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sexta-feira, novembro 11, 2011

@ SAÚDE, ACOMPANHE AS NOVIDADES

Hospital Ophir Loyola
promove palestra de
conscientização sobre
o uso de antibióticos
 Com o tema “Desafios na escolha dos Antimicrobianos: essa batalha é nossa”, os profissionais de saúde do Hospital Ophir Loyola tiveram a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos na manhã desta quinta-feira (10), acerca do uso adequado dos antimicrobianos.  A palestra foi ministrada no auditório Luiz Geolás de Moura, pelo infectologista Rhomero Assef Souza.
 Na ocasião, foram abordados aspectos importantes sobre a utilização dos medicamentos. Também conhecidos como antibióticos servem para combater e controlar infecções. “A importância dessa palestra é conscientizar sobre o uso restrito desses antibióticos que são utilizados inadvertidamente”, enfatiza o palestrante.
 Rhomero também ressaltou que a Comissão de Controle Hospitalar (CCIH) realiza o monitoramento dessas prescrições, pois existe a necessidade de controlar com mais veemência a prescrição desses medicamentos.

Ascom Ophir Loyola
Sespa esclarece sobre
serviços de
hemodiálise no Estado
Devido à constante cobertura pela mídia de casos de pacientes precisando de leitos hospitalares com suporte de hemodiálise, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) esclarece que todos os hospitais deveriam ter disponíveis máquinas de hemodiálise para atender aos pacientes internados, sejam renais crônicos vítimas de alguma intercorrência, pacientes que apresentam insuficiência renal aguda ou que acabaram de se tornar renais crônicos.
Como a maioria não dispõe desses equipamentos, sempre há necessidade de o paciente ser transferido para outro hospital, como o Hospital Ophir Loyola (HOL) e o Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, mas nem sempre o leito é liberado a tempo, como aconteceu com uma paciente de 72 anos, que foi transferida do Hospital da Ordem Terceira para o Ophir Loyola, morrendo um dia após a transferência. Assim como muitos, ela tinha diabetes e hipertensão, os dois principais fatores de risco para a insuficiência renal crônica.
Segundo o secretário de Estado de Saúde Pública, Hélio Franco, até o hoje, a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) não colocou em funcionamento as seis máquinas de hemodiálise que existem no Hospital do Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, na 14 de março. “Se aparecer um paciente com insuficiência renal aguda ou crônica, então, começará o corre-corre em busca de um leito para atendê-lo, quando, na verdade, ele poderia ser atendido no próprio HPSM”, diz.
Outro hospital que dispõe de máquinas e não as instala é o Hospital Universitário João de Barros Barreto, de onde recentemente uma menina de 2 anos de idade, internada na unidade de terapia intensiva (UTI), precisou ser transferida para a Santa Casa. Os serviços de hemodiálise inaugurados recentemente pelo governo do Estado, assim como outros já existentes, tem caráter ambulatorial, ou seja, são destinados aos pacientes já diagnosticados como renais crônicos e não a pacientes internados.
Hélio Franco garante que os serviços disponíveis no Estado são suficientes, no momento, para atender à demanda, mas podem se tornar insuficientes, novamente, se não houver controle das doenças crônicas, como diabetes e hipertensão na atenção primária de saúde. “Por falta de cuidado, sempre haverá alguém se tornando renal crônico, precisando de máquina”, conclui.
Para o secretário de Saúde, a população também pode contribuir para que a situação melhore. “Basta adotar hábitos saudáveis e controlar as doenças se já for hipertenso ou diabético”, aconselha. O governo do Estado não tem medido esforços para ampliar os serviços de hemodiálise no Estado. De janeiro até maio deste ano, o Pará tinha disponíveis 227 máquinas de hemodiálise, 1.674 pacientes em tratamento e 278 na lista de espera, ou seja, um total de 1.952 pacientes necessitando de tratamento.
Inicialmente, houve ampliação de um total de 47 máquinas, doze em Altamira, dez em Redenção, 15 em Santarém e dez em Bragança, totalizando 282 novas vagas. No último mês de outubro, dois novos serviços foram entregues à população, o Centro de Hemodiálise Monteiro Leite, com 35 máquinas, e o Serviço de Hemodiálise Pediátrica na Santa Casa, com dez máquinas, totalizando 45 novos equipamentos e 270 novas vagas. Além disso, já foram contratadas sete máquinas em Belém e estão em fase de contratação mais quatro máquinas em Marabá e 20 em Ananindeua, ofertando 186 vagas.
