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sexta-feira, novembro 18, 2011

@ AÇÕES DO GOVERNO DO ESTADO PELO INTERIOR

IAP inicia por Dom Eliseu
Mapeamento das artes
do Estado do Pará
O município de  Dom Eliseu foi escolhido para receber o piloto do projeto de mapeamento das artes do Estado do Pará. O trabalho se inicia nesta quarta-feira, 16, e prossegue até o dia 19, fruto da parceria entre o Governo do Estado do Pará, por meio do Instituto de Artes do Pará (IAP), e Secretaria de Cultura do município. Acalantado durante anos, agora o projeto será levado a campo pelo presidente do IAP, Heitor Pinheiro, idealizador da iniciativa.
O objetivo geral do projeto é fazer o levantamento e a sistematização de dados referentes à produção material e imaterial, espaços e manifestações culturais, institucionalizados ou não, com a intenção de identificar, registrar, revelar e divulgar a produção artística e cultural do Pará, através de desenvolvimento do Portal IAP na Web, contendo Banco de Dados de perfis Artístico-Culturais dos Profissionais, Grupos, Eventos, Instituições e Cidades Paraenses.
Ao fim do projeto, o Portal IAP disponibilizará através de serviços um acervo digital de livros e revistas, músicas, fotografias e vídeos. Pelo Mapa das Artes e Cultura Paraense, o usuário poderá consultar a central de artistas, a infraestrutura artístico-cultural, cidades e seus eventos artístico-culturais e a cartografia das Artes e Cultura Paraense. Uma agenda em tempo real de todos os artistas, grupos e instituições cadastrados estará à disposição para consulta.
Primeiro Passo
O município de Dom Eliseu reuniu as condições necessárias para que a equipe de coordenação do Mapeamento tenha todo o apoio para o desenvolvimento das ações. Localizado no sudoeste do Pará, Dom Eliseu possui 51.138 habitantes. Entre as ações culturais que já fazem parte do calendário do município está o Festival Regional de Música Popular, realizado no mês de março. Já em maio, realiza-se uma extensa programação por conta do aniversário do Município. No mês de junho há diversos concursos e em julho, acontece a Semana da Cultura, seguida, em agosto, pela vaquejada e pela Exposição Agropecuária de Dom Eliseu, com grandes shows, rodeio, etc. Após a análise dos resultados da ação experimental em Dom Eliseu, o Governo do Pará, por meio do IAP, fará a apresentação e divulgação do projeto para toda a comunidade artística do Estado do Pará.
O projeto de Mapeamento das Artes do Estado do Pará nasceu da necessidade de se desenvolver políticas públicas para a cultura. Para desempenhar este papel com eficiência, o Governo do Pará precisa conhecer os atores culturais das diversas localidades do Estado, para que possa planejar os gastos, investimentos e prioridades e a que público destinam-se as políticas públicas que são compromisso de campanha e fruto da discussão com a comunidade artística.
Para superar essa dificuldade e desenvolver um projeto de cultura mais abrangente, fez-se necessário a elaboração de um mapa que revele a expressão local, com dados relevantes da cultura do Estado, com possibilidades de construção de políticas públicas que permitam um aumento na geração de renda e emprego, estimulando o empreendedorismo cultural e possibilitando o desenvolvimento da Economia Criativa. O produto final da pesquisa permitirá universalizar informações, disponibilizando os potenciais artísticos e culturais do município em um instrumento, para proporcionar o conhecimento da realidade cultural de cada município, mas também para um planejamento e desenvolvimento de políticas públicas ou privadas.
Jeferson Medeiros - Ascom IAP
Polícia Militar reúne-se com
comunidade em Pacajá
Policiais Militares do destacamento do município de Pacajá, subordinado ao 13º Batalhão PM, sob comando do tenente coronel PM Pedra, promoveram a primeira reunião da PM com a comunidade local. No encontro, que contou com a presença de alunos e professores das unidades de ensino local, agentes de saúde e da comunidade em geral, foram abordados temas ligados à segurança pública como: o trabalho de Polícia Comunitária, a problemática do trote às unidades policiais, a importância das denúncias da população para auxiliar no planejamento policial, além de formas de prevenção e o trabalho de enfrentamento ao tráfico de drogas.
O Ten PM Raiol, comandante do DPM, ressaltou que Pacajá, que fica às proximidades de Belo Monte, é afetada diretamente pelo grande fluxo de pessoas que têm migrado para a região do Rio Xingu, despertando a cobiça de criminosos; daí a necessidade de estreitarem-se os laços da PM com a população. Para o Oficial, os encontros com a comunidade serão frequentes a fim de melhorar, cada vez mais o fluxo de comunicação entre ambos.
