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terça-feira, novembro 22, 2011

Divisão de Homicídios investiga mortes de jovens em Icoaraci

 A Divisão de Homicídios da Polícia Civil deu prosseguimento, nesta terça-feira (22), ao inquérito instaurado para investigar as mortes de seis adolescentes no último sábado à noite, no distrito de Icoaraci, em Belém. Estão sendo ouvidas 15 pessoas, entre familiares, vizinhos e a guarnição da Polícia Militar que chegou primeiro ao local do crime, no bairro Ponta Grossa. Para reforçar as investigações, a direção da divisão, por orientação do diretor de Polícia Especializada, delegado João Bosco Rodrigues, mobilizou uma equipe de delegados para se integrar ao caso.
A tomada dos depoimentos começou por volta de 9 horas, quando três policiais militares do distrito de Icoaraci compareceram para prestar informações sobre o momento da chegada ao local da ocorrência. Após o fim da reunião com o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, na sede da Segup, familiares e vizinhos das vítimas foram levados, em um ônibus do governo do Estado, até a sede da Divisão de Homicídios, no bairro de São Braz, para prestar depoimentos.
O inquérito é presidido pelo delegado Lenoir Cunha e supervisionado do delegado Gilvandro Furtado, diretor da Divisão de Homicídios. Por conta da garantia da segurança dos familiares e testemunhas, bem como por medida de sigilo das investigações, o conteúdo dos depoimentos não será divulgado. O objetivo é obter mais informações que possam ajudar a desvendar a motivação das mortes e fazer a Polícia Civil a traçar uma linha de investigação. “Não podemos ainda descartar qualquer hipótese sobre motivação dos crimes. Tudo será devidamente apurado”, enfatizou Lenoir Cunha.
Segundo informações da Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data), apenas uma das vítimas tinha passagem pela polícia, por envolvimento em briga na escola. A diretora de Polícia Metropolitana, delegada Ione Coelho, que também acompanha as investigações, afirma não ter prestado qualquer declaração a órgãos de imprensa, de que as vítimas teriam envolvimento com crimes. “Houve algum equívoco. Uma declaração dessas seria precipitada”, asseverou a policial civil.
O delegado Gilvandro Furtado salientou que a sociedade deve ajudar a polícia nas investigações fazendo denúncias anônimas ao telefone 181. “Qualquer informação que ajude a chegar aos criminosos será bem vinda. A pessoa não precisa se preocupar, pois não será identificada, nem terá solicitado número de documento algum”, enfatiza.
Walrimar Santos – Polícia Civil
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