Também é importante informar à imprensa e à população em geral que a regulação dos serviços em Belém é responsabilidade da Sesma, ou seja, após o diagnóstico de insuficiência renal crônica, é a Sesma que autoriza e encaminha o paciente para o local onde fará as sessões de hemodiálise. O governo do Estado também está investindo na dinamização e ampliação dos serviços de transplantes. Só este ano, até o mês de setembro, o Hospital Ophir Loyola já havia feito 47 transplantes de rim, portanto, libertando muitos pacientes da máquina e já superando os 37 transplantes renais feitos durante o ano todo de 2010.
Roberta Vilanova – Sespa
Hemopa precisa de mais
doadores para manter
estoque de sangue
Fábio Henrique Conceição tem 32 anos e desde que nasceu sofre de um tipo de anemia grave, a falciforme – uma deficiência que impede os glóbulos vermelhos de produzirem sangue. Por causa da doença, Fábio, que é servidor público, cresceu fazendo transfusões, rotina que nem sempre foi fácil para ele. “Quando eu nasci não se tinha o costume de fazer o teste de pezinho. Hoje em dia essa anemia já é detectada por esse teste e o tratamento inicia imediatamente com um remédio oferecido pelo Ministério da Saúde. Eu só passei a tomar o remédio há 10 anos, e desde pequeno faço a transfusão. Enfrentei momentos muito difíceis, quando não havia sangue disponível para eu receber”, conta.
Assim como Conceição, muitos sofrem de doenças hematológicas e precisam do sangue para sobreviver. Não apenas esses pacientes, mas pessoas que realizam algum procedimento cirúrgico ou são portadores de outros males também necessitam fazer transfusões. Todos eles dependem do estoque do Hemocentro do Pará, o Hemopa, que nas últimas semanas enfrenta dificuldades para manter a quantidade ideal de bolsas com sangue. Uma campanha está sendo desenvolvida para convocar os doadores já cadastrados e novos, que podem ajudar a manter o estoque.
“Não costumamos ter essa queda no estoque no mês de novembro, mas como tivemos muitos feriados acumulados, acreditamos que a população esteja mais fora da capital e, por isso, os doadores não têm comparecido ao Hemopa”, estima Lílian Buth, assistente social da gerência de captação de doadores do Hemopa. Ela diz que o hemocentro do Pará costuma receber, em média, cerca de 300 doações por dia, mas que nas últimas semanas esse número não chega a 200. Nível considerado preocupante para o estoque de sangue que abastece hospitais de todo o Estado.
Segundo ela, a campanha que o Hemopa está realizando é para garantir o equilíbrio das doações neste período e, principalmente, uma grande quantidade para o fim de ano, na época das festas, quando muitos doadores costumam viajar e a média de doações cai novamente. Por isso, o Hemopa está convocando por telefone e carta os voluntários, principalmente os de sangue mais raros, como os tipos O, A , B E AB negativos. “É preciso reforçar agora antes que haja o desabastecimento e pacientes fiquem esperando. Por isso, vamos funcionar inclusive no feriado do dia 15”, ressaltou Lílian.
Mitos e Doação
A assistente social afirma a importância de que pessoas que não são doadoras se interessem em colaborar com o hemocentro. De acordo com ela, a doação é um gesto de solidariedade e não causa nenhum problema de saúde ao doador. “A população costuma acreditar em alguns mitos, como, por exemplo, o que diz que doar sangue pode causar alguma contaminação, ou que pode engordar ou emagrecer, ou ainda que prejudica a produção de sangue do organismo. Nada disso é fato”, destaca Buth, que deixa claro que todo o material utilizado durante a coleta do sangue é descartável, evitando qualquer contaminação do doador.