12ª Festa Estadual do
Cacau será em Tucumã
A 12ª Festa Estadual do Cacau será realizada de 24 a 26 de novembro no município de Tucumã, no Sul do Pará, com uma grande programação técnica voltada para o crescimento da cultura cacaueira na região. Na abertura, o diretor geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Jay Wallace, vai falar sobre o planejamento estratégico para o fortalecimento da cultura no Pará e o Secretário Estadual de Agricultura, Hildegardo Nunes, vai expor as políticas públicas do governo para o setor.
O tema da festa “Plantar Cacau é Cultivar Floresta de Múltiplo Uso” se refere ao cacaueiro como alternativa de uso sustentável da floresta. Orientações nesse sentido serão repassadas por meio de palestras, cursos e oficinas sobre os diversos segmentos da cadeia produtiva. Concursos de Rainha da Festa do Cacau e quebra do fruto, atividades culturais e artísticas também fazem parte da programação. Os 12 estandes da feira vão mostrar os mais diversos produtos e subprodutos do cacau, como chocolates, geléia, bombons, doces, polpa, licor, etc.
O Brasil produziu 233,6 mil toneladas de cacau em 2010, equivalentes a 5,5% da produção mundial. Como segundo produtor nacional, o Pará responde por 22% da produção brasileira, com 52,3 mil toneladas, sendo que 80% desse total é oriundo da agricultura familiar. Os maiores produtores paraenses são os municípios de Medicilândia, Uruará, Placas, Brasil Novo e Altamira, na região da Transamazônica.
A elevada produtividade de 727 quilos por hectare, aliada ao baixo custo de produção, torna a atividade bastante competitiva e abre perspectivas para implantação de agroindústrias para o processamento das amêndoas. Para atender essa demanda, torna-se necessária a expansão do plantio e o sul do Pará desponta como a nova fronteira do cacau no Estado, abrangendo a microrregião formada pelos municípios de Tucumã, São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte e Água Azul do Norte, este último se preparando para começar a plantar no ano que vem.
A Sagri e a Ceplac incentivam esse crescimento por meio do Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Cacauicultura, que pretende transformar o Pará no maior produtor de amêndoas de cacau do país, superando o Estado da Bahia, produzindo em terra firme e na várzea. Uma das metas do programa é elevar de 12 milhões para 20 milhões a produção de sementes, além da capacitação de técnicos para prestar assistência técnica aos produtores, com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura, o Funcacau.
Leni Sampaio - Ascom Sagri
Aumenta o número de
municípios do Pará que
aderem ao modelo
sustentável
Nos últimos doze meses  o Pará reduziu em 30% os índices de desmatamento, enquanto no mesmo período,  essa prática predatória dobrou em estados como Mato Grosso e Rondônia. O principal motivo para esse avanço positivo foi a criação do Programa Estadual Municípios Verdes, no início deste ano. “O governo conseguiu chegar a um modelo de desenvolvimento sustentável que tem duas premissas: buscar dos atores municipais o desmatamento zero e, ao mesmo tempo, com apoio do Estado, intensificar a produção nas areas que já estão abertas”, explica o secretário Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Shydney Rosa.
Atualmente, 24% da área do Estado está aberta, incluindo os campos naturais e várzeas. Destes, 20% correspondem a áreas desmatadas e 4% são compostos por campos e várzeas. Esse percentual de 24% soma 32 milhões de hectares, dos quais 27 milhões são ocupados por áreas de pastagem. Shydney Rosa informa que uma das principais metas do Programa é reduzir as áreas de pastagem dos atuais 27 para 17 milhões de hectares nos próximos 15 anos. “A meta é reduzir a dimensão desse território, mas ao mesmo tempo, intensificar o rebanho e aumentar a produção", frisa.
Programa - O Programa Estadual Municípios Verdes foi lançado em 23 de março deste ano pelo Governo do Pará. Tem como metas promover o reflorestamento e a regularização fundiária; apoiar a conclusão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Licenciamento Ambiental Rural (LAR); reduzir o desmatamento e a degradação ambiental; regularizar passivos ambientais, recuperando Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e áreas degradadas em Reserva Legal; apoiar a gestão de resíduos sólidos e promover ações de educação ambiental, entre outros benefícios.
Até o mês de novembro, 89 municípios paraenses já aderiram ao Programa Municípios Verdes. O município de Paragominas é considerado o modelo-piloto dentro do programa, porém mais 10 municípios estão próximos de alcançar esse título até o final do ano", informa o secretário Sydney Rosa.
