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sexta-feira, novembro 18, 2011

@ SAÚDE

Servidores da Seduc
recebem atendimento
de prevenção
contra o Diabetes
Servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) participaram na manhã desta quarta-feira (16) de uma ação de prevenção ao Diabetes. A ação faz alusão ao Dia Nacional do Diabetes, comemorado no dia 14 de novembro em todo o país, e é parte do Programa Estadual de Prevenção e Controle da Diabetes Mellitus, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O atendimento foi realizado de 8h às 12h na sede na Seduc e foi aberto à comunidade do entorno, visitantes e familiares dos servidores.
Em parceria com a Sespa e o Centro Universitário do Pará (Cesupa), centenas de funcionários foram atendidos por uma equipe multidisciplinar composta por médico, enfermeiros, educadores físicos e nutricionistas, e puderam realizar exames de glicemia, verificação da pressão arterial e cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), além de receber orientação sobre nutrição, prevenção ao diabetes e prática de atividades físicas.
A servidora aposentada Izabel Castro aprovou a ação. “Vim aqui na Seduc resolver um probleminha e me deparei com a campanha. Entrei logo na fila para ser atendida. Acho este tipo de ação muito positiva, já que nem sempre os servidores podem sair para fazer exames em função do trabalho. Desta forma, eles não tem desculpas”, disse a aposentada, que complementou dizendo não se importar com a fila para o atendimento. “A fila está grande, mas vou esperar. Afinal, temos que nos cuidar para termos uma vida mais tranqüila e livre de sustos”, enfatizou a aposentada.
Para a enfermeira Rita Terezinha Silva, da Gerência de Atendimento ao Servidor (GAS), este tipo de ação é um presente aos servidores. “Esta parceira é maravilhosa e de grande valia aos funcionários desta Secretaria, que precisam tirar apenas um minutinho de seu tempo para cuidar da saúde, verificar se está tudo certo, já que os profissionais vieram até seus locais de trabalho”, explica.
Segundo a enfermeira, as campanhas são importantes por permitir que muitos casos sejam descobertos. “Tem gente que está doente e não sabe. Vem fazer o exame e descobre que precisa de cuidados e de atendimento especializado. Aqui, os casos diagnosticados são encaminhados ao médico, que começa logo o tratamento que envolve toda a equipe”, explicou.
Diabetes
O diabetes é uma doença crônica onde há a elevação da quantidade de açúcar no sangue (glicemia). As taxas de açúcar não podem ultrapassar 110mg/dl e podem ser medidas a qualquer hora do dia para verificar suas variações. A doença ainda não tem cura, mas pode ser controlada. Os sintomas mais comuns são: sede e suor excessivos, aumento na vontade de urinar, fome excessiva, tontura, dores de cabeça, alteração rápida de peso, fadiga, desânimo e irritabilidade. Sem cuidados adequados, os diabéticos podem desenvolver outras doenças, como a hipertensão arterial, doença renal, perda da visão, elevação de colesterol e triglicerídios, além de úlceras e amputações de membros.
Para o melhor controle é necessário que o paciente faça acompanhamento médico e alimente-se adequadamente, dando prioridade a ingestão de frutas, legumes e verduras, pratique atividades físicas regularmente, faça controle do peso e da pressão arterial e evite o consumo de álcool e cigarros.
Fabianna Batista - Ascom/Seduc
Saúde ocupacional do
Estado faz ação preventiva
Na semana mundial do Diabetes, o setor psicossocial da Diretoria de Saúde Ocupacional do Estado (DSO), vinculada à Secretaria de Estado de Administração (Sead), promoveu nesta quinta-feira, 17, uma ação preventiva contra a doença. Destinada prioritariamente para os servidores/usuários que buscam atendimento de perícia médica e para os servidores desta secretaria. A ação aconteceu das 8 às 13h, no prédio da DSO, localizado na Travessa do Chaco, nº 2350.
 O setor de Hiperdia da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com a Sead, enviou profissionais da área para que os servidores/usuários fizessem os seguintes testes: Glicêmico, para verificar os níveis de glicose; Pressão arterial; Controle do peso; Perímetro abdominal. Além dos testes, serão entregues folders e cartilhas alertando como deve ser feita a prevenção da doença.