Para os interessados em colaborar, ela explica que mulheres podem doar a cada 90 dias. As gestantes não podem doar até, pelo menos, um ano depois do período de amamentação. Os homens podem doar a cada 60 dias. Todas as pessoas devem estar em bom estado de saúde, e devem ter entre 16 e 67 anos. Os menores de idade devem ser acompanhados pelos pais ou responsáveis. O processo de doação dura, em média, 45 minutos, entre o processo de cadastro, triagem, pela qual o doador passa por entrevistas e exames, e a doação. Esta última é a mais rápida, dura entre 5 a 10 minutos.
A assistente social ressalta que durante o processo de triagem o doador é rigorosamente entrevistado por profissionais de saúde e passa por exames para avaliar o seu estado de saúde. “Caso esse doador esteja com algum problema de saúde ou algum indício de resistência baixa, como uma gripe, ou quantidade de plaquetas baixa, ele é orientado a voltar depois que estiver totalmente recuperado”, pontua.
Por causa da falta de informação da população e, principalmente, por ainda existirem os mitos que vão contra a doação, Fábio Henrique, que conhece a importância de ter doadores ativos no Hemopa, promove uma campanha por conta própria por meio da internet, nas mídias sociais, replicando informações sobre a doação de sangue e esclarecendo dúvidas. “É muito importante as pessoas conhecerem essa necessidade para que se sensibilizem e sejam doadoras. Eu faço a minha parte, colaborando com o Hemopa nessa divulgação a favor da vida”, comenta.
Quem já faz a sua parte a favor da vida sabe que não custa nada doar um pouco do seu sangue. Danielle Santos, de 31, é doadora há 2 anos. Começou a colaborar com o hemocentro por causa do avô, que fez uma cirurgia e precisou de sangue. Depois que viu o problema na família, ela decidiu que ajudaria outras pessoas. “É tão rápido e a gente ajuda tantas pessoas. Vale a pena a gente se doador”.
Paralelo a essa campanha de emergência, o Hemopa promoverá entre os dias 21 e 26 de novembro a Semana do Doador, comemorando no dia 25 o Dia Nacional do Doador de Sangue. Uma série de atividades serão realizadas nesse período para homenagear essas pessoas e também para incentivar a doação de sangue.
Thiago Melo – Secom
Ophir Loyola promove
palestras no Dia Mundial
do Combate ao
Câncer de Próstata
O Hospital Ophir Loyola, em alusão ao Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, promove, no dia 17 de novembro, palestras educativas sobre Prevenção do Câncer de Próstata. O evento tem o objetivo de promover ações sócio-educativas, esclarecer, sensibilizar e incentivar a população masculina a realizar os exames. A palestra é gratuita e acontece no auditório Luiz Geolás do HOL em dois horários 8h às 9h e 14h às 15h.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), atualmente, o câncer de próstata é a segunda causa de óbitos por câncer em homens, sendo superado apenas pelo câncer de pulmão. Dados do Registro Hospitalar de Câncer do Hospital Ophir Loyola apontam que o câncer de próstata é o primeiro entre as 10 neoplasias malignas mais freqüentes em homens.
O diagnóstico precoce da doença aumenta consideravelmente as chances de sucesso no tratamento. Em sua fase inicial, o câncer de próstata tem evolução silenciosa, e algumas vezes não apresenta nenhum sintoma, quando apresenta são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes). Homens com parentes de primeiro grau que tiveram a doença têm mais chance de desenvolvê-la, a incidência aumenta proporcionalmente ao avanço da idade, por isso existe a necessidade de realizar consultas periódicas com o urologista.
O câncer de próstata é frequentemente descoberto através de exame físico ou por monitoração dos exames de sangue, como o teste do "PSA" (sigla em inglês para antígeno prostático específico). Todo o homem a partir dos 45 anos deve realizar o toque retal e dosagem do PSA, principalmente aqueles com histórico na família independentemente de sintomas. Daí, a importância de chamar a atenção da sociedade para prevenção.
Sugestões
Dr. Ricardo Tuma (urologista)
Dr. João Frederico Andrade (urologista)

Data da pauta: 17/11/2011 08:00:00
Data de expiração: 17/11/2011 15:00:00
Local: Hospital Ophir Loyola - auditório Luiz Geolás
Endereço: Av. Magalhães Barata nº 992 - São Brás
Contatos: 3342-1325
Sespa acolhe reivindicações
de fonoaudiólogos
no Dia da Audição
Em comemoração ao Dia Nacional da Audição, a vice-presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia (Crefono 5), Márcia Salomão, e a representante do Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), Neyla Mourão, entregaram nesta quinta-feira, 10, uma carta de intenções ao secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, em favor da inclusão dos profissionais fonoaudiólogos em todas as unidades básicas de saúde para que seja efetivado o teste da orelhinha, numa referência à Lei Federal 12.303/2010, que obriga hospitais e maternidades a fazerem o exame de graça a recém-nascidos.
