca cola do deserto’, e com razão, colocou as cartas na mesa, e começaram as mudanças dos treinadores numa reta final, até que Andrade chegou para tentar mudar a estória em três partidas. Ele fez o que pôde, porém, ainda tinha que conhecer o time, e o tempo era pouco.
Sandro apesar de jogar gasolina no fogo, antes de ser dispensado ainda chegou a dar sua opinião, quando o treinador anterior foi dispensado: Sandro disse que não haveria a necessidade de se trazer um treinador de fora e ainda opinou por opção caseira, até mesmo o nome do Lecheva foi citado, e acredito que na altura do campeonato, Sandro tinha razão, pois naquela altura, ‘ruim com Sandro, pior sem Sandro’ e a máxima prevaleceu. No jogo de hoje o mesmo Sandro, se estivesse sido escutado, certamente, a classificação bicolor saíria antes mesmo desta fatídica partida de hoje. O Papão bem que poderia ter jogado já classificado contra o América.
Portanto, continua ‘tudo antes como no Quartel de Abrantes’.Mas uma vez o Papão amarga uma permanência na Série C do Campeonato Brasileiro, para desespero de sua grande torcida, que não só ela, mas a torcida do Leão, que também luta para tentar uma vaga numa das séries do Brasileirinho, no caso a Série D, para mais tarde, pensar na Série C e posteriormente, no real Campeonato Brasileiro com as séries B e A.
O torcedor paraense de modo geral, já deve estar de saco cheio de assistir jogo enlatado, ou seja, torcendo pelos Clubes da Série A pela televisão. Eu pelo menos apesar de ser Paysandú, Flamengo, Internacional, Cruzeiro e Palmeirense, não assisto tais jogos, ficando apenas na espreita de saber os resultados rapidamente para ver como meus clubes estão na competição.
Mas passou na televisão um jogo do Paysandú e até mesmo do Remo que infelizmente, ainda não apareceu na telinha, podem acreditar: eu assisto, pois realmente o que me interessa é ver de volta Leão e Papão dando cacete como faziam antes nos grandes clubes brasileiros, isso, incluindo os meus clubes lá de fora. Se jogar Papão e Flamengo ou outros que torço, podem acreditar só pelo meu Papão, e o mesmo faço quando o Leão joga ou jogava a exemplo do Paysandú quando estavam no auge dos brasileiros, quando a cidade de Belém era só uma festa.
Agora para o Paysandú, é recomeçar tudo novamente e espera-se que as mudanças que venham acontecer recomecem pela sua diretoria, que não esbanje mais nossos dinheiros. Sim nossos dinheiros, porque as ajudas que o Governo do Estado vem dando ao Papão são dinheiros provenientes de nossos impostos. Pô! Se esses dirigentes não sabem administrar tamanha ajuda, é bom que eles entregue seus cargos e se possível, em peso, e repasse para as pessoas mais competentes, que acredito ainda tenha no grande seio da chamada elite torcida bicolor. Por que senão houver tal mudança, seria bom que realmente o Governo começasse a repensar na tal ajuda.
Ao Clube do Remo (que está segundo os gozadores) disputando a Série I (Série do Interior), dar mais credibilidade ao seu treinador, para que quando a bola começar a rolar pelo Parazão 2012, ele não perca a sua moral dentro do Clube, comece a receber um bando de jogadores ‘perebas’ que depois que deixam o Remo em péssimas condições, vai embora e com eles, uma lista grande de ações trabalhistas. O mesmo recado serve para o Paysandú.
É chegado a hora de se repensar e rápido, o que Remo e Paysandú pretendem realmente fazer, porque as forças vindas do interior do Estado, vão dar muito trabalho aos dois que aos poucos vêm deixando de ser considerados grandes neste imenso e belo Pará. É! Se conseguirem dividir o Pará no plebiscito do próximo dia 11 de dezembro, Papão e Leão podem ser considerados grandes no Parazinho, e perderem a hegemonia de todo o Estado, porque até agora, nas campanhas que rolam pelas televisões para dividir ou não dividir o Estado, estão esquecendo deste detalhe: em se dividindo o Pará, Leão e Papão não serão mais grandes nos futuros novos Estados, no caso Tapajós e Carajás. Quem vai querer torcer pelos dois por lá? Se em seus novos Estados, vão surgir seus novos grandes Clubes para novos e grandes torcidas.

Como vêem, é hora de repensar e rápido em tudo o que pretendem fazer daqui para frente a começar no próximo dia 11 de dezembro. Se não mudarem nada, em um futuro que já se faz presente, Remo e Paysandú irão ficar cara de bundão
Jorge Mesquita
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