Sespa promove II Seminário
de Saúde do Homem
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) realizou nesta quarta-feira, 16, no auditório do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, o II Seminário de Saúde do Homem, organizado pela Coordenação Estadual de Saúde do Homem. O objetivo do evento é mobilizar e sensibilizar os profissionais e acadêmicos da área de Saúde sobre os problemas relacionados à saúde masculina e fortalecer o desenvolvimento das ações de Saúde do Homem no Pará. O evento é alusivo ao Dia de Combate ao Câncer de Próstata (17) e ao Dia Internacional do Homem (19).
A solenidade de abertura contou com a presença do secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco; da diretora de Políticas de Atenção Integral à Saúde, Dione Cunha; do coordenador estadual de Saúde do Home, Marcelo Dias; da presidente do HC, Ana Lydia Cabeça; e da coordenadora da Referência de Saúde do Homem de Ananindeua, Tatiana Maciel. Para Helio Franco, os homens ainda se cuidam muito menos que as mulheres, por isso há necessidade de se moldar o comportamento das crianças desde cedo, em todos os sentidos, para que se tornem adultos mais saudáveis e responsáveis.
Segundo ele, hoje, os homens morrem mais cedo que as mulheres por falta de cuidado, sendo as maiores vítimas de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, e de causas externas, como violência no trânsito. Para ilustrar, ele informou que o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), atendeu, só este ano, duas mil vítimas de acidente de moto, a maioria homens.
O secretário de Saúde também destacou o papel da escola nessa moldagem de comportamento, “uma vez que os homens ainda se acham imbatíveis e que nada de ruim acontece com eles, sendo, por puro preconceito, surpreendidos por doenças em estágio avançado, como o câncer de próstata, que pode ser diagnosticado ainda no início, aumentando as chances de cura”, explicou.
Para Helio Franco, dando prioridade à prevenção e à promoção da saúde, será possível reduzir os indicadores e os custos de média e alta complexidade no Estado. “Há previsão de R$ 85 bilhões para a Saúde, dos quais 50% serão destinados à alta complexidade, porque continua sendo a área da Saúde mais demandada atualmente”, comentou.
O coordenador de Saúde do Homem, Marcelo Dias, disse que a Política para essa área ainda é recente e que as unidades de saúde ainda estão se preparando para receber a população masculina da mesma forma que sempre receberam mulheres e crianças. “Os profissionais ainda não sabem como abordar o paciente masculino e perceber seus problemas”, explicou, “então, a Política veio para orientar e prevenir”.
Segundo Marcelo, de 2008 a 2010, conforme dados do IBGE, a população masculina brasileira vem diminuindo 0,1% a cada ano, ao contrário da população feminina, que se cuida melhor. Na opinião do coordenador, para mudar esse quadro, também é importante a participação das instituições de ensino, para que os novos profissionais de saúde saiam da universidade com uma percepção melhor a respeito da saúde do homem. Por isso, ele agradeceu e comemorou a presença de estudantes da área no evento.
A diretora de Políticas de Atenção Integral à Saúde, Dione Cunha, afirmou que a implantação da Política de Atenção Integral à Saúde do Homem é um compromisso assumido pela Sespa, que está à disposição dos municípios para ajudá-los nesse processo. “Cada passo que é dado nesse sentido é importante para a implantação e desenvolvimento da dessa Política no Pará”.
A coordenadora da Referência de Saúde do Homem, Tatiana Maciel, lembrou que Ananindeua é um dos polos da Política de Saúde do Homem, juntamente com Belém e Santarém, e que a Secretaria Municipal de Saúde tem desenvolvido estratégias para divulgar a Política junto à população assim como aos profissionais de saúde, informando que também realizará o seu I Seminário Municipal de Saúde do Homem.
A presidente do HC, Ana Lydia Cabeça, ressaltou que basta fazer uma visita aos hospitais para perceber que a população masculina é a mais atendida na alta complexidade, exatamente por falta de cuidados básicos e medidas preventivas, que poderiam evitar agravamento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial e câncer. Para mudar isso, ela defende “o fortalecimento das ações da Atenção Primária, envolvendo o homem nas ações de prevenção e promoção da saúde, tornando-o um homem mais produtivo”.
Ana Lydia ressaltou que, ao contrário do que muitos pensam, não são apenas homens de baixa renda que não se cuidam. Muitos homens de nível social elevado também estão doentes por não se cuidarem, apesar de terem acesso à informação e a serviços de saúde. A solenidade de abertura foi encerrada com apresentação do Quinteto de Saxofone da Fundação Carlos Gomes. A programação do Seminário prosseguiu pela manhã e tarde, com palestras sobre diversos temas relacionados à saúde masculina.