A carta contém uma indicação ao Governo do Estado para que seja criado um projeto de lei, mediante a apreciação da Assembleia Legislativa, que obrigue o trabalho do profissional fonoaudiólogo nas Unidades de Saúde e nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf's) em todo o território paraense. O documento sugere ainda, entre outros itens, que sejam criadas 200 vagas para fonoaudiólogos, com vencimentos de R$ 2.500, com carga horária de 20 horas semanais.
Segundo Márcia Salomão, há mais de 600 profissionais já formados no Estado que estão à inteira disposição para trabalhar, mas que a maioria está concentrada em hospitais e clínicas do setor privado. Dezenas deles, inclusive, estavam num ato em frente ao gabinete da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), com a proposta de divulgar os benefícios que a triagem auditiva neonatal universal pode proporcionar aos recém-nascidos e também de disseminar a campanha "Peça o Teste da Orelhinha: não dói, é rápido e gratuito", veiculada pelo Senado Federal desde outubro.
"Estamos nessas mobilizações para sensibilizar os gestores públicos e profissionais de saúde até que a população esteja mais conscientizada sobre a importância da realização do exame”, explica Márcia Salomão, ao ressaltar que qualquer redução na capacidade auditiva impede que a criança receba adequadamente as informações sonoras básicas para a aquisição da fala e da linguagem.
A fonoaudióloga explica que o teste da orelhinha é indolor, pode ser realizado com o bebê dormindo e ocorre por meio de um pequeno fone colocado na parte externa do ouvido. "Este fone é capaz de gerar estímulos sonoros que mostram como o ouvido do recém-nascido reage aos sons”, afirma. O teste é um exame para detectar se o recém-nascido tem problemas de audição e deve ser feito antes da alta hospitalar. Após a sua realização, é possível iniciar o diagnóstico e o tratamento das alterações auditivas precocemente.
De acordo com os dados do Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância, de cada 1 milhão de recém-nascidos, 300 têm perda auditiva. Ou seja, se no Brasil há cerca de 2,8 milhões de nascidos vivos – segundo dados do Ministério da Saúde – 840 desenvolvem algum tipo de problema na audição.
No Pará, o teste da orelhinha é disponível na rede pública somente na Fundação Santa Casa de Misericórdia. Como a obrigatoriedade do exame é recente, o secretário de Saúde do Estado, Helio Franco, afirma que a carta será útil na avaliação que o governo está fazendo para cumprir o que a lei já determina. O documento recebido pelo secretário foi protocolado pela fonoaudióloga Márcia Salomão no gabinete da Sespa.

Mozart Lira - Ascom/Sespa
Mãe Canguru da Santa Casa
ganhará apoio da Loterpa
A presidente da Fundação Santa Casa, Eunice Begot, recebeu na manhã desta quinta-feira, 10, a visita do presidente da Loteria do Estado do Pará (Loterpa), Jorge Rezende. Durante o encontro foi reforçada a importância da parceria entre os dois órgãos do estado, em benefício dos usuários do hospital. A Loterpa sempre teve grande importância como órgão arrecadador e financiador de obras na área social, saúde e desportos no Pará em especial à Santa Casa de Misericórida.
Jorge Rezende disse que está trabalhando para que a Loterpa comece a ajudar alguns órgãos, entre os quais a Santa Casa, que é uma parceira de várias décadas. Para Eunice Begot é fundamental essa ajuda, e sugeriu o programa Mãe Canguru: “Estamos revitalizando o programa que será reavaliado em março de 2012, pelo ministério da Saúde, e o nosso objetivo é melhorar este programa cada vez mais”.  Rezende ressalta que neste governo a Loterpa tem agora um foco social, tanto que já iniciou um trabalho com a Fábrica Esperança, que trabalha com os apenados do sistema penal do estado, e agora com a Fundação Santa Casa.