Manuela Viana – Secom
Mutirão de cidadania
em comunidades
quilombolas
A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) promove, sexta-feira (18), às 8 horas, um mutirão de cidadania nas comunidades quilombolas África e Laranjituba. A ação de emissão de documentos e outros serviços visa fazer o resgate da cidadania a esse público. Na ocasião serão feitas fotos para a emissão de carteiras de trabalho e RG. O mutirão tem a participação de mais de dez servidores da Sejudh e pretende atender mais de 400 pessoas de mais de 35 comunidades quilombolas, nos municípios de Moju, Baião, Abaetetuba e Cametá. O mutirão faz parte da Semana da Consciência Negra.
Ascom Sejudh
Ponte que liga Redenção
a Conceição do Araguaia
fica pronta este mês
A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) entrega até o fim do mês à população a ponte de concreto que constroi sobre o rio Arraia, ligando Redenção a Conceição do Araguaia, no sudeste do Estado. Hoje, 50% do tabuleiro da ponte estão concretados, e a outra parte será finalizada dentro dos próximos dias. Mais de 80% de toda a obra já foram executados. A abertura para o tráfego está prevista para o dia 30 de novembro.
Enquanto isso, a Setran abriu uma via alternativa para quem precisava transitar pelo perímetro, a fim de garantir a trafegabilidade. Foi instalada inicialmente uma ponte de madeira com 40 metros de comprimento por 4,20 metros de largura, com o tabuleiro todo em chapa metálica, para fazer o desvio do tráfego de veículos. Com a elevação do rio em razão das fortes chuvas que têm caído sobre a região, a secretaria acabou elevando o tabuleiro da ponte em mais 90 centímetros.
Os serviços levaram à interrupção do trânsito no último sábado (12), fato que foi comunicado previamente aos moradores da região por meio dos veículos de comunicação local. O posto da Polícia Rodoviária Estadual que atua na fronteira entre Pará e Tocantins e homens da Polícia Militar foram informados da situação e também ajudaram a informar os usuários sobre o reparo que estava sendo feito emergencialmente. Domingo (13), o desvio foi liberado ao tráfego.
Uma equipe de apoio está em plantão permanente no local sob a orientação do 6º Núcleo Regional da Setran para atender aos usuários em qualquer emergência, inclusive com funcionários da construtora que presta serviços na ponte de concreto e que opera o maquinário que está sendo usado no local.
A ponte de concreto sobre o ria Arraia, localizada no quilômetro 37 da rodovia PA-287, foi construída no início da década de 1980 e há muito tempo demandava serviços de recuperação, como a demolição do antigo tabuleiro e a reconstrução de um novo todo em concreto armado, além de um novo guarda-corpo e revitalização da sinalização vertical e horizontal.
Por ela o tráfego de veículos pesados é constante, o que compromete sua vida útil com o passar dos anos. A ponte mede 81 metros de comprimento e tem 4,10 metros de largura. Está situada no trecho que funciona como principal porta de entrada do sul e sudeste paraenses e diariamente é usada para levar a várias cidades destas regiões diversos tipos de mercadorias.
Clayton Matos – Setran
Emater estimula agricultores
de Salvaterra a plantar
abacaxi de forma ecológica
Um curso de produção integrada de abacaxi, promovido pelo escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) de 8 a 11 de novembro, representou umas da iniciativas-chave do processo de incentivo para que agricultores de Salvaterra, no arquipélago do Marajó, adotem práticas agroecológicas naquele que é um dos cultivos mais típicos da produção familiar do município.
A capacitação teve parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri). As aulas, ministradas por especialistas da Embrapa, aconteceram na comunidade Monsaras, onde vivem cerca de 300 famílias – que, tradicionalmente, além de plantadoras de abacaxi, também são extrativistas de açaí de várzea e pescadoras artesanais.
"A mentalidade do agricultor da região é que, para plantar o abacaxi, fazem-se necessários derrubar a mata e queimar o solo. Nossa intenção é convencer social e cientificamente que é possível trabalhar de modo sustentável, com aproveitamento das áreas, análise de solos, uso de maquinário, consorciamento com espécies específicas [como o milheto e o feijão caupi) e controle biológico de pragas e doenças”, resume a técnica social da Emater Marli Bandeira.
De acordo com ela, a adoção de práticas agroecológicas, em um sistema de produção integrada, reduziria os impactos ambientais e garantiria um produto de mais qualidade, com menos resíduos químicos.  “Mas esse processo é lento e gradual. Não pretendemos uma revolução súbita do modelo de cultivo, mas sensibilização e capacitação contínuas, para que os próprios agricultores sejam condutores do processo”, diz. Conforme dados da Emater, existem hoje cerca de 100 hectares de abacaxi plantados pela agricultura familiar de Salvaterra. Esse trabalho resulta em um safra anual de aproximadamente seis toneladas.
Aline Miranda - Ascom Emater

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