Roberta Vilanova - Ascom/Sespa
Hemopa recebe cerca de 700
doações durante o final
de semana e feriado
O Hemopa convocou e foi atendido. Durante o final de semana e o feriado prolongado, o hemocentro abriu as portas para receber os doadores e registrou cerca de 700 doações. Somente na terça-feira, 15, dia da Proclamação da República, 286 pessoas compareceram para doar sangue. “Os doadores atenderam o nosso pedido. Estávamos com um estoque abaixo do que os hospitais estavam nos solicitando, agora a situação já começa a melhorar”, conta Juciara Farias, gerente de captação de doadores do Hemopa.
A baixa no estoque do hemocentro se deu por conta dos constantes feriados que ocorreram. Atualmente o Hemopa precisa atender, além dos pacientes hematológicos, a demanda de 218 hospitais. Por este motivo, além dos feriados, o atendimento também está sendo feito aos sábados, das 7h30 às 17h. “Nós recebíamos, em média, entre 200 e 250 doações por dia. Hoje, em decorrência dos feriados e finais de semana prolongados, esse número reduziu para 160. Queremos voltar a ter a média anterior e fazer com que o ato de doar sangue torne-se um programa de família”, enfatiza Juciara.
O estudante André Coelho, 22 anos, foi um dos que atendeu o chamado do Hemopa. Sem nunca ter doado sangue, ele resolveu ir até o hemocentro para praticar a solidariedade. “Fiquei imaginando pessoas que poderiam estar sofrendo, precisando de sangue, e eu em casa, com saúde e sem fazer nada. Decidi vim e a partir de agora serei um fiel doador”, conta. Diferente dele, a doméstica Maria Neuza, 36 anos, é doadora há 3 anos e sempre que pode, faz a sua doação. “Não consigo ficar muito tempo sem doar sangue. E o melhor é que toda vez que eu termino de doar, sinto uma sensação maravilhosa, fico com a certeza de que estou ajudando alguém”, diz.
Os pacientes que dependem diariamente de sangue, são os que mais agradecem. Pai da pequena Taís, seu Josimar Gadelha conta que a filha precisa fazer quatro transfusões por ano. “Graças a Deus nunca faltou sangue para minha filha. Não consigo nem imaginar o dia em que isso acontecer. Agradeço a todos os doadores que, mesmo sem saber, estão ajudando a minha filha e aproveito para pedir para as pessoas que nunca doaram, que façam essa boa ação e experimentem a sensação maravilhosa que é ajudar o próximo”, conclui.
Dia Nacional do Doador – Um ótimo dia para doar sangue será o dia 25 de novembro, quando se comemora o dia Nacional do Doador  de Sangue. O Hemopa preparou vasta programação no período de 21 a 26 de novembro para atrair os doadores. Com o tema “Nosso banco precisa do seu depósito. Doe sangue e invista na vida”, o hemocentro pretende coletar 300 bolsas por dia, para suprir o atendimento transfusional do mês de dezembro, quando todos os hemocentros do Brasil enfrentam dificuldades devido o período de férias escolares.
Bruna Campos – Secom
Dia Mundial do Diabetes




foi marcado com orientação
e prevenção no Jurunas
O diabetes já afeta mais de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa é de que, até 2025, esse número aumente para 380 milhões. No Brasil, a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2%, o que representa 6.399.187 de pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde.
 Para lembrar o Dia Mundial do Diabetes, ocorrido no último 14 de novembro, a Unidade Municipal de Saúde (UMS) do Jurunas promoveu uma série de atividades de orientação e prevenção. Foram ofertados testes de glicemia, verificação de pressão arterial, avaliação nutricional, entre outras programações. Atualmente nas UMS são matriculadas 13 mil pessoas no programa Hiperdia (hipertensão e diabetes), que a Prefeitura de Belém mantém no município.
Servidor da Sespa expõe
produção de arte
desenvolvida em projeto
Os servidores da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) que participam do projeto Vida com Arte expõem seus trabalhos nesta quinta-feira (18), às 8 horas, no nível central da instituição. Cerca de doze profissionais estarão comercializando e divulgando produtos manuais como bolsas, roupas, bijuterias e sandálias. Também haverá uma mostra de culinária com um cardápio natural e de comidas típicas.
O projeto Vida com Arte foi desenvolvido pelo Grupo de Trabalho Saúde e Qualidade de Vida do Servidor, da Sespa, com o objetivo de incentivar o talento dos servidores que têm aptidões artísticas para artesanatos e culinária em geral. Segundo a coordenação do grupo, a ideia é contribuir para a qualidade de vida ocupacional dos servidores com estratégias de promoção e recuperação da saúde, visando o bem-estar de cada um.