Para e presidente da Santa Casa essa parceria é importante porque une os órgãos de governo no trato com a questão social. Durante a reunião ficou estabelecido inicialmente que a Loterpa fará a intermediação com a Fábrica Esperança para a confecção de roupas para o programa Mãe Canguru da Santa Casa. Eunice Begot ainda reforçou a parceria para a aquisição de um equipamento para as mulheres que fazem parte do Programa de atendimental Integral às Vítimas de Escalpelamento (Paives).
Ascom Santa Casa
Hospital Ophir Loyola
inscreve para
jornada científica
Com o tema “Humanizando o atendimento para a melhoria da qualidade de vida do paciente oncológico e do profissional de saúde", o Hospital Ophir Loyola promove de 18 a 25 de novembro, de 9h às 12h30,  a Jornada Comemorativa 10 Anos de Cuidados Paliativos, Ambulatório da Dor e Assistência Domiciliar, no auditório Luis Geolás. Durante o evento científico, os participantes farão uma visita programada para conhecer o trabalho desenvolvido pela Clínica de Cuidados Paliativos Oncológicos e Dor (CCPO) e critérios de eletividade para encaminhamento dos pacientes.  A inscrição é efetivada com a doação de um pacote da fralda geriátrica tamanho M ou G. Mais informações pelos telefones 3342-1309/1319 - Divisão de Eventos Científicos.
Aniversário do curso de
Enfermagem reúne
alunos e servidores da Uepa
Um café da manhã aberto a todos os alunos, professores e servidores do campus de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará (Uepa) marcou o início das comemorações pelos 67 anos do curso - o mais antigo da instituição. Um culto ecumênico, conduzido por um diácono e por um pastor, deu início à confraternização, realizada na manhã desta quinta-feira, 10, no espaço de convivência do campus, localizado no bairro do Guamá.
A coordenadora (em exercício) da graduação, professora Terezinha Vieira, agradeceu a presença de todos e destacou a importância do evento. "Para nós, da coordenação, é muito gratificante comemorar mais um ano de atividades nesta escola, que é a nossa segunda casa. Isso, por si só, já é motivo de comemoração", declarou.
Funcionária do campus há três anos, Ângela Prazeres entrou na Universidade por meio de concurso público e foi lotada na Coordenação Administrativa do campus IV. "Eu sou suspeita para falar, mas costumo dizer que me apaixonei por esse lugar desde a primeira vez em que entrei aqui. É uma extensão da minha casa, um espaço que eu gosto muito", declarou-se.
As calouras Brenda Gonçalves, de 19 anos, Mayara Lobo, de 18 anos, também participaram da programação e contaram que tiveram uma boa surpresa ao chegar para assistir aula nesta quinta-feira. "Não estávamos sabendo da programação e adoramos saber que eles abriram o café da manhã para todos. Em geral, esse tipo de evento é fechado, restrito aos funcionários, mas eles preferiram integrar, incluir todo mundo", comentou Brenda.
"Acabamos de entrar na Universidade e conhecemos pouco a história dela, do próprio campus em que estudamos. Essa comemoração serviu para que nós soubéssemos um pouco mais e começassemos a nos sentir parte dessa história também", destacou Mayara.
Ao longo do dia, as atividades acadêmicas seguem normalmente, sendo que às 13h a programação de aniversário será retomada com um almoço e um torneio de futebol, na quadra do campus. Organizadas pelo Centro Acadêmico do Curso, as atividades envolvem alunos, professores e servidores da instituição. Os vencedores do torneio serão premiados com troféus e medalhas.
A Escola de Enfermagem “Magalhães Barata” faz parte do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da Uepa e foi a primeira graduação existente no Estado. É dividida em três blocos distintos, que integram os núcleos administrativo-financeiro, coordenação acadêmico-pedagógica, Núcleo de Pesquisa e Extensão, sala de vídeo, sala de professores, auditório, sala do Comitê de Ética e Pesquisa com Seres Humanos, 13 salas de aula, oito laboratórios, biblioteca, serviço de Patrimônio Institucional e o Centro Acadêmico de Enfermagem.