O projeto desenvolve uma série de atividades, entre as quais estão cursos e oficinas oferecidos aos servidores cadastrados, para o aperfeiçoamento dos produtos oferecidos, e técnicas de gestão, como gestão de custos, desenvolvimento sustentável, reciclagem e marketing. O projeto também promove feira de artesanato para oportunizar o servidor e estimular a criação de espaços para divulgação e comercialização de seus produtos.
Para Nazaré Carvalho, agente de Artes da Sespa, o projeto valoriza e estimula sua auto-estima como produtor de arte. “Além de ser uma oportunidade para mostrarem seu talento, o projeto também contribui para a melhoria da qualidade de vida dos servidores”, reforça.
Além da exposição desta quinta-feira, os servidores também vão apresentar seus trabalhos na Santa Casa de Misericórdia, Hemopa e Hospital de Clínicas Gaspar Viana. “A produção estimula a interação entre todos que participam do projeto”, completa Nazaré Carvalho.
Os servidores interessados em participar do projeto em 2012 podem se cadastrar no departamento do Grupo de Trabalho Saúde e Qualidade de Vida do Servidor da Sespa, entre os dias 1º a 9 de dezembro. Este período vale também para o recadastramento dos atuais integrantes.
Edna Sidou – Sespa
Hemopa Castanhal
homenageia doador
de sangue
Em sintonia com a programação do Hemocentro Coordenador de Belém, o Hemocentro Regional de Castanhal (HRC) promoverá campanha de 21 a 26/11, em homenagem ao Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado por todos os hemocentros do Brasil em 25 de novembro. Durante a mobilização haverá distribuição do “kit doador” com camiseta, preservativo e cartão de agradecimento. A meta da campanha será de 360 coletas e 120 novos cadastros de doadores de medula óssea. A ação estratégica contará com a parceria da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa), Secretaria Municipal de Transporte (Semutran), Prefeitura de Castanhal, Comércio e Empresas locais.
O Hemocentro Regional de Castanhal é responsável pela cobertura transfusional  de 48 municípios da região, o que corresponde a distribuição de 4.800 bolsas/ano, que corresponde a uma média mensal de 314 atendimentos transfusionais. No primeiro semestre deste ano registrou 2.412 doações do tipo espontâneas e 976 do sexo feminino. A produtividade do hemocentro é resultante da atuação da equipe de captadores de doadores de sangue que conseguiu sensibilizar 631 voluntários por mês, somente no primeiro semestre de 2011.
Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.
Quem pode fazer cadastro de doação de medula óssea: Homem ou  mulher  saudáveis e com faixa etária de 18 a 55 anos. Necessário portar documento de identidade original e com foto.
O Hemopa Castanhal funciona para coleta de sangue de 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, na Travessa Floriano Peixoto, Alameda Rita de Cássia, Conj. Maria Alice, casa B-2 e B-3. Fone: (91) 3721.2986 / 3721.4008
Sespa alerta sobre
cuidados na cadeia
produtiva do açaí
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) apresentou informações importantes sobre cuidados na cadeia produtiva do açaí, por ocasião do Seminário Alimento Seguro e Saudável, promovido na última sexta-feira, 11, pelo Ministério Público Estadual (MPE) e Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), com apoio de diversas instituições.
O evento foi alusivo ao Dia Mundial da Alimentação e teve como objetivo debater a cadeia produtiva do açaí e da carne bovina, dois alimentos amplamente consumidos pela população paraense, assim como envolver a sociedade na busca de alternativas que minimizem os riscos de contaminação desses alimentos, garantindo a segurança alimentar que contribui para a preservação da saúde pública.
O açaí é uma das principais fontes de subsistência e renda para boa parte da população da região amazônica. Atualmente, seu consumo se estende por várias regiões do Brasil e diversos países do mundo, alcançando bons preços no mercado, principalmente devido ao seu alto valor nutritivo, por isso é muito importante que sua produção esteja de acordo com as normas sanitárias.
A nutricionista Doriléa Pantoja, do Departamento de Vigilância Sanitária (DVS) da Sespa, fez um balanço do Programa Estadual de Qualidade do Açaí, que existe desde 2005 e tem a finalidade de “estabelecer procedimentos higiênico-sanitários para a manipulação e comercialização do produto, assegurando a qualidade por meio de fiscalização, inspeção, monitoramento e educação continuada nos diversos segmentos da cadeia produtiva do açaí”.
Segundo ela, até outubro de 2011 foram cadastrados 4.114 estabelecimentos para a obtenção do vinho do açaí (batedores), sendo 469 na área do 1º Centro Regional de Saúde, que abrange os municípios da Região Metropolitana de Belém - a maioria (137) na capital paraense. Doriléa apresentou também os resultados de análises microbiológicas do açaí realizadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) nos anos de 2008, 2009 e 2010.
Em 2008, de um total de 159 amostras, 137 tiveram resultado insatisfatório por estarem contaminadas por coliformes fecais, salmonellas e adulteradas com amido. Em 2009, de 151 amostras avaliadas, 121 tiveram resultados insatisfatórios pelas mesmas razões. Já em 2010, foram feitas análises de 36 amostras de açaí fruto e 36 de açaí suco. O resultado produziu 12 amostras de fruto e 22 amostras de suco insatisfatórias, sendo que todas estavam contaminadas com coliformes fecais.
Para reverter essa situação, o Departamento de Vigilância Sanitária da Sespa tem trabalhado incansavelmente na capacitação dos batedores de açaí, totalizando 3.305 pessoas treinadas de 2005 a 2010. Este ano, a capacitação tem acontecido paralelamente a ações do Programa Presença Viva, Pro Paz e Vigilância em Saúde Itinerante, resultando, este ano, em 170 batedores treinados nos municípios de Altamira, Marabá, Abaetetuba e na ilha de Urubuoca, em Belém.
Além da capacitação, a Sespa distribui kits com instrumentos básicos para os batedores. Cada kit é composto por duas camisetas brancas, dois bonés, duas toucas, dois aventais de napa, um termômetro digital, um cronômetro digital, um copo dosador plástico, um filtro e uma peneira de alumínio com tela em plástico.
Conforme Doriléa, além dos cuidados com a higiene, é fundamental que o batedor siga corretamente as etapas do processamento do açaí: peneiramento, para eliminar a sujeira que acompanha o fruto; primeira lavagem em água corrente, para retirada da sujeira que ainda fica; segunda lavagem em solução de hipoclorito de sódio (150 PPM) por 20 minutos; terceira lavagem com água potável para retirada do resíduo do cloro; branqueamento/escaldamento, para reduzir carga microbiana e inativar as enzimas oxidantes, mergulhando o açaí em água quente a 80º por 10 segundos e depois em água fria; e finalmente o despolpamento, que ocorre pelo atrito do fruto com água em máquina própria. Por fim, o suco deve ser acondicionado em sacos plásticos transparentes para a preservação das boas qualidades do produto.
A nutricionista enfatizou, ainda, que “o branqueamento aumenta a vida de prateleira do açaí e é recomendado para minimizar o risco da transmissão oral da doença de Chagas e outros agravos, como salmonelose”. Ela ressaltou, também, que está provado por pesquisa da Unicamp que o congelamento não elimina o Trypanosoma Cruzi, causador do Mal de Chagas, no produto. De acordo com Doriléa, os principais perigos e fraudes relacionadas ao açaí podem ser físicos (insetos, palha, madeira, folhagem e outros); químicos (óleo combustível no transporte), microbiológicos (coliformes, salmonellas e Trypanosoma Cruzi) e fraude (acréscimo de amido de milho durante o despolpamento).
Por isso, para evitar esses riscos, antes de comprar açaí o consumidor deve observar os seguintes itens no estabelecimento: se tem licença de funcionamento expedido pela Vigilância Sanitária; se os manipuladores usam uniforme e têm bons hábitos de higiene e se apresentam ferimentos nas mãos ou unhas; se há lavatório exclusivo pra higiene das mãos; se o açaí que está sendo processado passou por todas as etapas recomendadas pela Vigilância Sanitária e se a máquina de açaí está instalada embaixo de fonte luminosa, pois a lâmpada acesa pode atrair insetos.
Todo esse trabalho é realizado em parceria com o Sebrae/PA, Adepará, Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma).

Roberta Vilanova - Ascom/Sespa
Clínica de Cuidados Paliativos
Oncológicos e Dor e
Serviço de Visita Domiciliar
completam 10 anos
Com o tema “Humanizando o atendimento para a melhoria da qualidade de vida do paciente oncológico e do profissional de saúde”, o Hospital Ophir Loyola promove de 18 a 25 de novembro, de 9h às 12h30,  a Jornada Comemorativa: 10 Anos de Cuidados Paliativos, Ambulatório da Dor e Assistência Domiciliar, no auditório Luis Geolás. Durante o evento científico os participantes farão uma visita programada “in loco” para conhecer o trabalho desenvolvido pela Clínica de Cuidados Paliativos Oncológicos e Dor (CCPO) e critérios de eletividade para encaminhamento dos pacientes, paralelamente, do dia 21 a 25 de novembro serão distribuídos folderes educativos nas dependências do hospital.