Carolina Menezes - Ascom/Uepa
Sesma recicla médicos para
diagnóstico de
Doença de Chagas
No Brasil, há a predominância de casos crônicos da Doença de Chagas.Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que atualmente existam entre dois e três milhões de indivíduos infectados. No entanto, nos últimos anos, a ocorrência de Doença de Chagas Aguda (DCA) tem sido observada em diferentes estados, em especial na região da Amazônia Legal, principalmente em decorrência da transmissão oral.
 Em função disso, com o objetivo de padronizar e reforçar o atendimento a pacientes com suspeita de Doença de Chagas, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), através do Departamento de Vigilância em Saúde (Devs) realiza na manhã e tarde desta quinta-feira (10) uma capacitação para médicos da rede básica de saúde e hospitais de Belém, no auditório do Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém – Ipamb.
 Ministrado pelo médico sanitarista, Augustinho Limeira e pela técnica Veronilce Borges, ambos do Devs, o curso é rotineiro, mas foi intensificado devido ao aumento dos casos da doença em Belém. Na semana passada, cerca de 35 médicos também foram beneficiados pelo mesmo curso, oferecido pelo Departamento.
 Durante a capacitação, os médicos podem reciclar as suas informações sobre a doença, identificar e definir os casos, discutir o que fazer depois do diagnóstico, quais exames realizar, quais os tipo de tratamento e para onde encaminhar o paciente. O curso é baseado no manual guia rápido de consulta, disponibilizado pelo Ministério da Saúde e também foi motivado pela grande rotatividade de profissionais médicos nas unidades de saúde.
 Os profissionais participantes do curso nesta quinta-feira são das Unidades Municipais de Saúde (UMS) da Baia do Sol,em Mosqueiro; Bengui, Marambaia, Outeiro, Terra Firme e Satélite, HPSM Mário Pinotti (14 de Março), HPSM Humberto Maradei (Guamá), Hospital Abelardo Santos e outros hospitais particulares conveniados ao Sistema Único de Saúde – SUS.

Segundo Agostinho Limeira, do Devs, a capacitação é de extrema importância para os profissionais da área de saúde. “O número de casos aumentou este ano, por isso precisamos dar uma atenção além do normal, para evitar que esse número cresça. Estamos hoje reforçando aos profissionais o melhor atendimento que pode ser dado aos pacientes com Doença de Chagas. Isso é algo que faz diferença e pode salvar vidas", disse.
 A Doença de Chagas é transmitida pelo protozoário Trypanosoma cruzi, que entra no sangue a partir do contato das fezes do inseto “barbeiro” através da pele ferida ou mucosa do olho, ou pela ingestão de alimentos contaminados com esse material. Pode ocorrer também por transfusão de sangue ou transplante de órgãos de pessoas com a doença. Além disso, a doença pode ser transmitida da mãe infectada para o recém nascido. O contato com os “barbeiros”  geralmente ocorre quando ele tenta se alimentar de sangue nas pessoas ou nos animais que vivem dentro das casas ou próximo delas.
 Em Belém, o caso mais comum de transmissão da doença é a oral, que ocorre devido à manipulação incorreta de alimentos como o açaí, que é um alimento que faz parte da cultura da cidade e é ingerido diariamente por grande parte da população.
 O Devs e o Departamento de Vigilância Sanitária (Devisa), da Sesma, trabalham em conjunto para a prevenção, fiscalização e controle da doença no município. Somente no ano de 2011, o Devisa já interditou e fechou mais de 20 pontos de venda de açaí que funcionavam de forma irregular e desrespeitavam as regras mais básicas das exigências de funcionamento, sem condições mínimas de higiene, além de não contar com a estrutura básica de funcionamento e manipulação correta do fruto, possibilitando assim a contaminação do alimento.
 Além das fiscalizações, o Devisa realiza rotineiramente capacitação para  batedores de açaí, onde são abordados temas relacionados ao manuseio do produto e à saúde publica, práticas de preparo, doenças, contaminações alimentares, noções básicas de higiene, infra-estrutura adequada, qualidade da água, higiene do alimento, do ambiente, do manipulador, dos utensílios, dos equipamentos e dos móveis.

Texto: Denise Silva – Ascom Sesma
Fotos: João Gomes – Comus

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