Mais que um atendimento, o cuidado paliativo (CP) é uma filosofia de assistência humanizada que tem por finalidade melhorar a qualidade de vida dos pacientes e familiares, por meio do alívio do sofrimento físico, psíquico, social e espiritual. Estes tipos de cuidados são direcionados principalmente para pacientes com doenças crônicas incuráveis, que estejam em lenta ou rápida progressão para a morte: pacientes oncológicos, geriátricos com demências ou doenças crônico-degenerativas, Aids, sequelados neurológicos, falências funcionais (insuficiências hepática, renal, cardíaca e pulmonar), oncológicos pediátricos, pediátricos com doença crônico-degenerativas em progressão, entre outros.
Em vários países como Canadá, EUA, Reino Unido, Espanha e Austrália, a medicina paliativa é uma especialidade médica. No Brasil, é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB como área de atuação de uma determinada especialidade. Desse modo, a oncologia é uma especialidade e a área de atuação é cuidados paliativos oncológicos.Um dos princípios dos CP é encarar a morte como um evento natural da vida, não apressar (como faz a eutanásia) nem prolongar artificialmente (como faz a distanásia). Em média existem cerca de 30 serviços de cuidados paliativos no Brasil. A maioria está localizada na região sudeste, principalmente nos estados do Rio e São Paulo, quase todos em instituições privadas. Na região Norte só existem dois serviços, um na cidade de Manaus e o serviço da CCPO do Hospital Ophir Loyola em Belém.
Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer, no período compreendido entre 2001 a 2010, o número de pacientes oncológicos cresceu anualmente. No Brasil, a maioria dos diagnósticos de câncer é realizada em estágios avançados por falta de uma detecção precoce. O percentual esperado de pacientes com a doença em progressão e que necessitam de cuidados paliativos se mantém em torno de 50%. Por ser o Centro de Referência em Oncologia na rede de saúde pública do Pará, o Hospital Ophir Loyola implantou desde janeiro de 2001, a CCPO, que tem por finalidade oferecer assistência ativa e integral em internação hospitalar, serviço de pronto atendimento,assistência ambulatorial e domiciliar, aos pacientes considerados Fora das Possibilidades Terapêuticas Atuais (FPTA).
A CCPO tem por diretrizes estabelecer as condições necessárias à assistência em cuidados paliativos oncológicos, promover o controle da dor e demais sintomas, proporcionar o acompanhamento e intervenção psicológica, social e espiritual, assim como fornecer um sistema de suporte afetivo ou familiar. A assistência integral é garantida por uma equipe multidisciplinar constituída de médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogas com apoio de nutricionistas, farmacêuticos e terapeutas ocupacionais que atuam no alívio do sofrimento para portadores de câncer avançado e, todo o suporte de procedimentos hospitalares especializados e de exames de imagenologia e laboratoriais.
Em 2011 até o momento,  cerca de 100 pacientes receberam esse tipo de assistência na clínica. No Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), que completa 10 anos de atuação em novembro, a atuação envolve ações de promoções à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. Todas as visitas na casa do paciente são realizadas por quatros profissionais: médico, enfermeiro, psicólogo e assistente social. Diariamente são atendidos três pacientes e mensalmente em torno de 60 pacientes
Esse cuidado diferenciado é necessário já que as pessoas assistidas estão tão debilitadas pelo câncer que não mais conseguem locomover-se até o Hospital Ophir Loyola. O atendimento domiciliar é uma extensão do atendimento ambulatorial e traz mais comodidade. A maioria dos pacientes está acamada, com a resistência baixa e dificuldade de locomoção como lesões no osso ou no pulmão.  O serviço fornece todos os medicamentos padronizados na farmácia do hospital, materiais e insumos necessários, cuidados paliativos como curativos de feridas, escaras e alívio da dor.
Hemopa de Capanema
comemora seis anos
de atividade
No próximo dia 19, o Núcleo de Hemoterapia de Capanema (Henca) completará seis anos de atendimento à população local e demais municípios da região. A data culminará com a realização da campanha “Nosso banco precisa do seu depósito. Doe sangue e invista na vida”, que está sendo promovida desde o dia 16, até 30 deste mês, em  homenagem ao doador de sangue. A meta será de será de 50 coletas/dia.
O aniversário da unidade, inaugurada em 2005, será comemorado no Dia Nacional do Doador de Sangue, que é festejado em todo Brasil em 25 de novembro. Com vasta programação, a homenagem contará com celebração de Missa Ecumênica, a partir das 8h. Em seguida será oferecido “Café da Manhã” para doadores, representantes de instituições parceiras, servidores e familiares. Será um dia de homenagens, inclusive para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do “Programa Agente da Doação”. No dia 30, no encerramento da campanha, haverá “Ação de Cidadania” em parceria com 4º CRS/Sespa.
Tudo isso, para agradecer e parabenizar todos os doadores de sangue, especialmente os de Capanema, Bragança, Ourém, Salinópolis, São João de Pirabas, Tracuateua, Bragança, Santa Luzia do Pará e Primavera, onde inclusive são realizadas campanhas externas para reforçar estoque de sangue, periodicamente.
O doador de sangue Domingos Amaro da Silva, 65 anos, será um dos homenageados durante o aniversário do Henca. Com mais de 20 doações, ele já salvou cerca de 80 pacientes. ”Sentir a satisfação de salvar a vida de outras pessoas não tem preço”, afirmou o doador que comemorou a portaria ministerial 1.353, publicada em junho deste ano, que estabelece o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos que passou a faixa etária da doação de 16 para até 67 anos, tendo em vista que anteriormente era de 18 a 65 anos. Domingos também atribui o excelente atendimento dos funcionários como  importante motivo de ter se tornado um  doador fidelizado.
Para o gerente do Henca, o médico Jaques da Silva Neves, a unidade faz aniversário e quem ganha é o usuário com a constante diversificação da oferta de serviços e produtos com qualidade.“Ao longo dos anos, o Hemopa de Capanema vem avançando, modernizando e refinando seu modelo de gestão em respeito ao cidadão”, enfatizou, apostando na superação da meta de coletas da campanha.
Com a responsabilidade de garantir atendimento transfusional de nove hospitais da localidade e municípios de Bragança, Ourém e Salinópolis, o Henca tem importante atuação na área de hemoterapia na região ao efetuar uma média mensal de 200 coletas e cerca de 230 atendimentos transfusionais, graças ao voluntariado da região. “Eles vencem todos os obstáculos e todas as dificuldades impostas pela distância geográfica. O amor ao próximo fala mais alto”, ressaltou a coordenadora de Captação de Doadores do Henca, a assistente social Luiza Helena Santana, que convida antigos e novos doadores para participarem dessa dupla comemoração.
Hoje a unidade possui uma equipe composta por 27 profissionais capacitados para o desenvolvimento de ações que atendem as necessidades de transfusões sanguíneas da região, com fornecimento de hemocomponentes e hemoderivados; a captação de doadores, coleta de sangue e realização de cadastro de medula óssea; além da distribuição de hemocomponentes para a rede hospitalar.
Serviço:
O Hemopa Capanema funciona de 2ª a 6ª feira, das 7h às 12h30, na Rodovia PA-242, Km 0, S/N. Bairro: São Cristóvão
Fone: (91) 3462.2744/2329
Santa Casa enfrenta
dificuldades para
aquisição de vacina AntiRH
A vacina Imunoglobulina Anti RH  é indispensável para mulheres de tipo sanguíneo RH negativo e que dão à luz crianças com RH positivo. Se as mães não forem vacinadas em até 72 horas depois do parto, as conseqüências podem ser graves tanto para elas quanto para os bebês de uma próxima gravidez. A Fundação Santa Casa, maior unidade de referência materno-infantil pública do Pará, vem enfrentando sérias dificuldades desde o início deste ano para adquirir a vacina, em função da falta do medicamento no mercado brasileiro.
A farmacêutica da Santa Casa, Cíntia Pires, explica que a alegação feita pelos laboratórios responsáveis pela fabricação do medicamento é de que estaria faltando matéria prima para a fabricação no Brasil, o que afeta não apenas a capital paraense, mas  todo o país.
Nos mais de 500 partos realizados por mês na Santa Casa, em média, 18% das gestantes necessitam da medicação. Os reflexos da falta da vacina estão também em outras maternidades públicas e até particulares da Região Metropolitana de Belém, que entram em contato com a Santa Casa em busca de empréstimo da medicação. E, segundo a administração da Fundação, não tem sido possível atender esses pedidos em função da escassez da vacina, o que obriga a gerência de Tocoginecologia da Fundação a priorizar as pacientes da maternidade. Pesa também o fato de que a aquisição junto aos estabelecimentos que ainda tem o medicamento em seu estoque tem sido feita com dificuldades, inclusive com o aumento de custo das vacinas nos últimos meses.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) solicitou informações sobre o fornecimento da vacina à Coordenação Nacional de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde. A informação, enviada por e-mail, é que será realizada, nesta quinta-feira, 17, às 16h, uma reunião da Área Técnica de Saúde da Mulher com a secretária executiva do Ministério da Saúde, Márcia Amaral, com a finalidade de encontrar uma solução para o problema. O resultado da reunião será divulgado às Coordenações Estaduais de Saúde da Mulher, aos hospitais e maternidades de todo o Brasil.
Medicamento evita problemas na gestação
A vacina de Imunoglobulina Anti RH é obrigatoriamente aplicada quando a mãe tem um aborto e não sabe o tipo do sangue do feto ou quando a mãe é RH negativo e tem um filho com fator RH positivo. O medicamento é importante para que a mãe tenha mais de uma gravidez sem complicação.
Durante a gestação há uma troca de sangue entre mãe e bebê. Se ela tem sangue negativo e o do bebê é positivo, isso produz nela uma reação imunológica que faz com que o organismo crie anticorpos. Se a mãe não for vacinada e vier a engravidar novamente de uma criança com RH positivo, o organismo dela vai encarar o sangue do bebê como um corpo estranho e os seus anticorpos tentarão destruir esse sangue, causando diversos problemas ao feto. A vacina Imunoglobulina Anti RH, além de ser usada nos partos, também é aplicada em casos de abortos ou sangramentos durante a gravidez.
Ascom Santa Casa
Dia Mundial do Diabetes
é lembrado pela Sesma
com ações educativas
O diabetes já afeta mais de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa é de que, até 2025, esse número aumente para 380 milhões. No Brasil, a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2%, o que representa 6.399.187  pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde.
   Devido ao grande número de casos, com o objetivo de conscientizar as pessoas de que o diabetes não discrimina e pode ocorrer em jovens ou idosos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) realizou nesta quinta-feira (17), na Unidade Municipal de Saúde (UMS) do Jurunas, uma ação educativa alertando sobre a relevância da detecção precoce da doença, sintomas e tratamento. A atividade faz parte das comemorações pelo Dia Mundial do Diabetes, celebrado no dia 14 de novembro.
  Durante a ação, foram ofertados testes de glicemia, verificação de pressão arterial, avaliação nutricional, além de palestras ministradas por enfermeiras, nutricionistas e médicos da UMS, que conversaram sobre prevenção e cuidados com a doença. Também foi oferecido lanches direcionados a diabéticos, com alimentos sem açúcar e bastante fruta.
   Segundo a diretora da UMS Jurunas,Lena Vieira, tais atividades são sempre bem aproveitadas pelas pessoas que usufruem dos serviços da Unidade. “Essa ação foi bastante positiva por ser bem acessível à comunidade. Tivemos a oportunidade de ouvir as necessidades dos usuários da unidade, sugestões e também saber quais os problemas enfrentados pelos diabéticos no seu dia a dia. Nosso trabalho é disseminar a boa informação, a inclusão, o respeito e a conscientização, especialmente sobre os direitos dos diabéticos”, afirmou.
  Atualmente, 13 mil pessoas são cadastradas no programa Hiperdia (hipertensão e diabetes), que é responsável pela descoberta e acompanhamento de todos os casos de Hipertensão e Diabetes existentes no município de Belém. O Programa está implantado em todas as Unidades Municipais de Saúde (UMS), Postos de Saúde da Família (PSF) e Casa do Idoso.
 A doença geralmente é descoberta em consultas de rotinas realizadas nas UMS e PSF. Antes de cada consulta são realizadas as aferições de pressão e peso do paciente. Após o cadastramento, o paciente é acompanhado mensalmente por uma equipe de saúde composta por médico, enfermeiro, nutricionista, psicólogo e assistente social, além dos serviços de apoio da farmácia e laboratório, que fornecem os medicamentos e realizam exames.
 Para se cadastrar no Programa HiperDia, basta ao interessado procurar a Unidade Municipal de Saúde mais próxima de sua casa e solicitar o acompanhamento.
  
Texto: Denise Silva – Ascom Sesma
Fotos: NID/Comus


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